sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Natal


[leituras coloridas]



Ler desperta em nós muitas sensações.

Este pequeno projeto pretendeu, para além de motivar os alunos para a leitura,  fazer um registo das sensações e impressões coloridas vividas pelos mesmos a partir de leituras lúdicas e expressivas de contos e lendas de Natal. Deste trabalho partilhado resultaram as Leituras Coloridas…
Ilda Camarneira



segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Natal

Boletim Bibliográfico n.º 21


Histórias para encantar miúdos e graúdos, no aconchego do lar, na alegria da família e dos amigos, na ternura da hora de deitar, numa tarde fria e solarenga com um gato pelos pés ou tão só numa mesa da biblioteca ou da sala de aula.




quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Educação literária

Ali Babá e os quarenta ladrões



Li a obra Ali Babá e os quarenta ladrões na aula de Português, no dia 20 de outubro de 2014. Possui diversas ilustrações, na minha opinião, bonitas, coloridas e muito criativas.

Esta obra conta-nos a história de Ali Babá que encontra o esconderijo dos 40 ladrões e fica com uma parte do tesouro, enquanto o outro irmão é morto, no próprio esconderijo, pelo chefe dos ladrões.

As personagens que considero mais interessantes são Ali Babá e a Morjiana, porque Ali Babá é a personagem mais marcante da obra e Morjana, a bela jovem criada, que salva Ali Babá.

O capítulo que mais gostei foi o segundo, pois é a descoberta do deslumbrante e surpreendente tesouro.

 Este livro é muito interessante e aconselho a sua leitura a qualquer jovem, porque a história prende o leitor do princípio ao fim e faz-nos refletir na questão: “Será ladrão aquele que rouba aos ladrões?”


Ana Rita Chorosa Cruz, 6º B (2014/2015)

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A vida de Homero


[texto produzido no âmbito da leitura das obras da Educação Literária 6.ºA]


Homero foi um grande poeta grego, pensa-se que nasceu em 928 a. C. e morreu em 898 a.C.. Terá nascido em Esmirna, atual Turquia, ou em alguma ilha do mar Egeu, mas a sua origem é tão controversa, que oito cidades disputam a honra de terem sido a terra natal do poeta. Todas estas cidades querem ter a honra de terem como Homero um filho da terra.

O ambiente em que viveu era chamado "Período Homérico", dele pouco se sabe. A sua história, mistura lenda e realidade, muito do que se conta representa-o velho e cego, andando de cidade em cidade a recitar os seus poemas.

Os gregos antigos, geralmente acreditavam que Homero era um indivíduo histórico, mas os estudiosos modernos são descrentes. Nenhuma informação biográfica de confiança foi transmitida a partir da antiguidade clássica e os próprios poemas manifestamente representam o culminar de muitos séculos de histórias contadas oralmente e um bem desenvolvido, sistema já muitas vezes usado de composição poética.

De acordo com alguns pesquisadores, "Homero" não é "o nome de um poeta histórico, mas um nome fictício ou construído" ou "uma personificação coletiva de toda a memória grega antiga".


As obras de Homero

Homero era autor de duas das principais obras da antiguidade: os poemas épicos Ilíada e Odisseia.

Ilíada é um livro, em que o autor descreve a Guerra de Tróia (entre gregos e troianos) em vinte cantos (20 poemas). Na Ilíada, Homero conta o penúltimo ano desta guerra, que durou dez anos.

                                
                      
Odisseia é uma sequência da Ilíada, uma obra com valor ao autor e é um poema fundamental no Ocidente. A Odisseia, assim como a Ilíada, é um poema elaborado ao longo de séculos, provavelmente no fim do século VIII antes de Cristo.



A Odisseia e a Ilíada são poemas elaborados ao longo de séculos e foram, durante muitos séculos, transmitidos por tradição oral, tendo tido sua forma fixada por escrito, provavelmente no fim do século VIII a.C.

Trabalho realizado por Marco Pereira n º 10, 6 ª da escola EB Carlos de Oliveira do AELdF.

Referências bibliográficas:

Wikipédia. (s/d). Homero. Disponível em  http://www.infoescola.com/biografias/homero/

Wikipédia. (novembro, 14 de 2015. Ilíada. Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Il%C3%ADada

Wikipédia. (outubro, 26 de 2015). Odisseia. Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Odisseia


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Imaginando

Imaginando


Um poema,
Qualquer um pode criar,
É feito de imaginação
Que vem do coração
Que nunca pára
Que nunca tem fim,
Porque fazer um poema é mesmo assim
Só preciso de ter imaginação,
Até que nunca acabe,
Até mais não.
A imaginação
É como uma mão
Que dá carinhos
E também miminhos.
A imaginação
É uma luzinha
Que nunca trabalha sozinha
Só funciona com o coração
E com muita ilusão 
Que vem do teu interior.
E é por haver ilusão
Que quente é o verão
E que os dias são dias
Isso eu já sabia

E tu sabias?!

Rafael Pereira Batista, 6ºA
[texto produzido no ano letivo de 2014/2015]

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Um jogo, ou…vida real?


Já estava eu no futuro, graças a uma máquina, quando o aeromóvel (disco voador que anda a baixa altitude) deixou para trás uma colina. Eu encontrei um arbusto à minha frente e, por instantes, pensei que podia ser uma espécie de ser vivo. Tentei travar o aeromóvel, mas, só quando cheguei perto dele, percebi que não se mexia.

Aumentei a altitude do aeromóvel e vi “um milhão” de árvores, arbustos… Nunca tinha visto tanta densidade de coisas sem ser em hologramas e jogos. Fiquei ali quieto a olhar e sem palavras.

Tudo parecia calmo, mas depois interroguei-me até onde chegava aquela floresta.
Subi ainda mais o aeromóvel, e consegui ver a floresta em toda a sua grandeza. Era realmente enorme e agora ainda parecia mais densa, o que me fez lembrar um jogo só que, agora, não era jogo, era realidade.

No jogo eu tinha de atravessar o bosque e possuía vidas. Isso fez-me pensar: “Só tenho uma oportunidade e gostava mesmo de saber quanto tempo levava a atravessá-la”. O que perderia em experimentar?

Tive de inventar as minhas regras: aeromóvel a sessenta quilómetros por hora pelo lado mais largo, em linha reta e só faria os desvios das árvores. Também não podia demorar mais de dez minutos.
Seria eu capaz de gastar menos tempo?




Texto e imagem de Rafael Pereira Batista- 6ºA 
[produzido no ano letivo de 2014/2015]

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Poema em construção

Poema em construção


Foi uma hora de aventura
Pensando na tua estrutura
A minha caneta a falhar
Os meus pensamentos a vaguear…

Escrevo-te, escrevo-te…
Já me dói a mão
De tão grande que tu és
De tanta emoção…

De tanto palavrear
Estou farta de te inventar
É difícil imaginar
Estou-te sempre a apagar.

Quando chego ao fim
É uma grande alegria
De tanto prazer,
De tanta magia…

Rimas, rimas sem parar…
Às vezes és um problema
Não é fácil rimar…
Mas adoro-te, meu Poema!


Mélanie Catarino, 6ºA
[texto produzido no ano letivo de 2014/2015]

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Ulisses


[texto produzido no âmbito da leitura das obras da Educação Literária]


Depois do mar das sereias, Ulisses teve ainda uma aventura antes de chegar a Córcira. Esta aventura não está na Odisseia, pois foi roubada há muitos anos por um ladrão de versos…

Antes de chegar a Córcira, os marinheiros estavam já cansados de navegar e a sua comida estava a acabar. Os homens estavam famintos e desanimados, quando algo surpreendente aconteceu.

Ulisses, que estava no mastro, verificou que se estavam a aproximar duma ilha. Decidiram desembarcar. A ilha fora uma surpresa para os marinheiros, pois não estava nos seus mapas.
- Esta ilha é tão rica! Verde e cheia de frutos coloridos! - exclamou um marinheiro.
-Vamos matar a nossa fome! - recomendou outro.

E assim aconteceu, alguns apanharam frutos, outros exploraram a ilha e Ulisses ficou a procurar alguma lenha para se aquecerem à noite. Depois de o acampamento pronto, os frutos apanhados e a fome saciada, a terra começou a tremer!

Eis que aparece um monstro de cinco cabeças!!!!! A sua cor esverdeada e escamas lamacentas repugnavam quem se atrevia a olhar-lhe. Da sua boca cuspia ácido. Os seus olhos vidrados arrepiavam os corpos e causavam medo. Muito medo.


Os marinheiros aperceberam-se que ali havia algo estranho. Sem se atreverem a enfrentar a fúria da fera, fugiram a sete pés para o barco para escapar aos inúmeros dentes da aberração criada por Hades, o Deus grego dos infernos!

E assim acabou este episódio muito atribulado. Ao que se segue um naufrágio, descrito no livro, em que o Ulisses, o único sobrevivente, chegou a Córcira.

João Duarte Miranda e Cruz (editado pela turma do 6.ºA)
19/11/2015- Disciplina de  Português 

A ilha futurista


A ilha futurista

Numa cidade muito pequenina, havia uma família muito pequenina que morava numa casa mesmo pequenina.

Nesta casa morava uma rapariga de pele negra chamada Dalila, que tinha uma enorme vontade de conhecer o futuro.

Certo dia, foi a um prédio abandonado, onde gritou:
-Rumplestistkim!

E um senhor de roupa velha e pele dourada apareceu, perguntando o que ela desejava e ela compartilhou a seu sonho consigo.

O mago avisou que uma viagem ao futuro era perigosa, mais deu-lhe as instruções e deixou-a partir.

Chegando lá, Dalila estava numa ilha onde havia skates voadores, fadas e pessoas com poderes extraordinários. Conheceu um rapaz chamado Martim, que cuidava da natureza, e mostrou a Dalila como funcionavam as coisas e como a magia havia voltado ao nosso mundo.

Com tudo isso, Dalila começou a gostar de verdade do seu amigo Martim, mas ficou triste por não poder ficar e escrever uma história com ele.

Então, no dia de regressar ao presente, Martim ficou triste pela sua despedida, mas sabia que no fundo, não se esqueceria de Dalila e vice-versa.

E todas noites, um sonhava com o outro, imaginando que aquele podia ser o mais belo conto de amor.




Texto e imagem de Nicole Santos, 6.º A
[texto produzido no ano letico de 2014/2015]

sexta-feira, 27 de novembro de 2015

Ravens in the tower of London


Fig. 1 - Tower of London
Founded in 1066 by William the Conqueror, the Tower of London was built to protect London and remains today as one of the world’s most imposing fortresses. Symbol of the Norman power, it has witnessed wars, betrayals, weddings and …. beheadings. Throughout the centuries, it has been enlarged and adapted by successive sovereigns, containing layers of history, stories and tales. A true symbol of British Royalty and is a listed  Unesco World Heritage Site.

Legend has it that if the ravens leave the tower great misfortune and disaster shall befall England.

Fig. 2 - Ravens

The presence of ravens in the Tower of London is surrounded by myth and legend. Although ravens are usually considered birds of evil prophecy, it seems that the future of the Kingdom relies upon their continued residence, for legend demands that at least six ravens remain for fear that both Tower and Monarchy will fall.

When the first Royal Observatory was housed in the north eastern turret of the White Tower, John Flamsteed (1646 - 1719), the 'astronomical observer' complained to King Charles II that the birds were intrusive and were hindering his observations. So the King promptly ordered the destruction of the ravens, however, he was immediately told that if the ravens left the Tower, the White Tower would fall and a great disaster would strike the Kingdom…

Sensibly… the King decreed that at least six ravens should be kept and sheltered at the Tower at all times to prevent any calamity from destroying the King’s kingdom.

As it seems there are seven ravens at the Tower today. Their names are Hardey, Thor, Odin, Gwyllum, Cedric, Hugine and Munin. Their lodgings are to be found next to the Wakefield Tower.

The ravens eat raw meat and bird formula biscuits soaked in blood each day. Occasionally, on “feast day”, they are fed a rabbit which is given to them whole because the fur is good for them!

So as to prevent the birds from flying away, one of their wings is clipped by the Raven Master. This procedure does not hurt the bird nor is it harmful in any way. The clipping of the feathers in one of the wings makes their flight  unbalanced and it ensures that they don't stray too far from the Tower.

Nonetheless, despite the wing clipping, there have been occasional escapes. In 1981, Grog decided to go out for a night out and was last seen outside an East End pub called the 'Rose and Punchbowl'…

Ravens can live long years. Jim Crow was the oldest raven to live at the Tower having died at the age of 44. Currently, 24 year old Hardey is the oldest raven living at the Tower.

During World War II the Tower Ravens reached their lowest point just after World War II when only Raven Grip stayed at the Tower. The birds were troubled by the continuous bombing of London and flew away in search of safer havens.

 
Fig. 3 - Crown Jewels

Nowadays, The Tower of London is visited by thousands of tourists every day…most visit the fortress to admire the Crown Jewels, but all visit the site in search of the ravens….

 Ilda Camarneira


References

Historical Royal Palaces. (s/d). Tower of London. Disponível em http://www.hrp.org.uk/tower-of-london/

Unesco. (s/d). Tower of London. Disponível em http://whc.unesco.org/en/list/488

English heritage. (s/d). Tower of London. Disponível em http://www.english-heritage.org.uk/


segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Leituras em Rede n.º 9A | Matemática | JI e 1.º CEB

... a ler


Nunca como hoje, foi possível apresentar aos alunos a matemática de modos tão diversos. Desde os livros de rimas e lengalengas, desde as histórias que aproximam aos mais novos a conceitos básicos, a vídeos que permitem prolongar a aula em casa, a jogos que implicam a aplicação de conceitos matemáticos ou a livros que nos contam a história das grandes ideias matemáticas e dos que contribuíram para esta magnífica criação humana, as bibliotecas escolares e páginas web selecionadas neste Boletim Bibliográfico permitem familiarizar e dar à matemática uma aura completamente diferente.


domingo, 22 de novembro de 2015

Diário de uma refugiada


Campo de Refugiados, Turquia18/11/2015


Querido diário,

Sei, agora, o que é ser uma refugiada síria que fugiu da guerra. Encontro-me numa situação muito triste e difícil. Atravessei o mar Egeu e cheguei, hoje, a um sítio a que chamam “Campo de Refugiados”, na Turquia. Deram-nos, a mim, ao meu pai e à minha mãe (que está grávida) água e alguma comida. Tínhamos muita fome e frio.

Aqui, há centenas ou milhares de pessoas a viver em tendas e contam-nos as suas histórias, que são parecidas com à nossa.


Nós saímos, há vários dias, da nossa casa, na cidade de Kobani.
O meu pai pagou, a um homem, 800 € por cada um de nós, para embarcarmos num navio cargueiro, mas, afinal, empurraram-nos para um bote pequeno com mais 25 pessoas. Foi muito confuso, porque as pessoas reclamavam pelos lugares, que eram poucos para tanta gente. Havia homens, mulheres e crianças. Algumas delas eram pequeninas e choravam muito. Deram-nos coletes salva-vidas e mandaram-nos embora. Acho que todos estavam assustados e desiludidos como eu, mas não tínhamos alternativa.

Um barco grande, que parecia ser da polícia, salvou-nos e trouxeram-nos para aqui, mas os meus pais dizem-me que nós iremos chegar a Inglaterra, onde já estão os meus tios à nossa espera.

Não sei se conseguiremos lá chegar, porque ouvi um homem a pedir, ao meu pai, mais 1600 € para a viagem e eu sei que ele não tem esse dinheiro.

Estou preocupada, principalmente com a minha mãe, pois ouvi outros miúdos dizerem que algumas pessoas chegam a ficar, nestes campos, durante anos.

O que vais ser de nós, querido diário?
Beijinho de boa noite
Kalina

Trabalho realizado por Camila Marcelino Cardoso (6º A, nº 3)

sexta-feira, 30 de outubro de 2015

Svetlana Alexievich, Nobel Prize in Literature



Fig. 1 - Quotation from Svetlana Alexievich

This year’s Nobel Prize in Literature was awarded to the Belarusian author Svetlana Alexievich "for her polyphonic writings, a monument to suffering and courage in our time".

Svetlana Alexievich was born on 31 May, 1948 in Ukraine. When her father completed his military service, the family moved to Belarus. After finishing school, Alexievich began working both as a teacher and as a journalist.

Alexievich has depicted and described many aspects of the Soviet society and because of her criticism of the regime, she has lived abroad in Italy, France, Germany, and Sweden, among other countries.
Her books are about important events which took place in the former Soviet Union and will constitute a heritage for future generation…



For many years, she collected materials for her first book War's Unwomanly Face, 1988, which is based on interviews of women who participated in the Second World War. “This work is the first in Alexievich's grand cycle of books, "Voices of Utopia", where life in the Soviet Union is depicted from the perspective of the individual.”



Zinky Boys – Soviet voices from a forgotten war, 1992, is another important work. The book is about the war in Afghanistan. From 1979 to 1989 a million Soviet troops fought a devastating war in Afghanistan that claimed more than 50,000 lives. The title Zinky Boys derives from the fact that the Soviet dead were shipped back in sealed zinc, while the state denied the very existence of the conflict. Svetlana Alexievich portrays the Soviet-Afghan War in an outspoken way, having created a historical document that depicts the war in crude detail.The book caused controversy and rage when it was first published in the USSR― Zinky Boys presents the open testimony of  officers, nurses and prostitutes, mothers, sons, and daughters who describe the war and its shocking effects.




The consequences of the nuclear disaster in Chernobyl, 1986, was also depicted in Voices from Chernobyl, 1997, which portrays the consequences of this nuclear disaster.

April 26, 1986, marked one of the darkest pages of history. The nuclear accident occurred in Chernobyl and contaminated as much as three quarters of Europe. Voices from Chernobyl is the first book to present personal accounts of the tragedy. Svetlana Alexievich interviewed people affected by the meltdown, from innocent citizens, firefighters and to those called in the clean up of the disaster. Their cries reveal the fear, fury, and uncertainty with which they still live. Presented in monologue form, Voices from Chernobyl is an extremely important work, a legacy for future generations.

Alexievich deepens our comprehension of an entire era through an original piece of work. Hence, the award…

Ilda Camarneira


Lista de referências bibliográficas:

Bausells, M. (2015, outubro 8). Everything you need to know about Svetlana Alexievich, winner of the Nobel prize in literature. In The Guardian. Disponível em http://www.theguardian.com/books/booksblog/2015/oct/08/everything-you-need-to-know-about-svetlana-alexievich-winner-of-the-nobel-prize-in-literature

Nobel Literature Prize. (s/d)  Svetlana Alexievich. Disponível em http://www.nobelprize.org/nobel_prizes/literature/


quarta-feira, 21 de outubro de 2015

Escrita criativa


Uma viagem ao Futuro




Eu e a minha colega Rita estávamos no quintal a brincar, quando de repente caiu uma máquina estranha do céu. Fomos ver o que era. Era um foguetão! Como procurávamos aventura, entrámos. Era um pouco apertado, mas cabíamos.

De um momento para o outro ouvimos uma contagem: 10, 9, 8,7 … Começámos aos gritos sem parar. Quando olhámos, já nos encontrávamos a flutuar no imenso e grande espaço. Avistámos um grande portal colorido, o foguetão flutuou até ao portal e, como que por magia, entrámos no futuro.
O foguetão aterrou sozinho e saímos. O futuro era incrível! Primeiro procurámos a minha nova casa e se eu tinha casado e tinha tido filhos. Conheci os meus dois filhos e o meu marido! Posteriormente, fomos ver a família da Rita. Ela adorou!

Passeámos e vimos que havia uma parte escura e feia. Perguntámos a algumas pessoas o que se tinha passado. Disseram-nos que, em 2015, tinha ocorrido uma guerra. E nós pensámos que vínhamos de 2015. Voltámos de imediato ao presente e resolvemos tudo, ou seja, fomos até ao presente para podermos acabar com a guerra


De repente descobrimos que estávamos novamente no nosso quintal.

Luana Silva, 6ºA

domingo, 18 de outubro de 2015

Poesia



Boletim Bibliográfico n.º 20 | Série BECO



A poesia é a forma de expressão e de memória mais antiga da humanidade. Antes da escrita, antes da história, na poesia fixavam-se as gestas, as sagas que se transmitiam às gerações seguintes. Este Boletim apresenta algumas das obras poéticas que estão disponíveis da Biblioteca Escolar da EB2,3 Carlos de Oliveira.


sexta-feira, 16 de outubro de 2015

Escrita criativa


Uma viagem ao futuro


Rafael era um grande inventor, e tal como inventou o capacete da invisibilidade, também criou uma máquina do tempo. Certo dia, chamou o Hugo, o Pedro, o Francisco e a mim para nos mostrar a sua invenção:

– Eis a minha última invenção: “A máquina do tempo”!

Ele puxou o lençol que a tapava.

– Quem quer ser o primeiro?

– Eu! - exclamámos em simultâneo.

Todos viajaram ao passado, menos eu que achava uma grande seca, portanto fui ao futuro.

– No passado, não há telemóveis nem computadores. O futuro é melhor. Quem sabe se as máquinas evoluíram?- informou o Rafael.

– Quero ir ao futuro – disse-lhe.

– Então entra.

Mal fechei a porta, senti uma tontura e… cheguei ao futuro. Os carros pairavam, as pessoas tinham telecomunicadores nos ouvidos e um jato privado.

– Espetáculo!

Tal como os meus amigos, voltei com recordações: um carro, um telecomunicador e um jato.

– O que trouxeste? - perguntaram ansiosos.

– Isto! – exclamei, apontando o interior da máquina.
O Rafael indagou:

– Como é que isso coube aí?

– Também gostava de saber. - afirmei-lhe.

– Mas isso pode fazê-la …

“PUMM!” foi o barulho da máquina a rebentar…


– EXPLODIR! - acabou a frase, enervado e correndo atrás de mim.


Texto e imagem de Joni Pereira, 6ºA

Why does it rain cats and dogs?




This expression as everyone knows means it is raining very heavily.

What we do not know precisely is the origin of this expression. There are, however, some explanations…
Firstly, let it be clear that there isn’t record of any incident of dogs and cats falling from the sky. It’s true that small animals like fish and frogs have been reported to have fallen from the sky, having been drawn skywards during hazardous weather. But cats and dogs, at least real cats and dogs…no record exists…

Also, the phrase seems to have little to do with the well-known hostility between dogs and cats, which is exemplified in the saying 'fight like a cat and dog'.

One of the most popular explanation is that cats and dogs, which lived in the thatched roofs of the traditional British homes, would have to leave their straw-shelter when it rained really hard. Thus it would rain cats and dogs!

It is also suggested that  a probable source of  the phrase 'raining cats and dogs' is that in the filthy streets of  old England, gutters could be awash with dead animals, heavy rain would frequently bring along dead animals, namely “cats and dogs”.  Though these animals didn't fall from the sky, the expression could have been coined from such a scene.

Jonathan Swift in his satirical poem 'A Description of a City Shower', first published in the 1710 collection of the Tatler magazine alludes to such a sight of water-borne animal corpses:


A Description of a City Shower(abridged)

(…) Now in contiguous drops the flood comes down,
Threatening with deluge this devoted town.
To shops in crowds the daggled females fly,
Pretend to cheapen goods, but nothing buy.
The Templar spruce, while every spout’s abroach,
Stays till ’tis fair, yet seems to call a coach.
The tucked-up sempstress walks with hasty strides,
While seams run down her oiled umbrella’s sides.
Here various kinds, by various fortunes led,
Commence acquaintance underneath a shed.
Triumphant Tories and desponding Whigs
Forget their feuds, and join to save their wigs.
Boxed in a chair the beau impatient sits,
While spouts run clattering o’er the roof by fits,
And ever and anon with frightful din
The leather sounds; he trembles from within.
So when Troy chairmen bore the wooden steed,
Pregnant with Greeks impatient to be freed
(Those bully Greeks, who, as the moderns do,
Instead of paying chairmen, run them through),
Laocoön struck the outside with his spear,
And each imprisoned hero quaked for fear.
Now from all parts the swelling kennels flow,
And bear their trophies with them as they go:
Filth of all hues and odors seem to tell
What street they sailed from, by their sight and smell.
They, as each torrent drives with rapid force,
From Smithfield or St. Pulchre’s shape their course,
And in huge confluence joined at Snow Hill ridge,
Fall from the conduit prone to Holborn Bridge.
Sweepings from butchers’ stalls, dung, guts, and blood,
Drowned puppies, stinking sprats, all drenched in mud,
Dead cats, and turnip tops, come tumbling down the floo

Swift alludes to swelling streets of filth of all colour and smell. All around the town “drowned puppies” and “dead cats” stunk and tumbled down the flooded streets.

Ilda Camarneira


Referências bibliográficas

The Phrase Finder (s/d). Raining cats and dogs. Disponível em http://www.phrases.org.uk/meanings/raining-cats-and-dogs.html

Oxford Dictionary Language Matters (s/d). Rain cats and dogs. Disponível em  http://www.oxforddictionaries.com/definition/english/rain-cats-and-dogs

The Guardian (s/d). Semantic Enigmas. Disponível emhttp://www.theguardian.com/notesandqueries/query/0,5753,-23990,00.html

Poetry Foundation (s/d). A Description of a city shower. Disponível em http://www.poetryfoundation.org/poem/180932