segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Sugestões de leitura...

Para Ler...


Em noite de usar capa, chapéu preto e vassoura, aqui vai uma sugestão de leitura a condizer A grande viagem da fada Miranda de Ruthanna Long.


A fada Miranda, uma combinação entre o tradicional e a modernidade, procura desesperadamente a sua gata Farrusca , desaparecida há alguns dias.

Com a bola de cristal avariada, um rádio emissor-transmissor pouco cooperante e muita falta de visão, Miranda vê-se obrigada a entrar no mundo real e pedir ajuda a duas crianças, Vera e Fernando, para recuperar a sua companheira de quatro patas.

As três personagens entram no mundo mágico, viajam por terras e espaços por onde ninguém andou, em busca da atrevida gatinha.

Descobre  os encantos desta velhinha e cómica fada, participa nas aventuras rocambolescas e nos enigmas que terão de ultrapassar, mas não te esqueças: feitiços e magia só para sortes felizes.


                                                                                                                     Licínia Torres

Sugestões de leitura...

A ler…



O dia do terramoto - viagens no tempo



Os livros desta coleção representam uma abordagem rigorosa da História, embora seja feita de forma lúdica. Assim, os leitores acabam por revelar grande entusiasmo ao serem catapultados para outras épocas que lhes permitem conviver com personagens históricas.

Este livro é muito interessante, uma vez que tendo como tema o terramoto de 1755, mostra-nos o horror de uma calamidade assim, e retrata muito da história do século XVIII, relatando aos leitores como realmente seria viver nesta época histórica.

Resumo do livro

O avô da Ana e o João, que se chama Orlando é cientista na AIVET (Associação Internacional de Viagens no Espaço e no Tempo), ou seja, significa que tem a possibilidade de poder deslocar-se e viajar para qualquer século com as máquinas do tempo que a associação possui. Um dia informou os seus netos Ana e João que iria viajar até ao dia 1 novembro de 1755, o dia do terramoto de Lisboa, para  conseguir fazer uma investigação sobre a origem dos tsunamis. Ana e o João também quiseram ir, apesar do seu avô Orlando os ter avisado de que não seria nada bom eles verem aquela tragédia. Assim, quando chegaram ao dia 1 novembro de 1755, o cientista avô Orlando preocupou-se em verificar tudo o que estava relacionado com o terramoto. Por outro lado, os dois irmãos aproveitaram para ver a cidade de Lisboa e conhecerem muitas pessoas, o seu ofício e as suas histórias.

Se quiseres saber mais… aproveita e lê o livro!

                                                                                                               Paulo Sá 

sábado, 29 de outubro de 2016

Oficina de escrita

Febres




Febres é uma vila pequena e antiga situada no concelho de Cantanhede.

Se se posicionar ao lado esquerdo da Casa Museu Carlos de Oliveira, pode ver os vários monumentos desta vila.



Aproveite para visitar esta bela casa gandaresa e conhecer a obra e a vida do escritor.

Siga em frente até chegar à igreja matriz, entre para descobrir a arte sacra deste local.

Seguidamente, vire à esquerda e caminhe na mesma direção e observe a estátua do ourives ambulante, o ex-libris da terra, que simboliza o comércio de ouro da região. Em seu redor, existem vários cafés e pastelarias onde pode provar a diversidade da doçaria local.

Venha visitar Febres conhecida como “ Terra de Ouro”.

Turma C 8.º ano:

Bárbara Vinhas n.º 4 
Tomás Marujo n.º 17  

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Oficina de escrita

     Os jovens e os parques públicos




Considero que os jovens de hoje em dia não preservam os parques públicos.

Quando os adolescentes vão (o que é um pouco raro) aos parques públicos deixam o lixo pelo chão enquanto há caixotes para esse efeito. Por vezes, eles pintam e escrevem nas paredes e bancos.

Os jovens não vão muito aos espaços públicos porque preferem estar em casa a brincar com as novas tecnologias.

De facto, há rapazes e raparigas que frequentam os parques por outras razões como: brincar, namorar, e muitas outras coisas, mas isso tudo é porque eles gostam.

A maior parte dos jovens não é tão ativa porque prefere jogar no telemóvel, no tablet, ver televisão e outras atividades que tenham a ver com as novas tecnologias.

Deste modo, reitero a minha opinião, mas apenas acrescento que os jovens podem não preservar os parques públicos mas há outros jovens que tentam preservá-los quando lá vão e aproveitam o contacto com a natureza.

Marco Pereira n.º 13 7.ºA

quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Oficina de escrita

Febres, terra de ouro 


A atual freguesia de Febres, pertence ao concelho de Cantanhede, distrito de Coimbra. 
Esta vila é muito conhecida pela época dos ourives ambulantes, por isso, vamos começar esta visita ao centro da vila pela estátua do ourives.



Vindo da freguesia dos Covões, passando pela escola primária de Febres, encontra os semáforos do centro da vila, podendo estacionar no parque da igreja matriz.

Em seguida avance para o largo de José Florindo Frota onde está localizada a estátua do ourives ambulante. Nesse local pode observar os vários tipos de árvores e um bonito lago onde se ergue a estátua que homenageia os malas verdes.

Depois dirija-se para poente e suba as escadas. Aí vai encontrar a igreja matriz, cuja padroeira é Nossa Senhora das Febres. Quando sair do templo, siga para a esquerda até o cruzamento onde estão semáforos e se passar para o outro lado da rua, a casa à sua esquerda é a Casa Museu Carlos de Oliveira. Aqui acaba a nossa visita ao centro de Febres.

Esta freguesia é muito bonita e acolhedora, por isso e por muito mais não se esqueça de visitar a vila de Febres.

Gaspar da Silva n.º 7, 8.º C

Rúben Ferreira nº. 16, 8.º C

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Oficina de escrita

 MARVÃO




Marvão é uma pequena aldeia de grandes mistérios. Esta situa-se no distrito de Coimbra, concelho de Cantanhede e freguesia de Covões.

Este nome deriva do facto do mar vir em vão, ou seja a água desse mar ter chegado, de vez em quando, a Marvão. A aldeia tem origem segundo os anciãos no século VIII d. C.

Esta terra contém muitos monumentos históricos, entre eles 2 cruzeiros, um que se situa no largo de festas, que foi criado pela junta de freguesia e povo em 1991, o segundo chamado cruzeiro de S.Tomé.

Outro dos pontos históricos é um grande lavadouro que foi inaugurado em 1953 pelo presidente Manuel Mateiro e vice presidente David Santos Marralheiro.

Além disso existem 2 grandes pedras: a Gurita uma pedra (marco de triangulação geodésico) do século XII utilizada para avistar o mar e a Pedra Moura  onde os mouros hasteavam a sua bandeira.

Também de interesse são os 3 marcos existentes em Marvão que servem de divisória entre Marvão e uma pequena zona chamada Quinta do Marco.

O santo padroeiro desta terra é o São Tomé, o santo que só acredita vendo. Os festejos realizam-se a 25 de julho, o dia de S. Tomé, com cerimónia religiosa e uma alegre romaria.
.
Aqui,mantendo a tradição, o povo dedica-se à agricultura (vinha, milho, plantação de couves, alfaces...).

Aconselhamos a visita a Marvão porque é uma terra muito misteriosa com grandes factos históricos.
E lá por ser uma aldeia pobre não deixem de visitá-la, pois é uma terra fantástica, acolhedora e calma.


                                                                               CARLA BARREIRO Nº 6, 8ºB

                                                                              CONSTANÇA DIAS Nº 7, 8ºB 

Oficina de escrita

 MARVÃO




Marvão é uma pequena aldeia de grandes mistérios. Esta situa-se no distrito de Coimbra, concelho de Cantanhede e freguesia de Covões.

Este nome deriva do facto do mar vir em vão, ou seja a água desse mar ter chegado, de vez em quando, a Marvão. A aldeia tem origem segundo os anciãos no século VIII d. C.

Esta terra contém muitos monumentos históricos, entre eles 2 cruzeiros, um que se situa no largo de festas, que foi criado pela junta de freguesia e povo em 1991, o segundo chamado cruzeiro de S.Tomé.

Outro dos pontos históricos é um grande lavadouro que foi inaugurado em 1953 pelo presidente Manuel Mateiro e vice presidente David Santos Marralheiro.

Além disso existem 2 grandes pedras: a Gurita uma pedra (marco de triangulação geodésico) do século XII utilizada para avistar o mar e a Pedra Moura  onde os mouros hasteavam a sua bandeira.

Também de interesse são os 3 marcos existentes em Marvão que servem de divisória entre Marvão e uma pequena zona chamada Quinta do Marco.

O santo padroeiro desta terra é o São Tomé, o santo que só acredita vendo. Os festejos realizam-se a 25 de julho, o dia de S. Tomé, com cerimónia religiosa e uma alegre romaria.
.
Aqui,mantendo a tradição, o povo dedica-se à agricultura (vinha, milho, plantação de couves, alfaces...).

Aconselhamos a visita a Marvão porque é uma terra muito misteriosa com grandes factos históricos.
E lá por ser uma aldeia pobre não deixem de visitá-la, pois é uma terra fantástica, acolhedora e calma.


                                                                               CARLA BARREIRO Nº 6, 8ºB

                                                                              CONSTANÇA DIAS Nº 7, 8ºB 

Oficina de escrita

 MARVÃO




Marvão é uma pequena aldeia de grandes mistérios. Esta situa-se no distrito de Coimbra, concelho de Cantanhede e freguesia de Covões.

Este nome deriva do facto do mar vir em vão, ou seja a água desse mar ter chegado, de vez em quando, a Marvão. A aldeia tem origem segundo os anciãos no século VIII d. C.

Esta terra contém muitos monumentos históricos, entre eles 2 cruzeiros, um que se situa no largo de festas, que foi criado pela junta de freguesia e povo em 1991, o segundo chamado cruzeiro de S.Tomé.

Outro dos pontos históricos é um grande lavadouro que foi inaugurado em 1953 pelo presidente Manuel Mateiro e vice presidente David Santos Marralheiro.

Além disso existem 2 grandes pedras: a Gurita uma pedra (marco de triangulação geodésico) do século XII utilizada para avistar o mar e a Pedra Moura  onde os mouros hasteavam a sua bandeira.

Também de interesse são os 3 marcos existentes em Marvão que servem de divisória entre Marvão e uma pequena zona chamada Quinta do Marco.

O santo padroeiro desta terra é o São Tomé, o santo que só acredita vendo. Os festejos realizam-se a 25 de julho, o dia de S. Tomé, com cerimónia religiosa e uma alegre romaria.
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Aqui,mantendo a tradição, o povo dedica-se à agricultura (vinha, milho, plantação de couves, alfaces...).

Aconselhamos a visita a Marvão porque é uma terra muito misteriosa com grandes factos históricos.
E lá por ser uma aldeia pobre não deixem de visitá-la, pois é uma terra fantástica, acolhedora e calma.


                                                                               CARLA BARREIRO Nº 6, 8ºB

                                                                              CONSTANÇA DIAS Nº 7, 8ºB 

terça-feira, 25 de outubro de 2016

Oficina de escrita


A minha aldeia



A minha aldeia é chamada de São Caetano pois esse é o nosso santo padroeiro.

Esta terra fica a 10 Km para norte de Cantanhede.

São Caetano já existe desde o século XVI, era povoada por colonos que vieram do Norte e dos arredores de Cantanhede à procura de terras que fossem cultiváveis. Terras estas que pertenciam aos Condes de Cantanhede, sendo mais tarde ocupadas por Marqueses, e pelo Convento de Santa Cruz de Coimbra.


Esta aldeia contém alguns monumentos, entre os quais o cruzeiro, que foi reconstruído em 1986 e a igreja matriz de São Caetano  erguida em 1973.

Um dos símbolos da aldeia é o lírio branco uma planta nobre e bela encontrada na flora local.
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A localidade é ligada à música pois aí nasceram os Sumeterraio (gaiteiros), o coral infantil de São Caetano e o Coral Caetanense.

Deve visitar esta aldeia não só por estes motivos, mas também pela sua festa  no início de agosto em homenagem ao nosso santo.

Turma: 8.º C      Gaspar Silva n.º 7
                          João Arrais n.º 10
                          Luís Gentil n.º 14

sábado, 22 de outubro de 2016

Oficina de escrita

Corticeiro de Cima





Corticeiro de Cima fica situado a norte do concelho de Cantanhede. Faz fronteira com Carapelhos, Fonte de Ageão, Vilamar, Corticeiro de Baixo e São Caetano.

A 4 de outubro de 1985, esta aldeia tomou a posse de freguesia. Desconhece-se as suas origens mas sabe-se que não serão muito antigas.

Diz-se que, como o nome indica, naquele tempo a população dedicou-se ao trabalho da cortiça. Inventou-se uma hipótese, muito antiga, de uma população de Cortiçõ ou Cortiçóo existente no Reinado de D. Afonso Henriques em 1146 e com carta de foral de 1216, que veio habitar esta terra à beira-mar. E por ser de Cortiçô, deram o nome à povoação de Corticeiros.

Esta aldeia chamada, nos dias de hoje, Corticeiro de Cima é pequena e com lugares bonitos a visitar. A Vala-Velha é muito conhecida por ter alimentado os moinhos a que o povo chamava azenhas. Em seu redor existem dois parques de merendas e uma fonte onde podem contemplar a natureza.

Para os mais jovens, há um campo de jogos para se  divertirem e estarem com os amigos.

Nos tempos de festa, como por exemplo, no Natal, os habitantes fazem um presépio ao vivo. Em Agosto, organizam uma festa e honra da Nossa Senhora dos Remédios, que termina com uma procissão.

Venha visitar esta aldeia não só pelos lugares mas também pela boa comida, no famoso restaurante Marisqueira Caravela.

Bárbara Vinhas n.º4 8.º C
Miguel Cravo n.º14 8.º C

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Oficina de escrita

A minha vila



A Tocha é uma vila que se localiza no centro do país, no concelho de Cantanhede e no distrito de Coimbra.Tem aproximadamente 4.000 habitantes. É a maior freguesia do concelho. Há cerca de 24 localidades que pertencem à freguesia da Tocha.

Da gastronomia local destacam-se a batata asada na areia, a broa de milho e os enchidos regionais.

As feiras francas (feiras onde não se pagava impostos, de grande dimensão e com muita variedade de produtos) realizam-se nos dias 14 e 27 de cada mês. As praças ocorrem todos os domingos (mercado dominical), têm mais de 200 anos.

Da década de 30, chegaram-nos algumas danças e cantares típicos da região, que hoje são grupos folclóricos que tentam relembrá-los, mantendo a tradição. Os trajes que se usavam na altura, ainda hoje são envergados pelas tremoceiras que vendem nas feiras. O que mais se destacava nos trajes era os potes que as mulheres transportavam, pois as senhoras iam com eles à fonte e eram enfeitados com as flores que recebiam dos homens.

Respeitando as memórias dos mais velhos, recuperam-se alguns jogos, como por exemplo a corrida de sacos. De igual modo alguns brinquedos, como por exemplo o pião de madeira, fazem parte das brincadeiras.

De acordo com a lenda da Tocha, em Castela existia um fidalgo jovem, que estava a dar uma volta de burro juntamente com os homens da família. O menino que estava em cima do burro encontrava-se aflito pois, este estava a correr, e o menino não  conseguia controlá-lo, até que caíram num penhasco. Todas as restantes pessoas pensavam que eles tinham falecido, mas diz a lenda que, houve uma santa, a santa D´Átocha que os salvou, ficando ambos pousados numa pedra. Em homenagem à santa o menino prometeu que iria construir uma capela num lugar deserto. Tempos depois, ele cumpriu a sua promessa, dando lugar à vila da Tocha.

Por todos os motivos apresentados devem visitar a Tocha. Aqui encontrará lugares de lazer (praia da Tocha) e de interesse.

Rita Rodrigues n.º 17 8.º A
 Elisa Rosa n.º 4 8.º A

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Oficina de escrita


Vilamar



Vilamar é uma freguesia do concelho de Cantanhede, com cerca de 5,66 Km2 de área e 780 habitantes.

Até à década de 30 do século XX chamava-se Escumalha devido ao isolamento que sofreram os judeus e cristãos novos que aqui se fixaram nesta terra de gândaras e pinhal situada entre as pedras pedregosas de Cantanhede e a costa. A 6 de julho de 1940, por Decreto-Lei foi decidido pelo Diário de Governo, que Escumalha passava a chamar-se Vilamar. A 12 de julho de 1986, Vilamar passou a freguesia.

Desde meados do século XIX, Vilamar é uma das terras mais conhecidas do mundo da ourivesaria portuguesa. Ainda hoje há uma numerosa população que se dedica à ourivesaria e relojoaria.

Antigamente, muitos partiram pelo país fora como ourives ambulantes, as famosas “malas verdes” que o percorriam todo de bicicleta e que hoje dá origem a muitas ourivesarias espalhadas por todo o território nacional.

A terra fértil permite o cultivo abundante de cereais, legumes, hortaliças e vinho. Em Vilamar existem serviços de correio, de agência de seguros, farmácia, supermercado, pastelaria, cafés, loja de móveis e cabeleireira.

Vilamar possui um património cultural vasto, como a igreja paroquial, escola do Ensino Básico, um fontanário no largo da Igreja, outro na rua Manuel Cruz Júnior, o edifício Sede da junta de freguesia e a Lagoa da Torre que é um espaço de lazer.

No início de julho há a festa de São Tomé, o padroeiro da terra, com missa solene e procissão e no fim de agosto comemora-se a festa das Vindimas.

Vilamar também tem uma gastronomia apreciada, como o cozido à portuguesa, frango de churrasco e leitão à Vilamar.

Por tudo isto, Vilamar é uma localidade que deve ser visitada, não só pela sua gastronomia, pelo seu património cultural, pelas festas mas também pelas suas paisagens verdejantes e o seu sossego.


Ana Rita Almeida Catarino, Nº 3
Ana Rita Chorosa Cruz, Nº 4     8.º B

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Oficina de escrita

Febres

Conheça Febres, um lugar com uma natureza pantanosa e lagoas toponímicas. A Freguesia de Febres contém mais de 14 vilas incluindo Lagoas, Fontinha e Cabeços.

Inicialmente  chamava-se Boeiro, era uma vila com pouca população.

Graças a José Coelho, um professor arqueólogo, descobrimos que não existia nenhuma capela dedicada a N. Srª das Febres. Mas o nome da vila foi alterado por uma febre que atingiu toda a população e a sua salvação foi o aparecimento da N. Srª das Febres, que curou todos ali presentes. Após esse acontecimento, o nome mudou para o que conhecemos hoje.

O monumento mais conhecido da vila é o Ourives Ambulante, uma estátua de bronze de tamanho real localizado na praça pública. 


Os ourives também conhecidos como “malas verdes” eram uma grande parte da população. Estes vendiam artigos de ourivesaria como brincos, anéis e cordões, deslocavam-se numa bicicleta com uma caixa verde na traseira. Hoje, esse comércio está praticamente extinto, mas ainda é muito importante em Febres e Vilamar. 

E é por esses motivos que recomendamos a visita a Febres. Aproveite cada segundo e responda por si.

Débora Rua n.º 3 8.º A
Nicole Santos n.º 15 8.º A

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Oficina de escrita

Covões, terra de música



Covões é uma aldeia que fica no centro de Portugal. Esta terra é a sede de freguesias, sendo uma das aldeias mais antigas desta zona.

Aconselho a visitar Covões pois é uma terra de música cuja banda foi criada em 1868 a partir da escola profissional de música.




Esta famosa e pequena terra é povoada por pessoas muito acolhedoras que se reúnem ao domingo em Labrengos para conversar. 

Os antepassados desta terra eram pessoas com muitas posses. Muitos desempenhavam o cargo de ourives ambulante dando riqueza à localidade, porém, esta profissão já está extinta.

Covões é uma terra de muitas e ricas tradições tais como a festa de Santo. António onde se ofereciam pés de porco em salmoura, mas ,com o passar do tempo, foram substituídos por objetos de cerâmica, ofertos à  Igreja após as procissões.

Esta localidade está bem servida no que diz respeito à medicina e educação (farmácia, escola, ginásio, dentista…). Aí se encontra uma excelente padaria, pastelaria que faz o bolo típico da região, todo o ano, o Falar da Páscoa.

Em Covões, neste momento, a profissão que mais se exerce é a de agricultor, com a plantação de milho, batatas, árvores de fruto, flores e a criação de gado. Assim as pessoas que lá vivem conseguem sustentar-se cultivando e colhendo.

Em Covões poderá degustar um prato típico, o leitão à Bairrada e a cabidela, que é o melhor da região, tendo um sabor delicioso.

Por estas razões e mais algumas aconselho a visitar Covões, uma terra de tradições.


Mariana Gonçalves, n.º 12, 8.º B
Alexandre Oliveira, n.º 1, 8.º B

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Oficina de escrita

A aldeia das duas mentiras



É pequena mas mentirosa, integra-se na região natural da Gândara, no distrito de Coimbra e no concelho de Cantanhede.

Não é vila nem tem mar, é a aldeia das duas mentiras assim se chama Vilamar.

Em meados do século XVIII a aldeia apresentava o topónimo de Escumalha (sem valor, restos). Várias hipóteses têm sido avançadas quanto ao surgimento do seu nome. Uma das mais realistas é a provável existência de uma colónia de judeus que ali se teria fixado devido à perseguição da Inquisição.


Mas voltando às origens, poderemos nós dizer que os vilamarenses serão descendentes de judeus?
Os mais antigos dizem que sim, pois a pequena aldeia tinha como rendimento a ourivesaria tendo esta origem judaica.

Vilamar subiu de estrato, passou de Escumalheira para aldeia do ouro, base da sua economia.

As atividades económicas praticadas no século XIX e XX eram: a agricultura, o comércio de ouro, a pecuária e o artesanato, embora ainda sejam praticadas mas com menor intensidade.

No interior deste lugar mentiroso, podemos encontrar uma lagoa natural de águas esverdeadas onde conseguimos passar belos momentos sozinhos ou acompanhados e ainda uma grandiosa igreja matriz fundada no século XX, este sim, um bom local para praticar a sua fé.

Por todos estes motivos convido-o a visitar esta bela aldeia.


Marta Silva Nº13 8.º A
 Mélanie Catarino Nº14 8.º A

sábado, 15 de outubro de 2016

Oficina de escrita


Cantanhede



Como todas as terras têm segredos, Cantanhede não é exceção. Esta bela cidade esconde um grande segredo: uma história de amor trágica entre um rei e uma dama castelhana.

Situada entre terra e mar, no distrito de Coimbra, Cantanhede atualmente contém mais de trinta mil habitantes, os quais estão subdivididos em catorze freguesias.


Embora não existam elementos que nos conduzam a uma data concreta da fundação de Cantanhede, foram encontrados alguns achados arqueológicos que nos dão conta de presença humana naquele território no Paleolítico Médio e que estão, hoje, expostos no Museu da Pedra.

A cidade de Cantanhede tem uma economia predominantemente terciária e primária nas suas restantes freguesias. Devido às suas óptimas condições de solo argiloso é predominante a batata, forragem e vinha. O seu vinho é conhecido internacionalmente pelo seu sabor único.

Por todos estes motivos a visita à cidade de Cantanhede é mais que recomendada.
                                                                                               
                                                                                          Lara Paulino nº10 8ºA

                                                                                          Luana Silva nº11 8ºA

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Oficina de escrita

Febres, a minha vila



A vila de Febres pertence ao conselho de Cantanhede e distrito de Coimbra.
Febres fazia parte da freguesia de Covões até ao dia 19 de outubro de 1791, dia do pedido de desmembramento que só foi aprovado após 80 anos.

Este local tem o nome de Febres mas também já se chamou de Boeiro devido à existência de muitos boeiros e riachos no local. 


É composta por diversas aldeias de divertidos nomes tais como: Balsas, Pedreira, Sanguinheira, Chorosa.



Carateriza também Febres o facto de aí terem surgido os ourives ambulantes também chamados de malas-verdes que deram origem às ourivesarias espalhadas pelo país, África e até Brasil. Em nome destes trabalhadores foi inaugurada uma estátua, com o nome de “Ourives Ambulante”. É o ex-líbris da terra da autoria de Celestino Alves André que se encontra erguida no largo José Florindo Frota.


O antigo templo paroquial, mais tarde deitado abaixo foi substituído pela atual igreja que fica no centro da vila.

A santa padroeira de Febres é a Nossa Senhora das Febres e todos os anos a 8 de setembro é realizada uma festa em honra da mesma.

Aconselhamos a visita a Febres por todos estes motivos e pela existência de uma casa-museu em nome de Carlos de Oliveira que foi um célebre escritor português.


                                                                                                         
Ângela Cruz, Nº3
Hugo Preguiça, Nº8

Turma: 8.º C

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Oficina de escrita


Vilamar, terra das duas mentiras


Vilamar é conhecida como a Terra das duas mentiras: nem é vila, nem tem mar. A aldeia distingue-se pelo ouro e pelos seus ourives, pela sua agricultura, cultivo de cereais, legumes, hortaliças, vinhos e pomares diversos.

Vilamar- freguesia do concelho de Cantanhede, com 5,66 km2 de área. Em 2011 contava com 780 habitantes. Esta antiga localidade ficou conhecida até à década de 30 como Escumalha. Várias hipóteses têm sido estudadas quanto ao topónimo da aldeia uma das quais a existência no local de uma fábrica de pez e breu.

Em meados da década de 30, os habitantes não contentes com o nome desta localidade, revoltaram-se. Entre várias hipóteses triunfou o nome de “Vilamar”.

Quantos dos nossos velhinhos contam histórias do homem que pedalava incansavelmente e que transportava uma caixa de lata verde recheada de tesouros maravilhosos!
Durante muitos anos, o principal pilar da economia vilamarense foi a manufatura de objetos de ouro e relojoaria.

Fazem parte do património cultural de Vilamar: a Igreja Paroquial, o Fontanário Largo da Igreja, Lagoa da Torre (conhecida antigamente como Lagoa do Frade) e Fontanário Rua Manuel Cruz Júnior. Aqui Vilamar reflete a sua história e a sua gente.

Por todos estes motivos aconselha-se a visita pormenorizada a esta belíssima terra onde descobrirá sabores e saberes.



Ana Francisca Cruz, nº2
Duarte Cruz, nº10
8ºB , 2016/2017


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Divergente







Vem descobrir Beatrice Prior e os seus amigos numa saga repleta de emoções, lutas pessoais, procuras e conflitos.

A trilogia Divergente está à tua disposição na Biblioteca Carlos de Oliveira quer em DVD quer em livro.

Começa pelo filme Divergente ou pelo romance de Veronica Roth, o best seller mundial, que o inspirou. Nele irás conviver com Beatrice, a jovem protagonista, que num processo de iniciação busca a sua verdadeira função e identidade, numa sociedade, que se quer perfeita, dividida em fações, onde cada indivíduo cultiva as suas aptidões e desenvolve virtudes (sinceridade, altruísmo, coragem, amizade, inteligência).

Mas a pesar da aparente funcionalidade destes grupos, algo ameaça a cidade de Chicago e põe em perigo a vida e o segredo da jovem Intrépida.

Se queres desvendar a chave deste mistério, lê o romance ou visiona ou filme, confortavelmente instalado na tua biblioteca escolar.

Não te esqueças de ver os restantes títulos desta tríade.