sexta-feira, 18 de dezembro de 2015

Natal


[leituras coloridas]



Ler desperta em nós muitas sensações.

Este pequeno projeto pretendeu, para além de motivar os alunos para a leitura,  fazer um registo das sensações e impressões coloridas vividas pelos mesmos a partir de leituras lúdicas e expressivas de contos e lendas de Natal. Deste trabalho partilhado resultaram as Leituras Coloridas…
Ilda Camarneira



segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Natal

Boletim Bibliográfico n.º 21


Histórias para encantar miúdos e graúdos, no aconchego do lar, na alegria da família e dos amigos, na ternura da hora de deitar, numa tarde fria e solarenga com um gato pelos pés ou tão só numa mesa da biblioteca ou da sala de aula.




quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Educação literária

Ali Babá e os quarenta ladrões



Li a obra Ali Babá e os quarenta ladrões na aula de Português, no dia 20 de outubro de 2014. Possui diversas ilustrações, na minha opinião, bonitas, coloridas e muito criativas.

Esta obra conta-nos a história de Ali Babá que encontra o esconderijo dos 40 ladrões e fica com uma parte do tesouro, enquanto o outro irmão é morto, no próprio esconderijo, pelo chefe dos ladrões.

As personagens que considero mais interessantes são Ali Babá e a Morjiana, porque Ali Babá é a personagem mais marcante da obra e Morjana, a bela jovem criada, que salva Ali Babá.

O capítulo que mais gostei foi o segundo, pois é a descoberta do deslumbrante e surpreendente tesouro.

 Este livro é muito interessante e aconselho a sua leitura a qualquer jovem, porque a história prende o leitor do princípio ao fim e faz-nos refletir na questão: “Será ladrão aquele que rouba aos ladrões?”


Ana Rita Chorosa Cruz, 6º B (2014/2015)

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

A vida de Homero


[texto produzido no âmbito da leitura das obras da Educação Literária 6.ºA]


Homero foi um grande poeta grego, pensa-se que nasceu em 928 a. C. e morreu em 898 a.C.. Terá nascido em Esmirna, atual Turquia, ou em alguma ilha do mar Egeu, mas a sua origem é tão controversa, que oito cidades disputam a honra de terem sido a terra natal do poeta. Todas estas cidades querem ter a honra de terem como Homero um filho da terra.

O ambiente em que viveu era chamado "Período Homérico", dele pouco se sabe. A sua história, mistura lenda e realidade, muito do que se conta representa-o velho e cego, andando de cidade em cidade a recitar os seus poemas.

Os gregos antigos, geralmente acreditavam que Homero era um indivíduo histórico, mas os estudiosos modernos são descrentes. Nenhuma informação biográfica de confiança foi transmitida a partir da antiguidade clássica e os próprios poemas manifestamente representam o culminar de muitos séculos de histórias contadas oralmente e um bem desenvolvido, sistema já muitas vezes usado de composição poética.

De acordo com alguns pesquisadores, "Homero" não é "o nome de um poeta histórico, mas um nome fictício ou construído" ou "uma personificação coletiva de toda a memória grega antiga".


As obras de Homero

Homero era autor de duas das principais obras da antiguidade: os poemas épicos Ilíada e Odisseia.

Ilíada é um livro, em que o autor descreve a Guerra de Tróia (entre gregos e troianos) em vinte cantos (20 poemas). Na Ilíada, Homero conta o penúltimo ano desta guerra, que durou dez anos.

                                
                      
Odisseia é uma sequência da Ilíada, uma obra com valor ao autor e é um poema fundamental no Ocidente. A Odisseia, assim como a Ilíada, é um poema elaborado ao longo de séculos, provavelmente no fim do século VIII antes de Cristo.



A Odisseia e a Ilíada são poemas elaborados ao longo de séculos e foram, durante muitos séculos, transmitidos por tradição oral, tendo tido sua forma fixada por escrito, provavelmente no fim do século VIII a.C.

Trabalho realizado por Marco Pereira n º 10, 6 ª da escola EB Carlos de Oliveira do AELdF.

Referências bibliográficas:

Wikipédia. (s/d). Homero. Disponível em  http://www.infoescola.com/biografias/homero/

Wikipédia. (novembro, 14 de 2015. Ilíada. Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Il%C3%ADada

Wikipédia. (outubro, 26 de 2015). Odisseia. Disponível em https://pt.wikipedia.org/wiki/Odisseia


sexta-feira, 4 de dezembro de 2015

Imaginando

Imaginando


Um poema,
Qualquer um pode criar,
É feito de imaginação
Que vem do coração
Que nunca pára
Que nunca tem fim,
Porque fazer um poema é mesmo assim
Só preciso de ter imaginação,
Até que nunca acabe,
Até mais não.
A imaginação
É como uma mão
Que dá carinhos
E também miminhos.
A imaginação
É uma luzinha
Que nunca trabalha sozinha
Só funciona com o coração
E com muita ilusão 
Que vem do teu interior.
E é por haver ilusão
Que quente é o verão
E que os dias são dias
Isso eu já sabia

E tu sabias?!

Rafael Pereira Batista, 6ºA
[texto produzido no ano letivo de 2014/2015]

quinta-feira, 3 de dezembro de 2015

Um jogo, ou…vida real?


Já estava eu no futuro, graças a uma máquina, quando o aeromóvel (disco voador que anda a baixa altitude) deixou para trás uma colina. Eu encontrei um arbusto à minha frente e, por instantes, pensei que podia ser uma espécie de ser vivo. Tentei travar o aeromóvel, mas, só quando cheguei perto dele, percebi que não se mexia.

Aumentei a altitude do aeromóvel e vi “um milhão” de árvores, arbustos… Nunca tinha visto tanta densidade de coisas sem ser em hologramas e jogos. Fiquei ali quieto a olhar e sem palavras.

Tudo parecia calmo, mas depois interroguei-me até onde chegava aquela floresta.
Subi ainda mais o aeromóvel, e consegui ver a floresta em toda a sua grandeza. Era realmente enorme e agora ainda parecia mais densa, o que me fez lembrar um jogo só que, agora, não era jogo, era realidade.

No jogo eu tinha de atravessar o bosque e possuía vidas. Isso fez-me pensar: “Só tenho uma oportunidade e gostava mesmo de saber quanto tempo levava a atravessá-la”. O que perderia em experimentar?

Tive de inventar as minhas regras: aeromóvel a sessenta quilómetros por hora pelo lado mais largo, em linha reta e só faria os desvios das árvores. Também não podia demorar mais de dez minutos.
Seria eu capaz de gastar menos tempo?




Texto e imagem de Rafael Pereira Batista- 6ºA 
[produzido no ano letivo de 2014/2015]

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

Poema em construção

Poema em construção


Foi uma hora de aventura
Pensando na tua estrutura
A minha caneta a falhar
Os meus pensamentos a vaguear…

Escrevo-te, escrevo-te…
Já me dói a mão
De tão grande que tu és
De tanta emoção…

De tanto palavrear
Estou farta de te inventar
É difícil imaginar
Estou-te sempre a apagar.

Quando chego ao fim
É uma grande alegria
De tanto prazer,
De tanta magia…

Rimas, rimas sem parar…
Às vezes és um problema
Não é fácil rimar…
Mas adoro-te, meu Poema!


Mélanie Catarino, 6ºA
[texto produzido no ano letivo de 2014/2015]

terça-feira, 1 de dezembro de 2015

Ulisses


[texto produzido no âmbito da leitura das obras da Educação Literária]


Depois do mar das sereias, Ulisses teve ainda uma aventura antes de chegar a Córcira. Esta aventura não está na Odisseia, pois foi roubada há muitos anos por um ladrão de versos…

Antes de chegar a Córcira, os marinheiros estavam já cansados de navegar e a sua comida estava a acabar. Os homens estavam famintos e desanimados, quando algo surpreendente aconteceu.

Ulisses, que estava no mastro, verificou que se estavam a aproximar duma ilha. Decidiram desembarcar. A ilha fora uma surpresa para os marinheiros, pois não estava nos seus mapas.
- Esta ilha é tão rica! Verde e cheia de frutos coloridos! - exclamou um marinheiro.
-Vamos matar a nossa fome! - recomendou outro.

E assim aconteceu, alguns apanharam frutos, outros exploraram a ilha e Ulisses ficou a procurar alguma lenha para se aquecerem à noite. Depois de o acampamento pronto, os frutos apanhados e a fome saciada, a terra começou a tremer!

Eis que aparece um monstro de cinco cabeças!!!!! A sua cor esverdeada e escamas lamacentas repugnavam quem se atrevia a olhar-lhe. Da sua boca cuspia ácido. Os seus olhos vidrados arrepiavam os corpos e causavam medo. Muito medo.


Os marinheiros aperceberam-se que ali havia algo estranho. Sem se atreverem a enfrentar a fúria da fera, fugiram a sete pés para o barco para escapar aos inúmeros dentes da aberração criada por Hades, o Deus grego dos infernos!

E assim acabou este episódio muito atribulado. Ao que se segue um naufrágio, descrito no livro, em que o Ulisses, o único sobrevivente, chegou a Córcira.

João Duarte Miranda e Cruz (editado pela turma do 6.ºA)
19/11/2015- Disciplina de  Português 

A ilha futurista


A ilha futurista

Numa cidade muito pequenina, havia uma família muito pequenina que morava numa casa mesmo pequenina.

Nesta casa morava uma rapariga de pele negra chamada Dalila, que tinha uma enorme vontade de conhecer o futuro.

Certo dia, foi a um prédio abandonado, onde gritou:
-Rumplestistkim!

E um senhor de roupa velha e pele dourada apareceu, perguntando o que ela desejava e ela compartilhou a seu sonho consigo.

O mago avisou que uma viagem ao futuro era perigosa, mais deu-lhe as instruções e deixou-a partir.

Chegando lá, Dalila estava numa ilha onde havia skates voadores, fadas e pessoas com poderes extraordinários. Conheceu um rapaz chamado Martim, que cuidava da natureza, e mostrou a Dalila como funcionavam as coisas e como a magia havia voltado ao nosso mundo.

Com tudo isso, Dalila começou a gostar de verdade do seu amigo Martim, mas ficou triste por não poder ficar e escrever uma história com ele.

Então, no dia de regressar ao presente, Martim ficou triste pela sua despedida, mas sabia que no fundo, não se esqueceria de Dalila e vice-versa.

E todas noites, um sonhava com o outro, imaginando que aquele podia ser o mais belo conto de amor.




Texto e imagem de Nicole Santos, 6.º A
[texto produzido no ano letico de 2014/2015]