segunda-feira, 25 de novembro de 2013

Sociedade


25 de novembro

Dia Internacional pela eliminação da violência contra a mulher




A data de 25 de novembro de 1960 ficou conhecida, mundialmente, devido ao maior ato de violência cometido contra mulheres: as irmãs dominicanas Pátria, Minerva, e Maria Teresa, conhecidas como “Las Mariposas”, que lutavam por encontrar e implementar soluções para problemas sociais de seu país, foram perseguidas, diversas vezes presas, até serem brutalmente assassinadas.

A partir daí, o dia 25 de novembro passou a ser uma data de grande importância, principalmente para aquelas que sofrem ou já sofreram de violência.
A violência contra a mulher é visto como um problema a nível mundial que não distingue cor, classe social ou raça: é um ato injustificável que deve ser denunciado e punido pois revela formas cruéis e perversas de discriminação de género; desrespeita a cidadania, os direitos humanos, violando a dignidade e destruindo sonhos.

Só em Portugal, no decorrer deste ano (2013) já morreram 32 mulheres vítimas de violência. É um número assustador que nos deve fazer refletir e mobilizar para a construção de um país, de um mundo que se fundamente na igualdade e na liberdade.

Publicada a 25 de novembro de 2013.

Tempo de leitura - Rómulo de Carvalho


Rómulo de Carvalho

Pseudónimo: António Gedeão

Rómulo Vasco da Gama de Carvalho nasceu a 24 de novembro de 1906, em Lisboa. Homem de múltiplas facetas, abraçou com paixão a ciência e a educação. Foi professor, pedagogo, autor de manuais escolares, historiador da ciência e da educação, divulgador científico e poeta.



Publicou sob o pseudónimo de António Gedeão o seu primeiro livro de poesia Movimento Perpétuo (1956), seguido de inúmeras obras: Teatro do Mundo (1958), Máquina do Fogo (1961), Poemas Póstumos (1987)...

A sua vastíssima obra ganhou asas na voz de músicos/cantores portugueses. São de relembrar poemas como Pedra Filosofal, Lágrima de Preta musicados por Manuel Freire.




Publicado o 24 de novembro de 2013


Tempo de Leitura


Descobrir Álvaro Magalhães   

 Álvaro Magalhães é autor de uma obra diversificada dirigida ao público infantojuvenil, escreveu poesias, contos e textos dramáticos.   As suas primeiras publicações ( poesias) datam dos anos oitenta e o seu primeiro livro para crianças  Histórias com muitas Letras foi publicado em 1982.  Nos anos 80, iniciou a sua coletânea de livros Triângulo Jota, uma série de aventuras protagonizadas por três jovens que foram posteriormente adaptadas para televisão (RTP), tendo vindo a ter grande sucesso.


Na sua carreira literária, contam-se vários prémios atribuídos por organizações conceituadas tais como a Associação Portuguesa de Escritores e o Ministério da Cultura entre 1981 e 1985 e a International Board on Books For Young People, em 2002,  com a obra O Limpa-Palavras e outros Poemas.  Nesse mesmo ano, recebeu o Grande Prémio Calouste Gulbenkian de Literatura para Crianças e Jovens 2002 com o livro Hipopóptimos – Uma História de Amor.



 Para mais informação biográfica e bibliográfica, clica em:       http://beavemmarinhais.blogspot.pt/p/autor-do-mes.html 

Para ouvires o poema “ Limpa –Palavras “ clica aqui:
 http://conta-meumconto.blogspot.pt/2008/02/o-limpa-palavras.html


Podes ainda observar um booktrailer sobre este poema realizado por alunos de uma escola e inspirares-te para a apresentação de outros  trabalhos:
 http://www.youtube.com/watch?v=iWPv0m4b9FI



Publicado a 20 de novembro de 2013

quinta-feira, 21 de novembro de 2013

os media

[dia mundial da televisão]


Tal como muitos jovens, também tu, certamente, dedicas muitas horas face ao ecrã da TV, objeto que invadiu as nossas casas, do salão ao quarto. E tens plena consciência de que esta caixinha mágica mudou o mundo.



O que provavelmente desconheces é a razão pela qual se designou o dia 21 de novembro como o Dia Mundial da Televisão.
Queres saber a resposta?
A Assembleia Geral das Nações Unidas (órgão intergovernamental da ONU), reunida a 21 de novembro de 1966, reconheceu o importante papel desempenhado pelos órgãos de comunicação social, com especial destaque para a TV, no alertar o mundo para os conflitos, as ameaças à paz e à segurança. Deste modo, incentivou as trocas de programas televisivos sobre as questões relativas à paz, à segurança, ao desenvolvimento social e económico, reforçando o intercâmbio cultural.

Como vês, este pequeno aparelho vai muito para além da sua função de entretenimento, abraça uma vertente de informação e formação de valor incalculável, permitindo ao público em geral criar a sua opinião sobre acontecimentos de âmbito mundial.

domingo, 17 de novembro de 2013

ler para ser [trava-línguas para a língua aprender]

ler Luísa Costa Gomes


Luísa Costa Gomes, escritora de contos, de romances, de peças de teatro, é também cronista e tradutora. Iniciou a sua carreira literária em 1982, com a publicação de 13 Contos de Sobressalto. Desde então não parou de escrever.



Foi responsável pela edição da revista Ficções, dedicada à divulgação do conto, quer de autores estrangeiros quer de autores portugueses.

Em 2010 foi galardoada com o Prémio Fernando Namora pela obra Ilusão ou o que quiserem.

É licenciada em Filosofia, professora do ensino secundário e desenvolve um importante conjunto de projetos que relacionam a arte e a escola.

Para saberes mais sobre a autora, consulta a sua página pessoal na www em http://www.luisacostagomes.net/. Podes recolher informação mais detalhada sobre a sua vida, obra e projetos.

Na página da Direção-Geral do Livro e das Bibliotecas, em http://www.dglb.pt/sites/DGLB/Portugues/autores/Paginas/PesquisaAutores1.aspx?AutorId=8439, tens também referências mais aprofundadas sobre a biografia da autora.

Luísa Costa Gomes é também argumentatista. Na página do IMDB (Internet Movie Data Base), em http://www.imdb.com/title/tt1556193/?ref_=nm_flmg_wr_1, encontras uma referência ao filme O Barão, no qual Luísa Costa Gomes participou como argumentatista, adaptando ao cinema o conto de Branquinho da Fonseca.
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Uma das dimensões da obra de Luísa Costa Gomes é a escrita de literatura infanto-juvenil.


A autora escreveu o Trava-Línguas, um livro divertido, com pequenos textos em prosa e em verso, para ajudar a destravar a língua dos mais pequenos mas, também, de muitos graúdos.  Neste livro, a autora procurou, criando textos novos ou adaptando textos antigos da literatura tradicional portuguesa, que todos eles contassem uma história simples.

Trava-línguas (ou destrava-línguas, como também se lhes chama) são pequenos textos, em prosa ou em verso, que jogam com os sons das palavras e que se distinguem por serem normalmente difíceis de dizer. Se forem ditos muito depressa, é quase impossível pronunciá-los sem tropeçar.

Eis alguns dos trava-línguas escritos pela autora:

O prato de tigres

Num prato de trigo tragam três tigres
Três tigres tragam trigo num prato
dum trago.
Tragam o trigo aos três tigres que eles
tragam  o trigo no prato.
Tragam o trigo aos três tigres que eles
tragam o trigo no prato.
Dum trago.

Num ninho de Nafagafos
Num ninho de Nafagafos
há sete Nafagafinhos.
Quando a Nafagafa sai
Ficam os Nafagafos sozinhos.

Coitadinhos!

Onde foi a Nafagafa?
Foi a Faro em Fraca
fragata francesa que havia num frasco.
Comprou farinha, farelo, farófia, frescas
travessas de fruta, e truta.

Esfalfada a nafagafa voltou num voo veloz
prós sete nafagafinhos.
Com tantos tantos presentes
Ficaram todos contentes!

Podes ler o texto completo, com respeito pelos direitos de autor, em http://e-livros.clube-de-leituras.pt/elivro.php?id=travalinguas.



No fim do texto, encontras ainda passatempos e desafios.

Por fim, se fores a http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/lermaisemfamilia/contributos-sugestoes.php encontaras mais sugestões de leitura de outros autores. Podes desafiar os teus pais e irmãos a lerem contigo.

Também podes procurar na Biblioteca da tua Escola.
Boas leituras!!


Bibliografia:
_______ (s/d). Vida. Obtido em http://www.luisacostagomes.net/biografia.htm em 17.11.2013.

Centro de Documentação de Autores Portugueses (2010). Biografia: Luísa Costa Gomes. Obtido em http://www.dglb.pt/sites/DGLB/Portugues/autores/Paginas/PesquisaAutores1.aspx?AutorId=8439 em 17.11.2013.

Librairie Portuguese e Brésiliénne (s/d).  Trava-linguas. Obtido em http://www.librairie-portugaise.com/ShowProduct.aspx?ID=1564 em 17.11.2013.



domingo, 10 de novembro de 2013

ler para ser [história do livro ativo e outro]

De pequenino se torce o pepino

A autora, Conceição Areias, deixa um convite aos mais pequenos para se aventurarem no mundo da leitura. 


A personagem principal desta história é um livro que está cansado de estar na prateleira da estante. Certo dia decide voar por esse mundo…

Será que ele vai fazer alguém feliz? É o que vão descobrir se o tirarem da estante.
Para quem não tiver oportunidade de o manusear, pode ouvi-lo em suporte digital  neste
endereço: www.youtube.com/watch?v=dlHFE7jZjto‎

Onde meto o meu nariz ?

Outro livro, da mesma autora,  ensina, de uma forma lúdica, as crianças a gostarem de manter uma higiene e uma alimentação saudáveis.

pelos caminhos das ciências [curiosidades]


Marte…

Se os seres humanos alguma vez tiverem de abandonar a Terra, Marte será o melhor lugar para se mudarem - embora seja terrivelmente  frio e não tenha ar.



Um eclipse salvador

Em 1503, o explorador Cristovão Colombo naufragou numa ilha sem ter comida.
Ele sabia que ia ocorrer um eclipse lunar, por isso disse aos nativos que o seu Deus ficaria zangado com eles e faria a Lua desaparecer se não lhe dessem de comer.
Quando a terra passou entre o Sol e a Lua, o céu começou a brilhar num ameaçador tom vermelho e pouco depois a Lua desapareceu. É claro que Colombo conseguiu a sua comida.

ler para ser [obras de Alice Vieira]

Alice Vieira é uma das destacadas escritoras portuguesas de literatura infanto-juvenil. Nasceu em Lisboa, onde se licenciou em Filologia Germânica pela Faculdade de Letras da Universidade Clássica.
Alice Vieira
Iniciou a sua vida profissional como jornalista, trabalhando nos  jornais Diário de Lisboa, Diário Popular e Diário de Notícias. Atualmente escreve para as revistas Ativa, Audácia, dos Missionários Combonianos,  e no Jornal Senior.

Em 1979, ganhou o primeiro prémio literário “O Prémio Do Ano Internacional da Criança” com a publicação do primeiro romance juvenil –“Rosa, Minha Irmã Rosa”.

Desde então nunca mais parou de escrever livros, não só para crianças e jovens mas, também, para adultos, tendo ganho projeção nacional e internacional. Para além disso, participou em vários programas de televisão como, por exemplo, Rua Sésamo (fazia parte do grupo de escritores “residentes”), Jornalinho, Duende Verde, Hora Viva ...
As suas obras estão traduzidas em várias línguas.
Para conheceres a bibliografia completa clica aqui:  http://alicevieira.net/bibliografia/bibliografia.htm

Rosa minha irmã Rosa, o primeiro romance de Alice Vieira,  conta–nos os conflitos internos de Mariana, uma criança de nove anos que é a protagonista da história. É filha única e vê o seu mundo alterado com o nascimento da irmã, Rosa.  Mariana, a narradora,  vai transmitindo  os seus problemas relacionados com o seu crescimento e sentimentos,  porque se sente relegada para segundo plano no seio familiar.  Todo o conflito se resolve  no final da história, quando a irmã adoece. Por essa altura, toma consciência do afeto que nutre por ela, acabando por aceitar o seu espaço no seio familiar. Pelo meio da narrativa, tomamos contacto com histórias fantásticas relacionadas com vários elementos da família, avós  tias e primas, que têm um papel relevante na sua vida assim como com os seus sonhos e as suas interpretações da vida e do mundo o que torna a narrativa evolvente.

Este foi o primeiro livro duma triologia do qual fazem parte os livros ”  Lote 2 , 2º Frente” e  “Chocolate à Chuva”. Se quiseres saber como evoluiu a vida de Mariana, vai à biblioteca.Estes livros esperam-te para te ajudarem a passar umas horas divertidas.  


Não te vais arrepender!