quarta-feira, 9 de maio de 2018

Oficina de escrita


Retrato





Como não havia cadeiras, sentaram-se em almofadas forradas de cetim vermelho, com as pernas cruzadas. Nesse momento abriu-se uma pequena porta e apareceu uma melhor alta, rondando os 40 anos mas que parecia uma jovem. A senhora nem era gorda nem era magra.

Tinha um rosto cheiinho, oval e rosado como uma maçã acabada de colher. O vestuário era constituído por uma camisola preta, um casaco vermelho e preto, umas calças azuis cor do mar e uns sapatos pretos e brilhantes como um diamante. O seu cabelo tinha a cor de uma torrada acabada de fazer, os seus olhos cor de avelã eram lindíssimos e os seus lábios destacavam-se, grossos e vermelhos.

Ela era uma mãe, trabalhadora, simpática, bonita, criativa e preocupada com os filhos.

Ela era também a pessoa mais importante na vida dos seus filhos, embora duvidasse disso.

Mariana Morgado , 7.º B

terça-feira, 8 de maio de 2018

Oficina de escrita


 Relações entre pais e filhos



Na minha opinião, o bom relacionamento entre pais e filhos é essencial para um bom ambiente familiar.

A meu ver, os filhos devem ter uma relação aberta com os pais, pois estes têm experiência de vida e conseguem ajudá-los a ultrapassar os seus problemas.

Em primeiro lugar, eu penso que é muito importantes os filhos respeitarem e seguirem as ordens e os conselhos dos pais, pois, como já disse anteriormente, estes têm experiência e só eles, como pessoas mais velhas, os podem ajudar.

Em segundo lugar, acho que os pais têm muito para transmitir aos filhos. Por exemplo, podem ensinar-lhes coisas de que gostam e acham interessantes: jogos lúdicos, educativos, tradicionais, matemáticos, etc.

Deste modo, concluo que as relações entre pais e filhos são fundamentais e condicionam o modo como as crianças lidam com os problemas.

Sara Teixeira , 7.º B

segunda-feira, 7 de maio de 2018

Oficina de escrita


Cristina


Como não havia cadeiras, sentaram-se em almofadas forradas de cetim vermelho, com as pernas cruzadas. Neste momento abriu-se uma pequena porta e apareceu uma senhora de quarenta anos, baixa e magra.

Tinha um rosto oval, onde sobressaíam dois belos olhos verdes como esmeraldas. Uns lábios tão finos e delicados, como os da Branca de Neve, destacavam-se no tom de pele claro. Surgiu com um belo sorriso na cara e mostrou-se simpática e generosa ao oferecer a todos biscoitos acabados de fazer. Trazia vestidas umas calças, uma camisa e calçava sapatilhas. Começou a falar com eles e a perguntar-lhes se precisavam de ajuda e se estava tudo bem. Acharam-na amável.

Todavia, começaram a falar alto e ela enervou-se, pois detestava barulho.

E esta era Cristina, um exemplo de simpatia e generosidade.

Sara Teixeira , 7.º B

sexta-feira, 4 de maio de 2018

Oficina de escrita

Benedita


Como não havia cadeiras, sentaram-se em almofadas forradas de cetim vermelho, com as pernas cruzadas. Nesse momento abriu-se uma pequena porta e apareceu uma menina a fazer barulho e a olhar para nós com uns olhos lindos.

Chamava-se Benedita e tinha 6 anos. Era magra e media cerca de 1.23m. Destacavam-se nela uns olhos azuis como o mar e umas pestanas longas e pretas como o carvão, uns lábios finos cor de morangos e um nariz de mentirosa, cabelo castanho claro, liso e curto.

Vestia umas calças de ganga e uma camisola azul com renda. Usava uns sapatos castanhos e uma laçinho no cabelo.

Ela era muito simpática e brincalhona, mas quando as coisas não corriam à sua maneira, começava a chorar, resmungar, bater, morder, beliscar,... Nunca parava quieta e odiava comer.

 Apesar disso, era uma boa menina, pois fazía-nos rir.

                                                                                                             Matilde Gandarez, 7.ºB, n.º19