sábado, 7 de outubro de 2017

Oficina de escrita: cronista por um dia


Um sorriso vale mais que mil palavras



Uma manhã cinzenta e monótona como muitas outras: saio de casa, entro no carro. Aqui vou eu para mais um dia de trabalho.

Como sempre, apanho trânsito. Desta vez foi um acidente, nada de especial para quem está habituada. Ligo o rádio para me distrair. Passado uns minutos, ouço o locutor a desafiar os seus ouvintes e pedir-lhes para simplesmente sorrir para as pessoas ao seu lado.

Quando dei por mim, estava toda a gente a trocar sorrisos, então decidi fazer o mesmo. Num abrir e fechar de olhos, o cinzento do céu desaparecera, vi um sol radiante. Foi a coisa mais bonita que vi.

Nesta agitação quotidiana, as pessoas já não comunicam entre si, especialmente na cidade. E um sorriso pode mudar tanta coisa. Andamos sempre na correria e nem damos conta da pessoa que está ao nosso lado. Agora isolamos-nos cada vez mais. A nossa vida torna-se muito monótona.

Quem me dera voltar a ser criança e voltar ao campo onde toda a gente se conhece. Ai, que saudades!

Carla Barreiro, Rita Rei, Duarte Cruz - 9.º B

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Oficina de escrita: o comentário

A CULPA É DAS ESTRELAS





A culpa é das estrelas continua a comover milhares de pessoas por todo o mundo. Uma emocionante história de amor, escrita por John Green, que já conta com vários prémios.

O romance desenrola-se entre dois jovens com cancro, Augutus  Waters e Hazel Grace. Uma história que foge ao cliché e não tem um final feliz.

Conhecem-se no Sagrado Coração de Jesus, frequentado por jovens portadores da doença, e a partir daí não se largam.

Esta obra está disponível em livro e em filme e pretende mostrar que as pessoas com doenças são pessoas como as outras, têm sentimentos e merecem ser respeitadas.


Francisca Cruz, n.º 1, 9.º B


quinta-feira, 15 de junho de 2017

Faça lá um poema

Único



Para mim é único
O prazer que tenho
De pintar, desenhar
Não desistir e continuar.

Nada nem ninguém
Me vai fazer parar.
Vou continuar e
Continuar a imaginar!

Sinto – me leve
Quando pinto,
Gosto de desabafar no papel,
Falar com o pincel.                                                                                                                                                                                            


Sara Pedro, 7.ºA, n.º18

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Faça lá um poema

Sou uma criança        




Sou ainda uma criança
Mas eu sei!
Eu sei que a pessoa
Que eu quero ser vai crescer
E vai crescer dentro de mim.
É como a flor
Que eu cuido com amor no meu jardim.                                                                                                
E que, um dia, irá florescer.
Sou ainda uma criança
Mas eu sei!
Eu sei que, por muito que eu saiba
E que por muito que eu aprenda,
Muito mais há para saber,
Muito mais há para aprender.
Sou ainda uma criança
Mas eu sei!
Eu sei que, por mais difícil que seja lá chegar,
Por mais longínquos que estejam de alcançar,
Os sonhos comandam a vida
E mais a vida de uma criança.
Sou ainda uma criança
Mas eu sei!
Eu sei que há o bem e o mal,
O feio e o belo
E que o belo se torna feio,
Quando alguém faz o mal.
Sou ainda uma criança
Mas eu sei!

Eu sei que sou apenas uma criança,
Mas uma criança que sonha
E que vive e cresce por sonhar!




                                                             Maria Stela Cruz Fernandes, n.º14, 5.ºB