sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Oficina de escrita: o comentário

A CULPA É DAS ESTRELAS





A culpa é das estrelas continua a comover milhares de pessoas por todo o mundo. Uma emocionante história de amor, escrita por John Green, que já conta com vários prémios.

O romance desenrola-se entre dois jovens com cancro, Augutus  Waters e Hazel Grace. Uma história que foge ao cliché e não tem um final feliz.

Conhecem-se no Sagrado Coração de Jesus, frequentado por jovens portadores da doença, e a partir daí não se largam.

Esta obra está disponível em livro e em filme e pretende mostrar que as pessoas com doenças são pessoas como as outras, têm sentimentos e merecem ser respeitadas.


Francisca Cruz, n.º 1, 9.º B


quinta-feira, 15 de junho de 2017

Faça lá um poema

Único



Para mim é único
O prazer que tenho
De pintar, desenhar
Não desistir e continuar.

Nada nem ninguém
Me vai fazer parar.
Vou continuar e
Continuar a imaginar!

Sinto – me leve
Quando pinto,
Gosto de desabafar no papel,
Falar com o pincel.                                                                                                                                                                                            


Sara Pedro, 7.ºA, n.º18

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Faça lá um poema

Sou uma criança        




Sou ainda uma criança
Mas eu sei!
Eu sei que a pessoa
Que eu quero ser vai crescer
E vai crescer dentro de mim.
É como a flor
Que eu cuido com amor no meu jardim.                                                                                                
E que, um dia, irá florescer.
Sou ainda uma criança
Mas eu sei!
Eu sei que, por muito que eu saiba
E que por muito que eu aprenda,
Muito mais há para saber,
Muito mais há para aprender.
Sou ainda uma criança
Mas eu sei!
Eu sei que, por mais difícil que seja lá chegar,
Por mais longínquos que estejam de alcançar,
Os sonhos comandam a vida
E mais a vida de uma criança.
Sou ainda uma criança
Mas eu sei!
Eu sei que há o bem e o mal,
O feio e o belo
E que o belo se torna feio,
Quando alguém faz o mal.
Sou ainda uma criança
Mas eu sei!

Eu sei que sou apenas uma criança,
Mas uma criança que sonha
E que vive e cresce por sonhar!




                                                             Maria Stela Cruz Fernandes, n.º14, 5.ºB

terça-feira, 13 de junho de 2017

A ler...



Mataram o Rei! – Caminho




Os livros desta coleção e, em particular, o que te apresentamos desta vez, vão permitir "refrescar-te" a memória histórica do nosso país através de uma abordagem leve e lúdica, mas rigorosa da História. Assim, irá cativar-te, desde as primeiras páginas, transportando-te com entusiasmo e curiosidade para reviveres outras épocas, culturas e locais.

Resumo do livro


Neste livro, Orlando leva Ana e João na máquina do tempo à procura de um criminoso muito perigoso, conhecido por “o Toupeira”, e sabe disfarçar-se assumindo personalidades distintas conforme o caso. Isso embaraça e muito a perseguição. Mas o grupo não se dá por vencido e nunca desiste. Todos os indícios apontam para Lisboa no ano de 1908 e certos sinais levam a pensar que se relacionam com uma agradável família onde há três lindas raparigas. A melhor forma de o apanhar será estabelecerem uma amizade com elas. Assim, instalam-se na casa vizinha e passam a ir às festas, aos passeios e até os bailes que o rei dá no Palácio da Pena, em Sintra. No entanto, sempre que julgam estar prestes a desmascará-lo, notam que afinal a pessoa de quem suspeitavam não é o Toupeira. As voltas e semivoltas levam João a misturar-se sem querer com um grupo de revolucionários que se preparam para assassinar o rei D. Carlos...
Se quiseres saber como tudo realmente se passou… aproveita e lê o livro!
         Paulo Sá