segunda-feira, 12 de junho de 2017

Escrita criativa

Numa ilha deserta




Um dia, numa chuvosa e aborrecida manhã de inverno, o tempo apanhou de surpresa o jovem Moreira, que caminhava sussurrando na rua dos Clérigos, no Porto, uma rua coberta pela escuridão da manhã e a humidade da chuva.

De repente, o vento abriu a boca, soprou, soprou e soprou... o seu poder era tão forte que o levou pelo ar. Muito assustado, ele gritava sem parar, enquanto passava por cima dos telhados das casas. As nuvens choravam continuamente e as sua lágrimas encharcavam as roupas de seda do pobre homem. Foram minutos e minutos, horas e horas a voar nas asas do vento Norte. Lá em baixo, nas entradas dos prédios, viam-se tamanhos mares de água. O viajante passou por muitas cidades, até que o vento parou de soprar e as nuvens de chorar. Foi então que, de repente, ele caiu numa camada de areia macia, fina e límpida. Estava numa ilha, a salvo da chuva e do vento. Com enorme entusiasmo, saltava de alegria! No entanto, um pensamento veio perturbar aquele momento de felicidade: não sabia onde estava e não tinha como voltar. Além disso a sua roupa estava molhada.

Procurou acalmar-se: tudo se havia de resolver! Começou a andar e viu palmeiras cheias de fruto, um lago de águas cristalinas e um tronco enorme que lhe poderia servir de abrigo. Pôs a roupa a secar, bebeu daquela água e comeu uns cocos que encontrou. E, quando já se preparava para ali ficar, avistou ao longe um barco que o levaria de regresso a casa.


                                                                                               Maria Stela Fernandes, 5.º B

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Escrita criativa

As flores



Grandes ou pequeninas,
muito belas elas são.
Algumas parecem campainhas
e outras, decerto, não.



Em todas as estações,
floresce uma linda flor.
Há belas canções
e também um tenor.



Umas mais altas,
outras mais baixas.
Algumas no campo
outras, distintas, em caixas. 






Tantas velhinhas de bengala
também novatas e crianças
há bebezinhas cantantes
e singulares autoras de danças.




Quando o sol nasce,
Toda a natureza desperta assim:
Os pássaros da rua acordam
e florescem as rosas do jardim.


As margaridas invejosas,
põem-se logo a comentar:
Que bonitas são as rosas,
 que bonito o seu brilhar!


                                                                                                           Maria Stela Fernandes, 5.ºB

terça-feira, 30 de maio de 2017

A ler...

Um cheirinho de canela - viagens no tempo – Caminho





Os livros desta coleção e, em particular, o que te apresentamos desta vez, vão permitir "refrescar-te" a memória histórica do nosso país através de uma abordagem leve e lúdica, mas rigorosa da História. Assim, irá cativar-te, desde as primeiras páginas, transportando-te com entusiasmo e curiosidade para reviveres outras épocas, culturas e locais.

Resumo do livro


Esta história começa quando o cientista Orlando e os irmãos Ana e João, embarcam numa viagem no tempo, através de uma máquina especial sem ter a certeza, e sem fazer a mínima ideia para onde vão! Quando aterram e chegam ao destino, estavam no século XVI, dentro de uma cave recheada de riquezas vindas do Oriente e acabam por descobrir que se encontravam na Casa da Índia, local que proibia a entrada a estranhos! Rapidamente tentam fugir, mas Ana é apanhada pelos guardas do rei D. Manuel e atirada para uma prisão muito suja e sem quaisquer condições. Ali, conhece a bruxa Guiomar. Entretanto, João e Orlando escondem-se na hospedaria de Narigudo e fazem amizade com um indivíduo estranho chamado Mafaldo, que tem muito medo do mar. Contudo, acaba por se revelar muito corajoso, pois oferece-lhes ajuda para libertar a Ana. Será que vão conseguir libertá-la?

Se quiseres saber como tudo realmente se passou… aproveita e lê o livro!


         Paulo Sá