segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Sugestões de leitura...

Para Ler...


Em noite de usar capa, chapéu preto e vassoura, aqui vai uma sugestão de leitura a condizer A grande viagem da fada Miranda de Ruthanna Long.


A fada Miranda, uma combinação entre o tradicional e a modernidade, procura desesperadamente a sua gata Farrusca , desaparecida há alguns dias.

Com a bola de cristal avariada, um rádio emissor-transmissor pouco cooperante e muita falta de visão, Miranda vê-se obrigada a entrar no mundo real e pedir ajuda a duas crianças, Vera e Fernando, para recuperar a sua companheira de quatro patas.

As três personagens entram no mundo mágico, viajam por terras e espaços por onde ninguém andou, em busca da atrevida gatinha.

Descobre  os encantos desta velhinha e cómica fada, participa nas aventuras rocambolescas e nos enigmas que terão de ultrapassar, mas não te esqueças: feitiços e magia só para sortes felizes.


                                                                                                                     Licínia Torres

Sugestões de leitura...

A ler…



O dia do terramoto - viagens no tempo



Os livros desta coleção representam uma abordagem rigorosa da História, embora seja feita de forma lúdica. Assim, os leitores acabam por revelar grande entusiasmo ao serem catapultados para outras épocas que lhes permitem conviver com personagens históricas.

Este livro é muito interessante, uma vez que tendo como tema o terramoto de 1755, mostra-nos o horror de uma calamidade assim, e retrata muito da história do século XVIII, relatando aos leitores como realmente seria viver nesta época histórica.

Resumo do livro

O avô da Ana e o João, que se chama Orlando é cientista na AIVET (Associação Internacional de Viagens no Espaço e no Tempo), ou seja, significa que tem a possibilidade de poder deslocar-se e viajar para qualquer século com as máquinas do tempo que a associação possui. Um dia informou os seus netos Ana e João que iria viajar até ao dia 1 novembro de 1755, o dia do terramoto de Lisboa, para  conseguir fazer uma investigação sobre a origem dos tsunamis. Ana e o João também quiseram ir, apesar do seu avô Orlando os ter avisado de que não seria nada bom eles verem aquela tragédia. Assim, quando chegaram ao dia 1 novembro de 1755, o cientista avô Orlando preocupou-se em verificar tudo o que estava relacionado com o terramoto. Por outro lado, os dois irmãos aproveitaram para ver a cidade de Lisboa e conhecerem muitas pessoas, o seu ofício e as suas histórias.

Se quiseres saber mais… aproveita e lê o livro!

                                                                                                               Paulo Sá 

sábado, 29 de outubro de 2016

Oficina de escrita

Febres




Febres é uma vila pequena e antiga situada no concelho de Cantanhede.

Se se posicionar ao lado esquerdo da Casa Museu Carlos de Oliveira, pode ver os vários monumentos desta vila.



Aproveite para visitar esta bela casa gandaresa e conhecer a obra e a vida do escritor.

Siga em frente até chegar à igreja matriz, entre para descobrir a arte sacra deste local.

Seguidamente, vire à esquerda e caminhe na mesma direção e observe a estátua do ourives ambulante, o ex-libris da terra, que simboliza o comércio de ouro da região. Em seu redor, existem vários cafés e pastelarias onde pode provar a diversidade da doçaria local.

Venha visitar Febres conhecida como “ Terra de Ouro”.

Turma C 8.º ano:

Bárbara Vinhas n.º 4 
Tomás Marujo n.º 17  

sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Oficina de escrita

     Os jovens e os parques públicos




Considero que os jovens de hoje em dia não preservam os parques públicos.

Quando os adolescentes vão (o que é um pouco raro) aos parques públicos deixam o lixo pelo chão enquanto há caixotes para esse efeito. Por vezes, eles pintam e escrevem nas paredes e bancos.

Os jovens não vão muito aos espaços públicos porque preferem estar em casa a brincar com as novas tecnologias.

De facto, há rapazes e raparigas que frequentam os parques por outras razões como: brincar, namorar, e muitas outras coisas, mas isso tudo é porque eles gostam.

A maior parte dos jovens não é tão ativa porque prefere jogar no telemóvel, no tablet, ver televisão e outras atividades que tenham a ver com as novas tecnologias.

Deste modo, reitero a minha opinião, mas apenas acrescento que os jovens podem não preservar os parques públicos mas há outros jovens que tentam preservá-los quando lá vão e aproveitam o contacto com a natureza.

Marco Pereira n.º 13 7.ºA