quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Oficina de escrita

Febres, terra de ouro 


A atual freguesia de Febres, pertence ao concelho de Cantanhede, distrito de Coimbra. 
Esta vila é muito conhecida pela época dos ourives ambulantes, por isso, vamos começar esta visita ao centro da vila pela estátua do ourives.



Vindo da freguesia dos Covões, passando pela escola primária de Febres, encontra os semáforos do centro da vila, podendo estacionar no parque da igreja matriz.

Em seguida avance para o largo de José Florindo Frota onde está localizada a estátua do ourives ambulante. Nesse local pode observar os vários tipos de árvores e um bonito lago onde se ergue a estátua que homenageia os malas verdes.

Depois dirija-se para poente e suba as escadas. Aí vai encontrar a igreja matriz, cuja padroeira é Nossa Senhora das Febres. Quando sair do templo, siga para a esquerda até o cruzamento onde estão semáforos e se passar para o outro lado da rua, a casa à sua esquerda é a Casa Museu Carlos de Oliveira. Aqui acaba a nossa visita ao centro de Febres.

Esta freguesia é muito bonita e acolhedora, por isso e por muito mais não se esqueça de visitar a vila de Febres.

Gaspar da Silva n.º 7, 8.º C

Rúben Ferreira nº. 16, 8.º C

quarta-feira, 26 de outubro de 2016

Oficina de escrita

 MARVÃO




Marvão é uma pequena aldeia de grandes mistérios. Esta situa-se no distrito de Coimbra, concelho de Cantanhede e freguesia de Covões.

Este nome deriva do facto do mar vir em vão, ou seja a água desse mar ter chegado, de vez em quando, a Marvão. A aldeia tem origem segundo os anciãos no século VIII d. C.

Esta terra contém muitos monumentos históricos, entre eles 2 cruzeiros, um que se situa no largo de festas, que foi criado pela junta de freguesia e povo em 1991, o segundo chamado cruzeiro de S.Tomé.

Outro dos pontos históricos é um grande lavadouro que foi inaugurado em 1953 pelo presidente Manuel Mateiro e vice presidente David Santos Marralheiro.

Além disso existem 2 grandes pedras: a Gurita uma pedra (marco de triangulação geodésico) do século XII utilizada para avistar o mar e a Pedra Moura  onde os mouros hasteavam a sua bandeira.

Também de interesse são os 3 marcos existentes em Marvão que servem de divisória entre Marvão e uma pequena zona chamada Quinta do Marco.

O santo padroeiro desta terra é o São Tomé, o santo que só acredita vendo. Os festejos realizam-se a 25 de julho, o dia de S. Tomé, com cerimónia religiosa e uma alegre romaria.
.
Aqui,mantendo a tradição, o povo dedica-se à agricultura (vinha, milho, plantação de couves, alfaces...).

Aconselhamos a visita a Marvão porque é uma terra muito misteriosa com grandes factos históricos.
E lá por ser uma aldeia pobre não deixem de visitá-la, pois é uma terra fantástica, acolhedora e calma.


                                                                               CARLA BARREIRO Nº 6, 8ºB

                                                                              CONSTANÇA DIAS Nº 7, 8ºB 

Oficina de escrita

 MARVÃO




Marvão é uma pequena aldeia de grandes mistérios. Esta situa-se no distrito de Coimbra, concelho de Cantanhede e freguesia de Covões.

Este nome deriva do facto do mar vir em vão, ou seja a água desse mar ter chegado, de vez em quando, a Marvão. A aldeia tem origem segundo os anciãos no século VIII d. C.

Esta terra contém muitos monumentos históricos, entre eles 2 cruzeiros, um que se situa no largo de festas, que foi criado pela junta de freguesia e povo em 1991, o segundo chamado cruzeiro de S.Tomé.

Outro dos pontos históricos é um grande lavadouro que foi inaugurado em 1953 pelo presidente Manuel Mateiro e vice presidente David Santos Marralheiro.

Além disso existem 2 grandes pedras: a Gurita uma pedra (marco de triangulação geodésico) do século XII utilizada para avistar o mar e a Pedra Moura  onde os mouros hasteavam a sua bandeira.

Também de interesse são os 3 marcos existentes em Marvão que servem de divisória entre Marvão e uma pequena zona chamada Quinta do Marco.

O santo padroeiro desta terra é o São Tomé, o santo que só acredita vendo. Os festejos realizam-se a 25 de julho, o dia de S. Tomé, com cerimónia religiosa e uma alegre romaria.
.
Aqui,mantendo a tradição, o povo dedica-se à agricultura (vinha, milho, plantação de couves, alfaces...).

Aconselhamos a visita a Marvão porque é uma terra muito misteriosa com grandes factos históricos.
E lá por ser uma aldeia pobre não deixem de visitá-la, pois é uma terra fantástica, acolhedora e calma.


                                                                               CARLA BARREIRO Nº 6, 8ºB

                                                                              CONSTANÇA DIAS Nº 7, 8ºB 

Oficina de escrita

 MARVÃO




Marvão é uma pequena aldeia de grandes mistérios. Esta situa-se no distrito de Coimbra, concelho de Cantanhede e freguesia de Covões.

Este nome deriva do facto do mar vir em vão, ou seja a água desse mar ter chegado, de vez em quando, a Marvão. A aldeia tem origem segundo os anciãos no século VIII d. C.

Esta terra contém muitos monumentos históricos, entre eles 2 cruzeiros, um que se situa no largo de festas, que foi criado pela junta de freguesia e povo em 1991, o segundo chamado cruzeiro de S.Tomé.

Outro dos pontos históricos é um grande lavadouro que foi inaugurado em 1953 pelo presidente Manuel Mateiro e vice presidente David Santos Marralheiro.

Além disso existem 2 grandes pedras: a Gurita uma pedra (marco de triangulação geodésico) do século XII utilizada para avistar o mar e a Pedra Moura  onde os mouros hasteavam a sua bandeira.

Também de interesse são os 3 marcos existentes em Marvão que servem de divisória entre Marvão e uma pequena zona chamada Quinta do Marco.

O santo padroeiro desta terra é o São Tomé, o santo que só acredita vendo. Os festejos realizam-se a 25 de julho, o dia de S. Tomé, com cerimónia religiosa e uma alegre romaria.
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Aqui,mantendo a tradição, o povo dedica-se à agricultura (vinha, milho, plantação de couves, alfaces...).

Aconselhamos a visita a Marvão porque é uma terra muito misteriosa com grandes factos históricos.
E lá por ser uma aldeia pobre não deixem de visitá-la, pois é uma terra fantástica, acolhedora e calma.


                                                                               CARLA BARREIRO Nº 6, 8ºB

                                                                              CONSTANÇA DIAS Nº 7, 8ºB