quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Oficina de escrita


Vilamar



Vilamar é uma freguesia do concelho de Cantanhede, com cerca de 5,66 Km2 de área e 780 habitantes.

Até à década de 30 do século XX chamava-se Escumalha devido ao isolamento que sofreram os judeus e cristãos novos que aqui se fixaram nesta terra de gândaras e pinhal situada entre as pedras pedregosas de Cantanhede e a costa. A 6 de julho de 1940, por Decreto-Lei foi decidido pelo Diário de Governo, que Escumalha passava a chamar-se Vilamar. A 12 de julho de 1986, Vilamar passou a freguesia.

Desde meados do século XIX, Vilamar é uma das terras mais conhecidas do mundo da ourivesaria portuguesa. Ainda hoje há uma numerosa população que se dedica à ourivesaria e relojoaria.

Antigamente, muitos partiram pelo país fora como ourives ambulantes, as famosas “malas verdes” que o percorriam todo de bicicleta e que hoje dá origem a muitas ourivesarias espalhadas por todo o território nacional.

A terra fértil permite o cultivo abundante de cereais, legumes, hortaliças e vinho. Em Vilamar existem serviços de correio, de agência de seguros, farmácia, supermercado, pastelaria, cafés, loja de móveis e cabeleireira.

Vilamar possui um património cultural vasto, como a igreja paroquial, escola do Ensino Básico, um fontanário no largo da Igreja, outro na rua Manuel Cruz Júnior, o edifício Sede da junta de freguesia e a Lagoa da Torre que é um espaço de lazer.

No início de julho há a festa de São Tomé, o padroeiro da terra, com missa solene e procissão e no fim de agosto comemora-se a festa das Vindimas.

Vilamar também tem uma gastronomia apreciada, como o cozido à portuguesa, frango de churrasco e leitão à Vilamar.

Por tudo isto, Vilamar é uma localidade que deve ser visitada, não só pela sua gastronomia, pelo seu património cultural, pelas festas mas também pelas suas paisagens verdejantes e o seu sossego.


Ana Rita Almeida Catarino, Nº 3
Ana Rita Chorosa Cruz, Nº 4     8.º B

quarta-feira, 19 de outubro de 2016

Oficina de escrita

Febres

Conheça Febres, um lugar com uma natureza pantanosa e lagoas toponímicas. A Freguesia de Febres contém mais de 14 vilas incluindo Lagoas, Fontinha e Cabeços.

Inicialmente  chamava-se Boeiro, era uma vila com pouca população.

Graças a José Coelho, um professor arqueólogo, descobrimos que não existia nenhuma capela dedicada a N. Srª das Febres. Mas o nome da vila foi alterado por uma febre que atingiu toda a população e a sua salvação foi o aparecimento da N. Srª das Febres, que curou todos ali presentes. Após esse acontecimento, o nome mudou para o que conhecemos hoje.

O monumento mais conhecido da vila é o Ourives Ambulante, uma estátua de bronze de tamanho real localizado na praça pública. 


Os ourives também conhecidos como “malas verdes” eram uma grande parte da população. Estes vendiam artigos de ourivesaria como brincos, anéis e cordões, deslocavam-se numa bicicleta com uma caixa verde na traseira. Hoje, esse comércio está praticamente extinto, mas ainda é muito importante em Febres e Vilamar. 

E é por esses motivos que recomendamos a visita a Febres. Aproveite cada segundo e responda por si.

Débora Rua n.º 3 8.º A
Nicole Santos n.º 15 8.º A

terça-feira, 18 de outubro de 2016

Oficina de escrita

Covões, terra de música



Covões é uma aldeia que fica no centro de Portugal. Esta terra é a sede de freguesias, sendo uma das aldeias mais antigas desta zona.

Aconselho a visitar Covões pois é uma terra de música cuja banda foi criada em 1868 a partir da escola profissional de música.




Esta famosa e pequena terra é povoada por pessoas muito acolhedoras que se reúnem ao domingo em Labrengos para conversar. 

Os antepassados desta terra eram pessoas com muitas posses. Muitos desempenhavam o cargo de ourives ambulante dando riqueza à localidade, porém, esta profissão já está extinta.

Covões é uma terra de muitas e ricas tradições tais como a festa de Santo. António onde se ofereciam pés de porco em salmoura, mas ,com o passar do tempo, foram substituídos por objetos de cerâmica, ofertos à  Igreja após as procissões.

Esta localidade está bem servida no que diz respeito à medicina e educação (farmácia, escola, ginásio, dentista…). Aí se encontra uma excelente padaria, pastelaria que faz o bolo típico da região, todo o ano, o Falar da Páscoa.

Em Covões, neste momento, a profissão que mais se exerce é a de agricultor, com a plantação de milho, batatas, árvores de fruto, flores e a criação de gado. Assim as pessoas que lá vivem conseguem sustentar-se cultivando e colhendo.

Em Covões poderá degustar um prato típico, o leitão à Bairrada e a cabidela, que é o melhor da região, tendo um sabor delicioso.

Por estas razões e mais algumas aconselho a visitar Covões, uma terra de tradições.


Mariana Gonçalves, n.º 12, 8.º B
Alexandre Oliveira, n.º 1, 8.º B

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

Oficina de escrita

A aldeia das duas mentiras



É pequena mas mentirosa, integra-se na região natural da Gândara, no distrito de Coimbra e no concelho de Cantanhede.

Não é vila nem tem mar, é a aldeia das duas mentiras assim se chama Vilamar.

Em meados do século XVIII a aldeia apresentava o topónimo de Escumalha (sem valor, restos). Várias hipóteses têm sido avançadas quanto ao surgimento do seu nome. Uma das mais realistas é a provável existência de uma colónia de judeus que ali se teria fixado devido à perseguição da Inquisição.


Mas voltando às origens, poderemos nós dizer que os vilamarenses serão descendentes de judeus?
Os mais antigos dizem que sim, pois a pequena aldeia tinha como rendimento a ourivesaria tendo esta origem judaica.

Vilamar subiu de estrato, passou de Escumalheira para aldeia do ouro, base da sua economia.

As atividades económicas praticadas no século XIX e XX eram: a agricultura, o comércio de ouro, a pecuária e o artesanato, embora ainda sejam praticadas mas com menor intensidade.

No interior deste lugar mentiroso, podemos encontrar uma lagoa natural de águas esverdeadas onde conseguimos passar belos momentos sozinhos ou acompanhados e ainda uma grandiosa igreja matriz fundada no século XX, este sim, um bom local para praticar a sua fé.

Por todos estes motivos convido-o a visitar esta bela aldeia.


Marta Silva Nº13 8.º A
 Mélanie Catarino Nº14 8.º A