sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Oficina de escrita

Febres, a minha vila



A vila de Febres pertence ao conselho de Cantanhede e distrito de Coimbra.
Febres fazia parte da freguesia de Covões até ao dia 19 de outubro de 1791, dia do pedido de desmembramento que só foi aprovado após 80 anos.

Este local tem o nome de Febres mas também já se chamou de Boeiro devido à existência de muitos boeiros e riachos no local. 


É composta por diversas aldeias de divertidos nomes tais como: Balsas, Pedreira, Sanguinheira, Chorosa.



Carateriza também Febres o facto de aí terem surgido os ourives ambulantes também chamados de malas-verdes que deram origem às ourivesarias espalhadas pelo país, África e até Brasil. Em nome destes trabalhadores foi inaugurada uma estátua, com o nome de “Ourives Ambulante”. É o ex-líbris da terra da autoria de Celestino Alves André que se encontra erguida no largo José Florindo Frota.


O antigo templo paroquial, mais tarde deitado abaixo foi substituído pela atual igreja que fica no centro da vila.

A santa padroeira de Febres é a Nossa Senhora das Febres e todos os anos a 8 de setembro é realizada uma festa em honra da mesma.

Aconselhamos a visita a Febres por todos estes motivos e pela existência de uma casa-museu em nome de Carlos de Oliveira que foi um célebre escritor português.


                                                                                                         
Ângela Cruz, Nº3
Hugo Preguiça, Nº8

Turma: 8.º C

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Oficina de escrita


Vilamar, terra das duas mentiras


Vilamar é conhecida como a Terra das duas mentiras: nem é vila, nem tem mar. A aldeia distingue-se pelo ouro e pelos seus ourives, pela sua agricultura, cultivo de cereais, legumes, hortaliças, vinhos e pomares diversos.

Vilamar- freguesia do concelho de Cantanhede, com 5,66 km2 de área. Em 2011 contava com 780 habitantes. Esta antiga localidade ficou conhecida até à década de 30 como Escumalha. Várias hipóteses têm sido estudadas quanto ao topónimo da aldeia uma das quais a existência no local de uma fábrica de pez e breu.

Em meados da década de 30, os habitantes não contentes com o nome desta localidade, revoltaram-se. Entre várias hipóteses triunfou o nome de “Vilamar”.

Quantos dos nossos velhinhos contam histórias do homem que pedalava incansavelmente e que transportava uma caixa de lata verde recheada de tesouros maravilhosos!
Durante muitos anos, o principal pilar da economia vilamarense foi a manufatura de objetos de ouro e relojoaria.

Fazem parte do património cultural de Vilamar: a Igreja Paroquial, o Fontanário Largo da Igreja, Lagoa da Torre (conhecida antigamente como Lagoa do Frade) e Fontanário Rua Manuel Cruz Júnior. Aqui Vilamar reflete a sua história e a sua gente.

Por todos estes motivos aconselha-se a visita pormenorizada a esta belíssima terra onde descobrirá sabores e saberes.



Ana Francisca Cruz, nº2
Duarte Cruz, nº10
8ºB , 2016/2017


segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Divergente







Vem descobrir Beatrice Prior e os seus amigos numa saga repleta de emoções, lutas pessoais, procuras e conflitos.

A trilogia Divergente está à tua disposição na Biblioteca Carlos de Oliveira quer em DVD quer em livro.

Começa pelo filme Divergente ou pelo romance de Veronica Roth, o best seller mundial, que o inspirou. Nele irás conviver com Beatrice, a jovem protagonista, que num processo de iniciação busca a sua verdadeira função e identidade, numa sociedade, que se quer perfeita, dividida em fações, onde cada indivíduo cultiva as suas aptidões e desenvolve virtudes (sinceridade, altruísmo, coragem, amizade, inteligência).

Mas a pesar da aparente funcionalidade destes grupos, algo ameaça a cidade de Chicago e põe em perigo a vida e o segredo da jovem Intrépida.

Se queres desvendar a chave deste mistério, lê o romance ou visiona ou filme, confortavelmente instalado na tua biblioteca escolar.

Não te esqueças de ver os restantes títulos desta tríade.


quinta-feira, 9 de junho de 2016

O princípio

... conta-nos uma história [podcast na educação]



A partir da obra de Paula Carballeira e Sonja Danowski, O Principio, que remetendo para a tragédia  que é a guerra, é simultaneamente uma mensagem de esperança e uma homenagem a todos aqueles que trilham os seus caminhos, nasceu um trabalho  de imagem e som desenvolvido com as crianças do Jardim-de-Infância do Corticeiro de Cima e orientado pela professora Emília Bio.