quarta-feira, 25 de maio de 2016

Ambiente

Boletim Bibliográfico Leituras em Rede, n.º 12A




Apesar dos esforços dos líderes mundiais para reduzir as emissões poluentes que contribuem para as alterações climáticas, nomeadamente o aumento da temperatura global do planeta, as notícias continuam a ser pouco positivas. Índices de poluição alarmantes em várias cidades chinesas, aumento das zonas desertificadas, contínua perda da massa de gelo nas zonas árticas…


Na matriz da civilização ocidental está a crença de que a natureza está ao serviço do Homem, que é um instrumento, um meio de satisfação das suas necessidades.


Surgida na década de 60 do século XX, com o aumento exponencial dos problemas ambientais, a ética ambiental assenta numa nova visão da natureza, a saber, que esta possui um valor intrínseco, independentemente da utilidade que possa ter. 


Considerado como “a medida de todas as coisas”, um ser separado da natureza, o Homem passa a ser encarado como parte da natureza. Ser responsável por si, pelos outros seres naturais e por todas as gerações futuras.

O conhecimento é essencial para a sustentação e desenvolvimento desta consciência ética e ambiental. Conhecimento científico, histórico e filosófico.


Nos livros, nos filmes e nos documentários, que fazem parte do fundo documental das bibliotecas escolares, e nas páginas web por nós sugeridas, são muitos os recursos possíveis para a constituição desse conhecimento.

Boas leituras!

terça-feira, 24 de maio de 2016

Faça lá um poema

O inverno





O inverno chegou
E a minha mãe me agasalhou
Trouxe o frio e o vento
Que ao meu pai molhou.

No inverno
Vou para junto da fogueira
Aquecer os pezinhos
Para ficarem bem quentinhos

No inverno
Visto a minha camisola de lã
Feita com muito amor e carinho
Pela minha mamã.

No inverno
Festejamos o Natal
Como o Carnaval
Também festejamos outros.

Texto e imagem de Hugo Rafael Gonçalves Rua, 4º. ano, E.B.1 de Febres

Faça lá um poema


O inverno


O inverno está a chegar
Traz frio como sempre
É melhor eu me agasalhar
Porque senão fico doente.

De manhã vou para a escola
Já com o chá tomado
Não vou a correr
Porque posso ficar cansado.



Vou com luvas, gorro e cachecol
De manhã bem cedinho
A andar pela neve vou bem devagarinho.

À noite com neve a cair
Janto à lareirinha
Não me posso esquecer
De ir para a caminha.

Texto e imagem de Afonso Loureiro dos Santos, 4º. ano, E.B.1 de Febres

segunda-feira, 23 de maio de 2016

Faça lá um poema

O inverno


Eu gosto do inverno
Na neve posso brincar
A comer uma tangerina
E ao curling jogar.

Eu calço botas
Visto gorro e um cachecol
Porque no inverno
O dia tem medo do sol.



Eu ao jantar como um caldinho
Para não ficar
Todo geladinho.

No inverno
Fica tudo congelado
E não vou lá para fora
Para assim não ficar.

Texto e imagem de Afonso Bento Manata Pereira da Cruz, 4º. ano, E.B. 1 de Febres