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quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Oficina de poesia

A boa convivência



A boa convivência pressupõe uma comunicação ajustada, pois é a base do relacionamento humano, principalmente na fase da adolescência em que os jovens passam a maior parte do tempo na escola.

Devido à atração pelas tecnologias, estes esquecem-se do que os rodeia e concentram-se no mundo virtual  o que, na minha opinião, é uma lástima. Além disso, também existe o bullying, uma prática cada vez mais comum nas escolas, sem que o agressor tenha razões válidas para agir: simples raiva ou desejo de controlo. Por outro lado, o número exagerado de alunos nas turmas e o excesso de trabalho dos professores impedem um investimento maior não só na preparação da componente letiva como também menos disponibilidade para resolver conflitos.

Por isso, podiam ser providenciadas medidas, como grupos de apoio às vítimas que já sofreram bullying ou outro tipo de abordagem. Além disso, nos tempos livres podiam ser organizados jogos tradicionais  entre turmas.

Em suma, o que se pode fazer para que as escolas se tornem a segunda casa de quem lá estuda e trabalha? Tudo depende da participação e da boa vontade de cada um.



Trabalho realizado por: Daniela Oliveira Silvano.

Turma/Ano: 9.º A 

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Oficina de escrita

Dentro ou fora da escola?




Na minha opinião, os alunos não devem poder sair da escola, sempre que queiram, pois correm riscos desnecessários.

Em primeiro lugar, muitos aproveitam-se das saídas para faltar às aulas, prejudicando, assim, o seu rendimento escolar.

Em segundo lugar, casos há em que, fora da escola, são seduzidos para o consumo de substâncias ilícitas, que causam ou agravam problemas de saúde: asma, bronquite, ou até mesmo cancro.

Por fim, fora da escola, são frequentes as situações de agressão.

Em conclusão, a meu ver, as saídas da escola não são necessárias nem benéficas e, além disso, os intervalos vividos na escola permitem recuperar as forças e o ânimo, até depois das aulas mais cansativas.

                                                                            Emanuel Silva, Nº7   6ºC
Imagem do domínio público

terça-feira, 29 de novembro de 2016

Oficina de escrita

A minha opinião: Os jovens e a TV





Sou de opinião que a maior parte dos jovens atuais passa muito tempo em frente ao televisor, o que pode trazer bastantes problemas tanto na sua educação como a nível social e até de saúde.

A meu ver este comportamento tem algumas vantagens, os jovens ao assistirem a filmes, por exemplo ingleses, conseguem assimilar algumas palavras e enriquecer o seu vocabulário. Quando assistem a documentários ou algo do género desenvolvem os seus conhecimentos históricos e científicos, o que ajuda muito nas atividades escolares mas, mesmo assim, não podem deixar de estudar as matérias.

Porém a TV apresenta algumas desvantagens, os jovens, estando sempre a ver televisão, não estudam e deitam-se muito tarde, então pioramos seus resultados e o seu desempenho na escola. Alguns deles até ficam com problemas de visão devido a este comportamento.

Depois, há ainda a questão do desenvolvimento social. Os jovens ficam de tal maneira viciados que nem sequer convivem com os amigos, fecham-se no quarto e não saem à rua nem com os colegas nem com a família. Esta situação também é bastante má pois estes adolescentes vão perdendo amizades e ficando cada vez mais sós.

Considero que a televisão deve ser usada pelos jovens mas com moderação pois pode tornar-se bastante prejudicial. Os pais destes rapazes e raparigas devem definir horas para os filhos poderem utilizar este equipamento e evitarem todos estes problemas.


Ângela Cruz, n.º 3, 8.º C



sexta-feira, 28 de outubro de 2016

Oficina de escrita

     Os jovens e os parques públicos




Considero que os jovens de hoje em dia não preservam os parques públicos.

Quando os adolescentes vão (o que é um pouco raro) aos parques públicos deixam o lixo pelo chão enquanto há caixotes para esse efeito. Por vezes, eles pintam e escrevem nas paredes e bancos.

Os jovens não vão muito aos espaços públicos porque preferem estar em casa a brincar com as novas tecnologias.

De facto, há rapazes e raparigas que frequentam os parques por outras razões como: brincar, namorar, e muitas outras coisas, mas isso tudo é porque eles gostam.

A maior parte dos jovens não é tão ativa porque prefere jogar no telemóvel, no tablet, ver televisão e outras atividades que tenham a ver com as novas tecnologias.

Deste modo, reitero a minha opinião, mas apenas acrescento que os jovens podem não preservar os parques públicos mas há outros jovens que tentam preservá-los quando lá vão e aproveitam o contacto com a natureza.

Marco Pereira n.º 13 7.ºA

quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Educação literária

Ali Babá e os quarenta ladrões



Li a obra Ali Babá e os quarenta ladrões na aula de Português, no dia 20 de outubro de 2014. Possui diversas ilustrações, na minha opinião, bonitas, coloridas e muito criativas.

Esta obra conta-nos a história de Ali Babá que encontra o esconderijo dos 40 ladrões e fica com uma parte do tesouro, enquanto o outro irmão é morto, no próprio esconderijo, pelo chefe dos ladrões.

As personagens que considero mais interessantes são Ali Babá e a Morjiana, porque Ali Babá é a personagem mais marcante da obra e Morjana, a bela jovem criada, que salva Ali Babá.

O capítulo que mais gostei foi o segundo, pois é a descoberta do deslumbrante e surpreendente tesouro.

 Este livro é muito interessante e aconselho a sua leitura a qualquer jovem, porque a história prende o leitor do princípio ao fim e faz-nos refletir na questão: “Será ladrão aquele que rouba aos ladrões?”


Ana Rita Chorosa Cruz, 6º B (2014/2015)