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quinta-feira, 10 de maio de 2018

Oficina de escrita


                       A maravilhosa vida da Sementinha





 Para mim, o livro A Vida Mágica da Sementinha, de Alves Redol, contém uma história maravilhosa.

 O narrador fala-nos sobre uma sementinha de trigo que vai vivendo aventuras inesquecíveis. Simultaneamente, são descritas, de forma invulgar e divertida, as variadas fases do crescimento de uma semente de trigo.

Gosto muito da forma como Alves Redol descreve os espaços e retrata as personagens. Os recursos expressivos e as expressões que ele utiliza transportam o leitor para os espaços onde decorre a ação e colocam-no na pele da personagem.

A parte de que eu mais gostei foi o episódio romântico entre o apaixonado Rouxinol e a ingénua Sementinha. O amor vence sempre.

Por todas estas razões, recomendo a leitura desta obra a todos e a todas as faixas etárias.



Mara Vinhas, n.º 13, 5.ºA

terça-feira, 8 de maio de 2018

Oficina de escrita


 Relações entre pais e filhos



Na minha opinião, o bom relacionamento entre pais e filhos é essencial para um bom ambiente familiar.

A meu ver, os filhos devem ter uma relação aberta com os pais, pois estes têm experiência de vida e conseguem ajudá-los a ultrapassar os seus problemas.

Em primeiro lugar, eu penso que é muito importantes os filhos respeitarem e seguirem as ordens e os conselhos dos pais, pois, como já disse anteriormente, estes têm experiência e só eles, como pessoas mais velhas, os podem ajudar.

Em segundo lugar, acho que os pais têm muito para transmitir aos filhos. Por exemplo, podem ensinar-lhes coisas de que gostam e acham interessantes: jogos lúdicos, educativos, tradicionais, matemáticos, etc.

Deste modo, concluo que as relações entre pais e filhos são fundamentais e condicionam o modo como as crianças lidam com os problemas.

Sara Teixeira , 7.º B

quarta-feira, 29 de março de 2017

 Texto de opinião


Achei o Auto da Barca do Inferno bastante interessante porque é um texto dramático que tem como finalidade tanto instruir e corrigir, como divertir o público. Gil Vicente soube denunciar e ridicularizar os defeitos e vícios da sociedade de uma forma sarcástica e, simultaneamente, cómica.

Se eu tivesse que escolher uma personagem para interpretar, escolheria, sem dúvida, o Parvo porque é uma figura ingénua, simples e «pobre de espírito» sendo considerado “tolo”. Gil Vicente utiliza-o para poder dizer tudo o que quer e condenar vícios sociais.

Se o julgamento de cada personagem deste auto dependesse de mim, mudaria, sem dúvida, o destino dos Cavaleiros, pois eles morreram para expandir a fé cristã, mas sobretudo para obter bases económicas, principalmente para o clero e, por isso, a Igreja aprovava os cruzados e a guerra, por mais repugnante que fosse aos olhos de Deus.

Em meu entender, todas as críticas foram justas, principalmente as dirigidas ao Corregedor e ao Procurador, pois foram corruptos, desonestos e parciais no exercício das suas funções.

Recomendo a qualquer pessoa a leitura deste texto dramático.

Trabalho feito por:
Ana Gabriela Alves Marcelino
Nº 3 9.º A