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sábado, 19 de março de 2016

Robert Muchamore

... a ler

Fig. 1 - Robert Muchamore

Robert Muchamore nasceu em Londres, a 26 de dezembro de 1972. Trabalhou durante treze anos como detetive privado, mas abandonou essa profissão para se dedicar à escrita a tempo inteiro.

Escreve sobre espionagem e é mais conhecido por ser autor da série CHERUB, que engloba 19 livros. Numa entrevista à SIC na Feira do Livro em Lisboa, em 23 de julho de 2010 onde promoveu o lançamento do sexto livro da coleção, explicou a razão porque começou a escrever. 


                                       

Nas Bibliotecas Escolares do AELdF estão disponíveis as seguintes obras:

“O Recruta” ( “The Recruit” ), publicado em abril de 2004, “O Golpe” ( “The Killing” ), outubro de 2005, “A Seita” ( “Divine Madness”), abril de 2006, “A Queda” (“The Fall”),março de 2007, “Cães Danados” (“Mad Dogs”), outubro de 2007, “O General” (The General”), setembro de 2008 e “Gangues” (“Brigands M.C.”), agosto de 2010.

A 16 e 17 de junho de 2012 Robert Muchamore esteve presente numa sessão de autógrafos na Feira do Livro no Porto, onde fãs de todo o país o aguardavam. A TVI esteve presente e conversou com o escritor e com os seus admiradores. Para além de dar autógrafos, nesta reportagem ficou registada a opinião dos jovens sobre as suas obras e a opinião do escritor sobre a diferença entre os seus livros e outros livros escritos por outros autores. Nesta sessão de autógrafos, o escritor fala do último livro publicado em Portugal e também sobre o próximo.
                                                           



A 10 de dezembro de 2012 a RTP transmitiu uma reportagem, que foi depois publicada no YouTube, sobre esta coleção: «Livros do britânico Robert Muchamore são um sucesso entre os adolescentes»; «A saga juvenil CHERUB vem, tal como Harry Potter, do Reino Unido, e está a conquistar jovens um pouco por todo o mundo»; «Em Portugal lidera as preferências entre os jovens»; «As aventuras de crianças órfãs que se tornam espiões dos serviços secretos britânicos são um sucesso entre os adolescentes».

Em Portugal, da primeira série da coleção, já se venderam mais de 200 mil livros – o último título,Tsunami, saiu no início de 2013.

A sua segunda coleção “ Henderson Boys” é constituída por 7 obras.

A Henderson’s Boys ajuda a descobrir as origens do braço juvenil do MI5 britânico, a CHERUB, instituição que dá nome a uma coleção de enorme êxito internacional.


A nova coleção “ Rockwar” já tem três livros, o último publicado em 2015.

Em 26 de junho de 2013 foi publicado no YouTube o “trailer” do filme sobre o livro “The Recruit”
                                 
    


É possível seguir o escritor no Twitter. A 31 de dezembro de 2015 publicou nesta rede social “My two great hopes for 2016” (Os meus dois grandes desejos para 2016):

1 – “World peace” ( Paz no mundo )

2- “Mc Donalds all day breakfast crosses the Atlantic” (“Pequenos almoços no Mc Donalds durante todo o dia atravessam o Atlântico).


Luísa Torres

sábado, 27 de fevereiro de 2016

"Os livros que devoraram o meu pai" de Afonso Cruz


... a ler




Recentemente, um aluno pediu-me conselho para uma obra de leitura recreativa. Lembrei-me, então, de um livro que uma amiga me aconselhara em tempos. Nem mesmo o autor me era familiar. O título deixou-me curiosa. Que livros poderão devorar-nos se somos nós, leitores compulsivos, que, habitualmente, “devoramos livros”? Não é isso que acontece quando gostamos tanto de ler? E “perdemo-nos” nos livros, entrando nas histórias como se fizéssemos parte dela, interferindo no desenvolvimento da ação.

Pois bem, foi o que aconteceu ao protagonista do livro de Afonso Cruz “Os livros que devoraram o meu pai”.

Quando fez 12 anos, Elias teve acesso aos livros que o pai lera em vida. Ao contrário do que se dizia, que o pai morrera de enfarte, o rapaz acreditava que ele tinha ficado “preso” em “A Ilha do Dr. Moreau”, um dos livros que lera e que estava cheio de anotações. Foi então que, seguindo as “pegadas” do progenitor, o rapaz iniciou uma “viagem” pelo mundo dos livros, lendo obras de referência diversas, cujas histórias vai entrelaçando, e que são portas abertas para outras leituras.

Tal como o próprio autor esperava, é um livro “para refletir um pouco sobre o modo como lidamos com as nossas memórias, em especial com a nossa culpa” e uma narrativa “que serve de incentivo à leitura” para além de proporcionar momentos de entretenimento.

Mais do que fantasia, esta história mostra como a leitura pode ser emocionante e proporcionar-nos viagens infinitas.

    M. Leonilde Rodrigues

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2016

Culturas | Boletim Bibliográfico, n.º 22

... a ler


Ao inserir-se numa cultura o indivíduo vai adquirindo uma identidade cultural, isto é, um sentimento de pertença, de integração num grupo social que um indivíduo desenvolve a partir da adoção dos padrões de uma cultura e que o levam a partilhar regras, valores, crenças, modos de ser, de agir e de fazer.

Cada um de nós define o seu modo de ser e de agir por referência aos grupos culturais com os quais partilha os mesmos padrões de cultura e que se inscrevem no rosto, no corpo, na pele. De tal forma que ao olharmos para um indivíduo conseguimos localizá-lo no tempo e no espaço. Esta inscrição faz-se através de padrões de cultura.

Ao mesmo tempo que nos coloca num de semelhantes, a cultura também estabelece a diferença, o estranho.

Através da leitura podemos conhecer melhor os padrões da nossa cultura. Mas, também podemos aceder à identidade cultural de outros povos, outras gentes e, assim, superar um pouco a estranheza.

Apresentamos, por isso, neste Boletim, um conjunto de sugestões de leitura que nos permitem ter contacto com outras culturas.

Boas leituras!



segunda-feira, 14 de dezembro de 2015

Natal

Boletim Bibliográfico n.º 21


Histórias para encantar miúdos e graúdos, no aconchego do lar, na alegria da família e dos amigos, na ternura da hora de deitar, numa tarde fria e solarenga com um gato pelos pés ou tão só numa mesa da biblioteca ou da sala de aula.




domingo, 18 de outubro de 2015

Poesia



Boletim Bibliográfico n.º 20 | Série BECO



A poesia é a forma de expressão e de memória mais antiga da humanidade. Antes da escrita, antes da história, na poesia fixavam-se as gestas, as sagas que se transmitiam às gerações seguintes. Este Boletim apresenta algumas das obras poéticas que estão disponíveis da Biblioteca Escolar da EB2,3 Carlos de Oliveira.


segunda-feira, 1 de junho de 2015

Boletim Bibliográfico n.º 19 | Série BECO | Ler em Férias


Através do livro, todos aprendemos a ler e a contar, a escrever e a pensar; através do livro, aprendemos a conhecer os grandes pensadores e os escritores clássicos; através do livro, aprendemos a conhecer os grandes textos sagrados; através do livro, aprendemos as lições da história e os avanços da ciência; através do livro, aprendemos os grandes valores que regem as sociedades modernas; através do livro, aprendemos a sonhar outros mundos e pensar utopias; através do livro, aprendemos a rir e a chorar, a rezar ou a amar; através do livro aprendemos descobrir o que nos cerca e a descobrimo-nos a nós próprios. O livro e a leitura são instrumentos essenciais de exercício de inteligência e de ginástica mental, de comunicação e de informação. Afinal, o livro e a leitura moldaram definitivamente a nossa memória e identidade individuais e coletivas, bem como a nossa visão do mundo.
Cândido de Oliveira Martins (s/d). Elogio do livro e da leitura. Disponível em http://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/zips/candid14.pdfhttp://alfarrabio.di.uminho.pt/vercial/zips/candid14.pdf




terça-feira, 14 de abril de 2015

Leituras em Rede, n.º 6 - Política


... a propósito dos 41 anos do 25 de abril


Ainda não é já, mas pelos ideias políticos firmados no dia 25 de abril de 1974 não há caminho que termine. A cada nova geração se inicia o processo de tornar o homem num homem político.


segunda-feira, 16 de março de 2015

Mulatos não de raças, mas de existências


Boletim Bibliográfico Leituras em Rede n.º 5 │ Multiculturas
Amim Malouf, escritor e jornalista de origem libanesa, diz-nos que há duas formas de entender a cultura: como árvore, que nos dá as raízes, ou como estrada, que nos abre os horizontes e nos obriga a ser pelo caminho.
Mas, da mesma forma que se aprende a ser numa cultura, a ser árvore, também se aprende a ser no caminho, a construir uma identidade cultural no convívio e confronto com a diferença, com outras culturas.
A aprendizagem da compreensão e da tolerância da diferença faz-se na reflexão sobre a possibilidade de valores universais (leituras informativas e formativas), no caminho ao longo da estrada (literatura de viagens) e na expressão do outro (a poesia, a narrativa, o romance…). Dizem-nos estudos científicos que a leitura nos torna mais empáticos, com maior capacidade de compreender o outro...
Boas Leituras!

sexta-feira, 6 de março de 2015

Nós e os Outros

Boletim Bibliográfico n.º 16 │ Série BECO


Aprender a ser é um percurso de múltiplos caminhos. Saber, antes de mais, quem somos e quem queremos ser.

Conseguir pensarmo-nos começa, antes de mais, por nos compreendermos no interior da família, o primeiro núcleo onde cada um de nós sofre o confronto entre o eu e os outros.
Mas nem nós, nem a família, existimos no vazio. Cada um de nós se define, se constrói nas relações sociais que se estabelecem com os vizinhos, os amigos, os colegas, os professores e, no limite, com todos aqueles que constituem o que chamamos de sociedade. Somos em sociedade.


Os livros aqui selecionados pretendem ser uma pequena ajuda para pensar sobre tudo isto, o que significa Nós e os outros.
Boas Leituras!


quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

Boletim Bibliográfico n.º 15

 [Ambiente]


Das diferentes atividades humanas decorrem a produção em excesso de resíduos, a poluição sonora, do ar, das águas e dos solos. Para além da degradação das condições em que vivem os seres humanos, as diferentes formas de poluição destroem os habitats de muitos animais, levando-os à extinção. Para além da poluição, as atividades económicas provocam também o uso excessivo dos recursos, dando origem à sua escassez.

Proteger ativa e passivamente a natureza é um assunto que diz respeito à atuação dos governos e da legislação.


Mas, também é um assunto que tem a ver com as práticas de cada um e com a consideração que os seres naturais não humanos nos merecem. Respeitar a natureza é um princípio de ação individual que só pode ser adquirido através educação. A leitura e os livros podem ter um importante papel nessa educação.

quinta-feira, 5 de fevereiro de 2015

Leituras em rede n.º 4

[corpo]


Possibilidade da existência, o corpo é o que, desde o início, nos é mais íntimo. Contudo, da intimidade não resulta conhecimento. Desconhecemos em grande parte o que compõe, o que mantém, o que faz funcionar o nosso corpo.

A anatomia e o funcionamento dos sistemas funcionais básicos são a base de uma compreensão da natureza do corpo e aprende-se em níveis diversos ao longo da vida.

Habitamos o corpo e com ele vivemos e nos relacionamos com o mundo. Aprendemos a ler o outro por aquilo que o seu corpo expressa, nas expressões do rosto, na postura, nas marcas identitárias de uma cultura que o corpo assume.

Seres autoconscientes, somos antropocêntricos. Seres criadores, o corpo foi desde sempre um objeto de representação e de recriação da arte em geral e da literatura, em particular.


Todas estas dimensões estão presentes nos documentos selecionados para este Boletim Bibliográfico.

sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Beatrix Potter

[leituras]


“Once upon a time there were four little Rabbits, and their names were – Flopsy, Mopsy, Cotton-tail and Peter.” 
Beatrix Potter, The Tale of Peter Rabbit


Beatrix Potter (1866 –1943) was an English author, illustrator, natural scientist and conservationist having published over 23 books.

“Flopsy, Mopsy, and Cotton-tail, who were good little bunnies, went down the lane across the field and through the wood together to gather blackberries…”

As it seems Beatrix lived a happy childhood. Being of artistic nature, her parents fostered her interest in nature and her curiosity.  As children, Beatrix and her brother had many animals as pets which they closely observed and drew endlessly, such close contact to nature most certainly made Beatrix even more keen on nature.

Beatrix studied languages, science and history, but it was her artist talent that was early recognized. Her drawings of animals, insects, fossils, archaeological artifacts, and fungi expressed the utmost imaginative skills. Although she enjoyed art lessons from a very early age, Beatrix developed her own artistic style.

Fig. 1 - Desenhos de Beatrix Potter

Beatrix is best known for her ingenious and creative children's books, featuring farm animals such as those portrayed in The Tale of Peter Rabbit.
Besides the simple stories, these books celebrated the English landscape and the English country life.

Having spent most of her summer holidays in the English Lake District, Beatrix developed a love of the natural world and grew fond of the inspiring landscape. The region is indeed one of the most breathtaking regions of Britain...its landscape is absolutely stunning. A real treasure.



Besides her soft colour illustrations and her quaint children’s stories, Beatrix Potter is known as a defender of one of the most beautiful regions in England: the Lake District.

The proceeds from her books allowed Beatrix to buy Hill Top Farm in a tiny village in the English Lake District near Windermere. In the following decades, she became keenly interested in land preservation.

She died of pneumonia and heart disease in 1943 at her home in near Sawrey (Lancashire) at the age of 77, leaving almost all her property to the National Trust.

She is credited with preserving much of the land that now comprises the Lake District National Park, one of England most unique region. 
Ilda Camarneira

References:
BBC News. (s/d) Lake District. Disponível em http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/england/cumbria/7167680.stm

BBC News. (s/d) Beatrix Potter. Disponível em http://news.bbc.co.uk/2/hi/entertainment/1708750.stm

Lake District. (s/d) The Lake District. Disponível em http://www.lakedistrict.gov.uk


Peter Rabbit. (s/d) Disponível em http://www.peterrabbit.com

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

leituras...

[uma apreciação de Meu pé de laranja lima de José Mauro de Vasconcelos]


Na minha opinião, os aspetos mais marcantes da obra Meu Pé de Laranja Lima são a sensibilidade de Zézé – a personagem principal, uma criança de cinco anos –; a sua bondade, em contraste com as traquinices que fazia, e o carinho que ele tinha com o seu irmão mais novo e com o Portuga.

Fig. 1 - Cenas do filme Meu pé de laranja lima, uma adaptação da obra homónima

Acima de tudo, este menino era uma criança muito prestável e inteligente. Sentia sempre necessidade de ajudar. Além disso, sempre que reconhecia ter feito algo errado, trabalhava para o corrigir. Por fim, acho que sofria muito pelas outras pessoas. Por exemplo, sentia angústia pela situação do pai, por este estar desempregado, ansioso e frustrado, ou pelo irmão por não ter tido prenda de Natal.

Apesar de tudo, o Zézé, como qualquer criança, fazia as suas traquinices, o que é normal, mas tentava sempre redimir-se.

Fig. 2 - Cenas do filme de 1970, a primeira adaptação da obra ao cinema

Era também carinhoso e afável, qualidades evidenciadas pela paciência e cumplicidade que tinha com o irmão mais novo, e pela amizade e confiança que depositou na figura de Manuel Valadares, a quem, carinhosamente chamava de Portuga.

É na evolução psicológica da personagem Zézé que, para mim, está o mais importante da obra: os valores humanos sobrepõem-se a qualquer bem material. Zézé ensina-nos a humildade, o perdão, o valor do dar a quem nos ama e a importância do afeto na construção do indivíduo.


Rafael de Oliveira Patarra, 9.ºB

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

leituras...

[a propósito de Meu pé de laranja lima]


A obra Meu Pé de Laranja Lima marcou-me bastante, pois ela conta a história de um menino pobre que não recebe afeto dos pais, mas que o encontra num amigo, o Portuga, e num pé de laranja lima que se torna seu confidente e companheiro. Passa fome e usa sempre a mesma roupa, pois não tem dinheiro para mais.

Fig. 1 - capa do livro

No início, a obra é um pouco enfadonha, pois está escrita na variedade brasileira do português. A ação narrada nas primeiras páginas não nos motiva muito para a leitura do livro. Contudo, quando chegamos ao episódio do dia de Natal e percebemos que a criança não recebe nenhuma prenda, apesar de todo o seu esforço, aí ficamos emocionados e a história ganha interesse. Daí em diante, quando este menino de cinco anos começa a aprender como a vida é realmente cruel, nós só queremos continuar a ler. A falta de carinho dos pais ainda nos emociona mais. Apesar de tudo, como nem tudo na vida é mau, esta criança ganha um amigo, o Portuga, de quem recebe carinho e afeto, como se fossem pai e filho. Porém este sofre um acidente e morre.

Fig. 2 - Cena do filme resultante da adaptação da obra ao cinema

Zezé fica doente e à beira da morte. Nós quase choramos. É então que seu pai arranja emprego e tudo fica bem, exceto para Zezé que perdeu os seus melhores amigos, o Portuga e o pé de laranja lima. Sofre com a dor da perda e da saudade.

Fig. 3 - Cena do filme resultante da adaptação da obra ao cinema
Gostei desta obra, não foi tão má quanto eu pensava. Não podemos julgar o livro pela capa, nem pelas primeiras páginas.
Elsa Teixeira Silvestre, 9.ºB

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

A ler…


 A criança n.º 44, de Tom Rob Smith



Tom Rob Smith nasceu em 1979, em Londres, Reino Unido, cidade onde vive. Licenciado por Cambridge, em 2001, passou um ano em Itália com uma bolsa de estudos em escrita criativa e trabalhou como argumentista durante os últimos cinco anos.
O seu 1.º romance, A Criança N.º 44, esteve, entre outros prémios, na lista para o Man Booker Prize em 2008 e venceu o Ian Fleming Steel Dagger Award, da Crime Writer’s Association, pelo melhor romance de aventura / thriller de 2008.




A ação deste livro passa-se na União Soviética em 1953. Governada com mão-de-ferro por Estaline, a força policial exercia uma força brutal sobre a população Russa e dos países que constituíam a União Soviética.
Debaixo deste jugo, a população é levada a acreditar que o crime não existe. No entanto, quando o cadáver de uma criança é encontrado na linha de comboio, o agente Leo Demidov – um herói de guerra dedicado ao Departamento – é surpreendido ao ouvir que a família da criança está convencida de ter-se tratado de um assassínio. Os superiores de Leo ordenam-lhe que ignore tal suspeita e ele obedece sem se questionar. Mas algo lhe diz que há muito mais por detrás desta história.
De um momento para o outro, a sua confiança de que tudo o que faz por ordem do Partido serve um bem maior é abalada e, arriscando tudo, Leo sente-se no dever de perseguir o terrível assassino – mesmo sabendo que ao fazê-lo se tornará, ele próprio, um inimigo do Estado.
Para saberes mais sobre a história da União Soviética podes aceder, na RTP Ensina, e ver este vídeo (http://ensina.rtp.pt/artigo/a-historia-da-uniao-sovietica/).
Podes ler este livro, requisitando-o na Biblioteca Municipal de Cantanhede ou efetuando o seu pedido na Biblioteca da Escola EB2/3 Carlos de Oliveira para ativar o empréstimo interbibliotecário.
Boas leituras.

Adélia Maranhão

segunda-feira, 13 de outubro de 2014

leituras em rede

a propósito do dia mundial da alimentação 
[a celebrar no dia 16 de outubro]

Vivemos num mundo complexo, onde milhões de pessoas têm carências crónicas de alimentação e onde milhões de pessoas sofrem de doenças provocadas pela sobrealimentação. Se as carências alimentares provocam graves problemas de saúde, uma alimentação desadequada, em excesso, que não tenha em conta as necessidades do nosso organismo, também é igualmente prejudicial.

Educar para uma alimentação correta é educar para a Saúde. A leitura, em múltiplos formatos e suportes, pode ser um poderoso instrumento dessa educação. 

As bibliotecas escolares dos agrupamentos de escolas do concelho de Cantanhede, efetuaram um levantamento dos recursos que estão disponíveis nos seus fundos documentais e na web e organizaram o primeiro Boletim Bibliográfico Leituras em Rede.

Sugerimos a consulta do Leituras em Rede e o usufruto do que as bibliotecas escolares lhe têm para oferecer.

Boas leituras!