Mostrar mensagens com a etiqueta Leituras. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Leituras. Mostrar todas as mensagens
sábado, 12 de janeiro de 2019
segunda-feira, 22 de maio de 2017
Boletim Bibliográfico | Férias
.... a ler
Sugestões de leitura, para muitas idades, e tardes calorosas de verão.
quinta-feira, 6 de abril de 2017
Boletim Bibliográfico | Primavera
... a ler
Boletim Bibliográfico organizado a partir do fundo documental da Biblioteca Escolar da EB Carlos de Oliveira.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
Boletim Bibliográfico n.º 27 | Sentimentos
A ler...
Os sentimentos exprimem a felicidade, fazem sorrir. A análise dos sentimentos exprime a felicidade; faz sorrir. Aqueles elevam a alma, independentemente do espaço, do tempo, até à conceção da humanidade considerada em si mesma, nos seus membros ilustres! Esta eleva a alma, independentemente do tempo, do espaço, até à conceção da humanidade considerada na sua mais alta expressão, a vontade! Aqueles tratam dos vícios, das virtudes; esta trata apenas das virtudes. Os sentimentos choram quando lhes é preciso, tanto como quando lhes não é. A análise dos sentimentos não chora. Possui uma sensibilidade latente, que apanha desprevenido, arrasta por cima das misérias, ensina a dispensar guia, fornece uma arma de combate. Os sentimentos, sinal da fraqueza, não são o sentimento! A análise dos sentimentos, sinal da força, engendra os sentimentos mais magníficos que conheço.
Isidore de Lautréamont, Poesias (adaptado).
quarta-feira, 8 de junho de 2016
“Se eu ficar”
... a ler
Ao longo da vida vamo-nos deparando com situações
inesperadas com as quais temos dificuldade em lidar. Ora, de entre todos os
benefícios incontestáveis que a leitura nos proporciona, há um que também
merece destaque: a reflexão, a opinião, o sentido crítico. As histórias que
lemos, ainda que fictícias, ajudam-nos a compreender o mundo, a questioná-lo, a
formar opiniões e espírito crítico. Porque não experimentar com a leitura desta
história?
A personagem principal, Mia, é uma jovem talentosa de 17
anos, que tem uma vida pela frente. Cheia de projetos e tormentos, ela própria se
dá a conhecer: a paixão pela música clássica, a sua primeira história de amor,
as suas zangas com a melhor amiga, uma família de roqueiros com a qual tem
dificuldade em identificar-se, …
Mas, um acidente, do qual é a única sobrevivente, vai
transtornar a sua vida. Sozinha no mundo, cai num coma profundo, durante o qual
ela ouve tudo o que se passa e dizem à sua volta, e tem apenas um dia para
fazer uma escolha: morrer ou manter-se viva; viver com a angústia de ser órfã ou
lutar e viver pelos que ficam? Durante um longo dia todos os que a rodeiam vão
pesar na sua decisão, que vai mudar vezes sem conta.
Ao longo da leitura muitas questões se nos colocam: onde
está a coragem? Em viver ou morrer? O que é mais fácil? Deixar-se levar pelo
destino ou lutar? Ficar por si ou pelos outros? Temos realmente escolha?
São questões essenciais e frequentes, embelezadas por
simpáticas referências musicais que aligeiram a narração.
“Se eu ficar” não é apenas uma bela história de amor, é também
um livro que nos leva a refletir sobre o verdadeiro sentido da vida: a importância
do amor, da felicidade e dos laços familiares que são o nosso verdadeiro
tesouro.
Leonilde
Rodrigues
quarta-feira, 1 de junho de 2016
Clássicos da literatura portuguesa contados às crianças
Vários escritores contemporâneos, como José Luís Peixoto, Rosa
Lobato de Faria, Rui Zink, entre outros, adaptaram algumas das obras mais
emblemáticas da Literatura Portuguesa, tal como “Os Maias”, “Amor de perdição”,
“O Auto da Barca do Inferno”, … numa tentativa de aproximar as obras clássicas
do universo das crianças.
Estas adaptações ilustradas são muito simples, bem menos
extensas e com vocabulário mais acessível do que as obras originais. Assim, os
mais novos podem iniciar-se no universo da literatura clássica portuguesa e
contactar com referências culturais, que tendem cada vez mais a cair no
esquecimento. É, com certeza, uma oportunidade para despertar a curiosidade e estimular
a leitura dos textos originais, que terão oportunidade de ler e descobrir mais
tarde. Nessa altura, com outra maturidade literária, saberão identificar outros
sentidos, compreender melhor os contextos, e questionar estas adaptações com
que se iniciaram.
Desde que se crie a prática da leitura, esta experiência é uma
porta de acesso para as obras integrais, cujo valor é insubstituível.
A coleção, editada em 2008, pelas Edições Quasi e pelo
semanário SOL, é composta de 12 livros de capa dura com títulos clássicos, a
saber:
“Os Maias”, de Eça de Queirós, adaptado por José Luís Peixoto
“Auto da Barca do Inferno”, de Gil Vicente, adaptado por
Rosa Lobato de Faria
“Sermão de Santo António aos Peixes”, de Padre António
Vieira, adaptado por Rui Lage
“Frei Luís de Sousa”, de Almeida Garrett, adaptado por José
Jorge Letria
“Viagens na Minha Terra”, de Almeida Garrett, adaptado por
Rui Zink
“A Morgadinha dos Canaviais” de Júlio Dinis, adaptado por
Possidónio Cachapa
“Os Fidalgos da Casa Mourisca”, de Júlio Dinis, adaptado por
Francisco José Viegas
“Amor de Perdição”, de Camilo Castelo Banco, adaptado por
Pedro Teixeira Neves
“A Queda de um Anjo”, de Camilo Castelo Branco, adaptado por
Albano Martins
“A Cidade e as Serras”, de Eça de Queirós, adaptado por
António Torrado
“A Relíquia”, de Eça de Queirós, adaptado por Ana Luísa
Amaral
“O Banqueiro Anarquista”, de Fernando Pessoa, adaptado por
Clara Pinto Correia
Passe pela Biblioteca Escolar Carlos de Oliveira e leve um livro para ler com os seus filhos, netos, sobrinhos, irmãos...
Passe pela Biblioteca Escolar Carlos de Oliveira e leve um livro para ler com os seus filhos, netos, sobrinhos, irmãos...
Leonilde Rodrigues
terça-feira, 31 de maio de 2016
Boletim Bibliográfico n.º 24 | Férias
... a ler
Um livro
Levou-me um livro em viagem
não sei por onde é que andei
Corri o Alasca, o deserto
andei com o sultão no Brunei?
P’ra falar verdade, não sei
Com um livro cruzei o mar,
não sei com quem naveguei.
Com marinheiros, corsários,
tremendo de febres e medo?
P’ra falar verdade não sei.
Um livro levou-me p’ra longe
não sei por onde é que andei.
Por cidades devastadas
no meio da fome e da guerra?
P’ra falar verdade não sei.
Um livro levou-me com ele
até ao coração de alguém
E aí me enamorei –
de uns olhos ou de uns cabelos?
P’ra falar verdade não sei.
Um livro num passe de mágica
tocou-me com o seu feitiço:
Deu-me a paz e deu-me a guerra,
mostrou-me as faces do homem
– porque um livro é tudo isso.
Levou-me um livro com ele
pelo mundo a passear
Não me perdi nem me achei
– porque um livro é afinal…
um pouco da vida, bem sei.
O G é um gato enroscado, João Pedro Mésseder
segunda-feira, 25 de abril de 2016
Boletim Bibliográfico, série BECO, n.º 23
... a ler
ser-se livre é uma conquista. conquistou-se no 25 de abril. conquista-se todos os dias quando ensinamos as crianças a serem livres e a pensarem a liberdade. sugestões de leitura para os adultos pensarem com as crianças.
segunda-feira, 18 de abril de 2016
Viajar através da Leitura
Na sequência
do pedido de sugestões pelos alunos mais novos (5º e 6º anos), para leitura autónoma,
encontrei na Biblioteca Escolar Carlos de Oliveira mais uma história muito
simples, mas enriquecedora, que proporciona viajar e conhecer um pouco mais do
mundo e que poderão apresentar à turma, na aula de Português.
Nesta
história infantojuvenil - “O Mundo que somos” - as personagens conhecem e
apresentam-nos os mais diversos lugares e respetivos costumes, a Jordânia,
Angola, a Alemanha, a Austrália, entre outros países dos diversos continentes. A
Terra personificada serve de guia, sugerindo o respeito pela diferença e
alertando para a necessidade de cuidarmos dela, tal como cuidamos dos nossos
pertences.
Para
complementar a leitura deste livro ou em alternativa, existe outro, na
Biblioteca Escolar Carlos de Oliveira, que levará, igualmente, os mais novos a percorrer
o Globo, através das letras.
“O
Alfabeto dos países”, de José Jorge Letria, leva-os a conhecer o mundo, as suas
gentes e costumes. Para cada país há um poema muito sugestivo das
características que o identificam.
Lê o
exemplo seguinte e descobre a que país se refere.
«Somos vizinhos do mar
que nos dá sonho e comida
lembrando o que descobrimos
com tantos anos de vida.
Mareantes, emigrantes,
fomos sempre buscar fora
aquilo que nos faltava
sem perder pela demora.
Temos uma mesa de reis
e uma história de grandeza,
mas baixamos a cabeça
dando lugar à tristeza.»
que nos dá sonho e comida
lembrando o que descobrimos
com tantos anos de vida.
Mareantes, emigrantes,
fomos sempre buscar fora
aquilo que nos faltava
sem perder pela demora.
Temos uma mesa de reis
e uma história de grandeza,
mas baixamos a cabeça
dando lugar à tristeza.»
Com
apenas uns passos até à biblioteca, comecem uma viagem que vos levará mais
longe…
Leonilde
Rodrigues
Subscrever:
Mensagens (Atom)



