quarta-feira, 29 de março de 2017

 Texto de opinião


Achei o Auto da Barca do Inferno bastante interessante porque é um texto dramático que tem como finalidade tanto instruir e corrigir, como divertir o público. Gil Vicente soube denunciar e ridicularizar os defeitos e vícios da sociedade de uma forma sarcástica e, simultaneamente, cómica.

Se eu tivesse que escolher uma personagem para interpretar, escolheria, sem dúvida, o Parvo porque é uma figura ingénua, simples e «pobre de espírito» sendo considerado “tolo”. Gil Vicente utiliza-o para poder dizer tudo o que quer e condenar vícios sociais.

Se o julgamento de cada personagem deste auto dependesse de mim, mudaria, sem dúvida, o destino dos Cavaleiros, pois eles morreram para expandir a fé cristã, mas sobretudo para obter bases económicas, principalmente para o clero e, por isso, a Igreja aprovava os cruzados e a guerra, por mais repugnante que fosse aos olhos de Deus.

Em meu entender, todas as críticas foram justas, principalmente as dirigidas ao Corregedor e ao Procurador, pois foram corruptos, desonestos e parciais no exercício das suas funções.

Recomendo a qualquer pessoa a leitura deste texto dramático.

Trabalho feito por:
Ana Gabriela Alves Marcelino
Nº 3 9.º A


terça-feira, 28 de março de 2017

A Aia







Prós: A eficácia da sua organização.
Contras: Nenhum.

O conto A Aia, de Eça de Queirós, é uma espécie de presente em forma de livro para qualquer pessoa, pois este está repleto de características ligadas à História.

 Esta narrativa retrata, com expressividade e rigor, o ambiente social da corte na Idade Média onde existiam aias cujo trabalho era educar os filhos do Rei, amando-os e instruindo-os.

Além disso, as lutas entre irmãos eram muito comuns, visto que eles invejavam os herdeiros ao trono real evidenciando ódio e raiva, podendo até levar a pensamentos mais obscuros. Eça de Queirós ilustrou, com muita clareza, dois contrastes neste conto – o ódio e o amor, a cobiça e a lealdade.

Admiro, também, a capacidade descritiva deste escritor evidenciada, por exemplo, ao descrever as diferenças dos bebés - o príncipe e o filho da aia - através do material que compunha os berços que lhes pertenciam.

Em suma, recomendo a leitura deste conto, porque despertou as minhas emoções, mas também pelo seu final controverso, inesperado e humanista.
Daniela Silvano


A Aia
Eça de Queirós
Contos, Porto Editora, 2011

€ 13,99 

segunda-feira, 27 de março de 2017

A ler…


Viagem à Índia - viagens no tempo – Caminho



Os livros desta coleção representam uma abordagem rigorosa da História, embora seja feita de forma lúdica. As viagens no tempo são o tema desta coleção que apresenta vinte e um livros e que nos leva até aos grandes momentos da nossa História. Assim, os leitores acabam por revelar grande entusiasmo ao serem catapultados para outras épocas, que lhes permitem conviver com personagens históricas.
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Resumo do livro

Neste livro, Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada transportam-nos ao tempo da expansão marítima e dos navegadores portugueses.

Assim, os nossos amigos desta vez viajaram até à Índia. Nesta perigosa viagem marítima, Orlando e os seus amigos Ana e João, tiveram de superar muitos perigos ao longo da sua viagem. Os nossos amigos conseguiram enfrentar incêndios, tempestades, discórdias, deslealdades e os mais variados perigos ao lado dos grandes marinheiros que acompanharam Vasco da Gama. Por outro lado, os nossos amigos também experimentaram e tiveram a satisfação de fazerem grandes descobertas.

Se quiseres saber como tudo realmente se passou… aproveita e lê o livro!

Paulo Sá