segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

A ler

A ler…




A Terra será redonda? - viagens no tempo – Caminho



Os livros desta coleção representam uma abordagem rigorosa da História, embora seja feita de forma lúdica. As viagens no tempo são o tema desta coleção que apresenta quinze livros e que nos leva até aos grandes momentos da nossa História. Assim, os leitores acabam por revelar grande entusiasmo ao serem catapultados para outras épocas, que lhes permitem conviver com personagens históricas. 

Resumo do livro

Neste livro, Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada transportam-nos ao tempo da expansão marítima e dos navegadores portugueses. Quando descobriram que era possível navegar para sul do cabo Bojador, os homens desta época tinham muitas dúvidas sobre a forma da terra. Seria plana ou redonda?

Assim, os nossos amigos viajaram até esta época dos descobrimentos e Orlando teve o cuidado de lembrar ao João, que ele não podia fornecer informações aos homens desta época. No entanto, João acabou por não resistir e disse a verdade ao seu amigo Pedro Afonso. Depois de ter feito esta asneira, João só não foi expulso da AIVET porque tanto ele como a irmã tiveram grande coragem quando chegou a altura de recuperar o tesouro roubado a um simpático chefe africano.

Se quiseres saber mais… aproveita e lê o livro!

Paulo Sá

quarta-feira, 18 de janeiro de 2017

Oficina de poesia

UMA FLOR DIFERENTE





É uma flor diferente, de um cheiro intenso. Um aroma que mais parece um daqueles perfumes caros das grandes perfumarias.

Ao toque, por cima, suave e macia mas de repente dolorosa, de espinhos grandes, fortes e vingativos.

Uma rosa de um bordeaux vivo e chamativo, uma rosa, uma flor diferente.


Francisca Cruz, 8.º B
Imagem do domínio público

quinta-feira, 12 de janeiro de 2017

Oficina de poesia

A boa convivência



A boa convivência pressupõe uma comunicação ajustada, pois é a base do relacionamento humano, principalmente na fase da adolescência em que os jovens passam a maior parte do tempo na escola.

Devido à atração pelas tecnologias, estes esquecem-se do que os rodeia e concentram-se no mundo virtual  o que, na minha opinião, é uma lástima. Além disso, também existe o bullying, uma prática cada vez mais comum nas escolas, sem que o agressor tenha razões válidas para agir: simples raiva ou desejo de controlo. Por outro lado, o número exagerado de alunos nas turmas e o excesso de trabalho dos professores impedem um investimento maior não só na preparação da componente letiva como também menos disponibilidade para resolver conflitos.

Por isso, podiam ser providenciadas medidas, como grupos de apoio às vítimas que já sofreram bullying ou outro tipo de abordagem. Além disso, nos tempos livres podiam ser organizados jogos tradicionais  entre turmas.

Em suma, o que se pode fazer para que as escolas se tornem a segunda casa de quem lá estuda e trabalha? Tudo depende da participação e da boa vontade de cada um.



Trabalho realizado por: Daniela Oliveira Silvano.

Turma/Ano: 9.º A 

quarta-feira, 11 de janeiro de 2017

                                   Uma entrevista… ao Lince Ibérico


O Lince Ibérico está em vias de extinção. Por essa razão, queremos protegê-lo. Para isso, precisamos de saber mais coisas sobre ele.


Entrevistador - Qual é o seu nome científico?


Entrevistado - O meu nome científico é Lycy Pardinus. Eu sei que é um pouco esquisito mas, é o que os cientistas me chamam.

Entrevistador - Quanto mede a cauda de um Lince adulto?


Entrevistado - Eu ainda sou um Lince novo. A minha mãe explicou-me que a cauda da minha espécie vai aumentando com o avançar da idade, até atingir 12 a 30 cm de comprimento.

Entrevistador - Como é o seu habitat natural?


Entrevistado - O meu habitat são zonas grandes e escondo-me em tocas, pois os homens querem caçar-me. Eles destroem o meu habitat para construir casas, autoestradas ou barragens. Os incêndios também põem em risco a minha vida, tal como algumas catástrofes naturais, como as secas, as tempestades, os sismos e as inundações.

Entrevistador - Que atividades mais gosta de fazer?


Entrevistado - A minha atividade favorita é a caça. Eu adoro caçar com os meus irmãos. Também gosto de viver aventuras pelos matagais e de explorar novos lugares.

Entrevistador - Obrigado pela sua participação e colaboração. Ficamos a conhecer melhor uma parte da sua vida. Foi muito simpático ao receber-nos em sua acolhedora casa.



Matilde Cavaco e Matilde Mendes (5.ºB)
Imagem do domínio público

terça-feira, 10 de janeiro de 2017

Oficina de escrita

Dentro ou fora da escola?




Na minha opinião, os alunos não devem poder sair da escola, sempre que queiram, pois correm riscos desnecessários.

Em primeiro lugar, muitos aproveitam-se das saídas para faltar às aulas, prejudicando, assim, o seu rendimento escolar.

Em segundo lugar, casos há em que, fora da escola, são seduzidos para o consumo de substâncias ilícitas, que causam ou agravam problemas de saúde: asma, bronquite, ou até mesmo cancro.

Por fim, fora da escola, são frequentes as situações de agressão.

Em conclusão, a meu ver, as saídas da escola não são necessárias nem benéficas e, além disso, os intervalos vividos na escola permitem recuperar as forças e o ânimo, até depois das aulas mais cansativas.

                                                                            Emanuel Silva, Nº7   6ºC
Imagem do domínio público

segunda-feira, 9 de janeiro de 2017

Oficina de escrita

A vida das abelhas




A abelha é um inseto muito importante, pois fornece-nos produtos como o mel, a cera, o própolis e a geleia-real. Como somos curiosos, fomos procurar saber mais sobre este fantástico inseto, falando com ele.

Entrevistador - O que é que gosta de fazer durante o dia?

Entrevistado - Gosto de apanhar pólen e voar por cima da colmeia.

Entrevistador – Que importância têm as abelhas para o ser humano?

Entrevistado - Nós somos responsáveis por cerca de 90% da polinização. Somos nós que vamos polinizar as árvores que vos dão os frutos e, além disso, produzimos produtos importantes: o mel, a cera, o própolis e a geleia-real.

Entrevistador - Qual é a função da rainha numa colmeia?

Entrevistado - A função da rainha na colmeia é importantíssima, uma vez que é ela que põe os ovos, tantos que chegam a ser 3000 por dia!

Entrevistador - Qual é o vosso habitat natural?

Entrevistado - O nosso habitat não é definido, mas nós escolhemos sempre um local onde haja muita flora.

Entrevistador - Obrigado por nos ter ensinado tantas coisas sobre a sua vida. Foi muito simpática connosco e nós agradecemos a sua atenção.


André Costa e Maria Stela Fernandes (5.ºB)
Imagem do domínio público

quinta-feira, 5 de janeiro de 2017

Oficina de escrita

Como promover uma boa convivência na escola?  



A convivência escolar de hoje em dia nada tem a ver com a de alguns anos atrás. Os alunos que frequentam os anos terminais acham-se no direito de mandar nos mais novos e fazer com que estes se sintam pressionados a obedecer-lhes.

Na minha opinião, os mais velhos não deveriam achar-se superiores. Pelo contrário, deveriam ajudar os colegas, principalmente, os que são novatos e que ainda não se adaptaram à escola onde acabam de ingressar.

Muitas vezes, este comportamento de superioridade leva a atitudes extremas, como o bullying.

Alguns meios que deveriam ser implementados numa escola passam, na minha opinião, pela existência de pelo menos um ou dois funcionários atentos aos espaços de circulação no sentido de evitar conflitos entre faixas etárias diferentes.

Por outro lado, cada situação de desrespeito deveria merecer uma participação por escrito ou comunicação ao diretor de turma que, posteriormente, a transmitiria ao diretor da escola. Também poderíamos optar por organizar um colóquio onde houvesse a participação dos alunos para ouvir e dar opinião sobre a melhor forma de conviver em meio escolar e de existir respeito entre alunos de idades diferentes. Ser-lhes-ia dada uma certa responsabilidade e permitir-lhes-ia colaborar na correção das más atitudes dos colegas.

Assim sendo, talvez houvesse mais harmonia entre os alunos sem necessidade de recorrer a medidas extremas.
                                           

                                                                                           Cheila Cosme, N.º7, 9.ºA

quarta-feira, 4 de janeiro de 2017

Oficina de escrita

  Como promover uma boa convivência na escola?



Na minha opinião, é fundamental a existência de normas promotoras de uma boa convivência na escola. Com efeito, se, na vida, não existissem regras, o mundo estaria um caos, apesar de, frequentemente, não serem cumpridas pelos jovens.

Eu estou numa escola onde nem sempre há cumprimento de regras. Apesar de elas existirem, a maioria dos alunos ignora-as.

Esta inconsciência perante a obrigação do cumprimento do dever pode levar ao desrespeito e consequentes infrações. Todavia, não é só nas escolas que isto acontece. A falta de civismo é comum em todos os espaços. É frequente ver pessoas ocuparem toda a largura dos degraus nas escadas rolantes dos hipermercados, ignorando, por completo, a intenção de quem se encontra atrás, pois se estiver com pressa, fica impedido de avançar.

Outro exemplo do incumprimento das regras de boa convivência é o que se verifica nos autocarros. Por exemplo, quando algum passageiro se lembra de ouvir música alta como se estivesse em sua casa.

Para mim, as três normas mais importantes para promover uma boa convivência, principalmente em meio escolar, passam por saber respeitar os outros, por cumprir as regras definidas e não ignorá-las e, por fim, não fazer aos outros o que não queremos que nos façam a nós.

Na verdade, todos nós já cometemos erros e temos consciência de que eles podem ter prejudicado alguém. Portanto, temos que ter mais atenção ao que fazemos e evitar a repetição desses erros.

A nossa liberdade e o nosso respeito passam pelo modo como entendemos a liberdade dos outros e a respeitamos.

   


                                             Carina Ferreira, n.º6 , 9.ºA