sábado, 18 de novembro de 2017

Cronista por um dia

O que permanece


Acordo, como todas as manhãs, tomo o pequeno-almoço e realizo as tarefas básicas de um amanhecer tal como o aborrecido fazer a cama.

Vou para a escola, o constante permanece, vou às aulas, distraio-me nos intervalos, almoço na cantina e interajo com as pessoas ao meu redor...pessoas com sentimentos e emoções todas à flor da pele, pois somos adolescentes, talvez mais conhecidos por reis e rainhas do drama.

Todos nós nos preocupamos com a nossa vida social à exceção de um particular estudante que permanece numa constante atenção, emoção e paixão à sua leitura.

Dirigi-me a ele e questionei-o para saber se não se sentia um bicho rara no meio de todos nós. Ele respondeu-me que o que lhe dava alento era uma simples frase, mas com muito significado que uma vez lera:"Vocês riem-se de mim porque sou diferente, no entanto eu rio-me de vocês porque são todos iguais.".

Cheguei à conclusão que todos nós, como sociedade e humanidade, continuamos a acompanhar tendências e não prestamos atenção  ao que realmente deveríamos seguir.

A partir daquele momento e daquele dia, comecei a praticar o que realmente achava correto para mim.

Ana Cardadeiro, 9.º A

sexta-feira, 17 de novembro de 2017

Cronista por um dia

Leitura -  uma arte que não se entende


Estava eu a prepara-me para sair de casa e ir ao parque passear e relaxar depois de um longo e cansativo dia de aulas. Pensava eu que seria só mais um dia normal na minha vida mas, sentado num banco, vi uma pessoa a ler um livro, um senhor completamente cativado pelo seu conteúdo. Vi-o a rir nas partes mais cómicas, lágrimas a correr nas mais comoventes e a raiva na injustiça.

A mim, pareceu-me um livro interessante por isso esperei até ele o acabar e dirigi-me a ele:

- O livro parece interessante. Importa-se? – perguntei eu a apontar para o livro.

- Claro que não. Esteja à vontade. – disse ele entregando-me o livro.

Sentei-me no mesmo sítio que ele e comecei a lê-lo enquanto o senhor se ia embora. Sofri exatamente os mesmos sintomas que ele. Ri, chorei e enfureci-me. Estava tão absorvido pelo livro que nem reparei que as pessoas se começavam a juntar e a comentar:

- Que triste. A ler?!

- Não deve ter uma vida muito interessante.

Não me deixei afetar muito por esses comentários e risos mas, no meio da multidão, fiquei chocado por ver uma pessoa a rir-se e a gozar comigo: o dono do livro. Acabei de lê-lo, atravessei a multidão, entreguei o livro ao seu dono e agradeci.

- Muito obrigado. Foi uma ótima sugestão.


E fui-me embora.

Jóni Pereira, 9.º A

sábado, 21 de outubro de 2017

Oficina de escrita

Crónica


Saio de casa, entro no carro, faço-me à estrada como todas as manhãs desde há três anos. Como qualquer outra pessoa, tento sempre evitar o trânsito para facilitar a minha vida, mas algumas vezes é impossível! E hoje é um desses dias.

Apenas uma pequena particularidade diferencia este dia dos outros. Olho em meu redor e algo de extraordinário está a acontecer: os automobilistas retidos no trânsito, em poucos instantes, começam a sorrir para o condutor do lado.

Não percebo, então decido perguntar ao pendura do carro mais próximo. Este aconselha-me a ligar o rádio. Ligo, de imediato compreendo o porquê do sucedido.

A pesar da minha felicidade provocada por aquela situação, não me posso atrasar tendo em conta que o meu patrão é bastante maldisposto.

Estaciono o carro no meio daquela confusão e entro no metro mais próximo. Lá dentro,  um silêncio sepulcral, sente-se frieza,  falta de convivência e de comunicação, o que não me agrada nada. Espero uns minutinhos, reflito e decido avançar. Sorrio para a pessoa ao lado. Ela acha estranho mas sorri. Outro indivíduo vê e sorri também, até que, passados uns instantes, o ambiente no metro muda completamente, fica mais alegre sem dúvida.

Chego atrasada ao trabalho. Primeiramente, vejo o meu superior com má cara. Sorrio. Fica perplexo e eu aconselho-o a ligar o rádio. Acaba por sorrir. Nestes anos todos, é a primeira vez que o vejo sorrir.

No final do dia, volto para casa felicíssima e a pensar que, às vezes, só precisamos de um empurrãozinho para mudar a nossa vida. 😊


Ana Cardadeiro, Ângela Cruz, Débora Rua, Luís Gentil, 9.º A

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Oficina de escrita

Comentário 





O livro O recruta de Robert Muchamore é um romance de aventura e ficção sobre um rapaz chamado James Choke, um miúdo problemático de doze anos, que vive com a meia-irmã e a mãe com excesso de peso.

Quando a sua mãe morre, ele e a irmã são recrutados para uma organização secreta britânica chamada Cherub. Nesta organização, as crianças, órfãs entre os 8 e 16 anos,  são treinadas para fazer missões secretas como espiões uma vez que um adulto nunca iria desconfiar de uma criança espia.

Toda a ação passa-se no campo de Cherub e na zona de recrutamento de novos agentes.

Este é um ótimo livro que faz parte de uma coleção com mais de vinte títulos.


Jóni Pereira, n.º 10, 9.º A

segunda-feira, 9 de outubro de 2017

Oficina de escrito: cronista por um dia



A simplicidade de um gesto


Aquela manhã começou como todas as outras. Depois da correria matinal do costume, estava eu no pára-arranca da cidade. Apressada para levar o meu filho à escola e de seguida ir para o trabalho. O rádio estava ligado quando inesperadamente surge um convite. Dizia-nos para simplesmente sorrirmos para o condutor ao lado, para comunicarmos. 

Uma onda de boas energias renasceu na cidade. Havia sorrisos, acenos e felicidade por todo o lado.

Penso que a razão deste convite foi a falta de comunicação entre as pessoas. Andam sempre bisonhas, caladas e despreocupadas. Ninguém olha para ninguém, ninguém fala com ninguém. Pessoas mudas habitam na cidade.

Tudo depende de nós, nós somos a solução para os relacionamentos impessoais. Apenas um aceno, um sorriso ou uma palavra pode mudar o dia de alguém, pois esse alguém vai contribuir para a felicidade de outro.

Sorri para a vida, que ela sorri para ti!

Francisca Cruz, Rita Catarino, Diogo Jerónimo - 9.º B

domingo, 8 de outubro de 2017

Oficina de escrita: cronista por um dia


Um pequeno gesto muda vidas


Entro no carro, pronta para ir trabalhar e para uma viagem longa, de repente deparo-me com o pára-arranca aborrecido do trânsito. As pessoas impacientes e apressadas quando os carros pararam com o excesso de automóveis na cidade.

Com isto, ligo o rádio para, de alguma forma, me distrair de uma viagem demorada. Parou a música, começou a publicidade e introduziu-se uma proposta: "Um sorriso pode mudar vidas, convido-o a sorrir para a pessoa que está dentro do carro ao lado do seu."

Senti uma energia positiva e contagiante a espalhar-se por todos os que ali se encontravam. Olhei para o carro à minha esquerda e vejo uma criança a sorrir para mim com os olhos a brilhar, senti-me feliz e retribuí o sorriso.
Todos seguiram o seu caminho mais contentes e bem dispostas pois um pequeno sorriso consegue mudar o dia de várias pessoas.

Bárbara Vinhas, Constança Dias, Joana da Cruz - 9.º B


sábado, 7 de outubro de 2017

Oficina de escrita: cronista por um dia


Um sorriso vale mais que mil palavras



Uma manhã cinzenta e monótona como muitas outras: saio de casa, entro no carro. Aqui vou eu para mais um dia de trabalho.

Como sempre, apanho trânsito. Desta vez foi um acidente, nada de especial para quem está habituada. Ligo o rádio para me distrair. Passado uns minutos, ouço o locutor a desafiar os seus ouvintes e pedir-lhes para simplesmente sorrir para as pessoas ao seu lado.

Quando dei por mim, estava toda a gente a trocar sorrisos, então decidi fazer o mesmo. Num abrir e fechar de olhos, o cinzento do céu desaparecera, vi um sol radiante. Foi a coisa mais bonita que vi.

Nesta agitação quotidiana, as pessoas já não comunicam entre si, especialmente na cidade. E um sorriso pode mudar tanta coisa. Andamos sempre na correria e nem damos conta da pessoa que está ao nosso lado. Agora isolamos-nos cada vez mais. A nossa vida torna-se muito monótona.

Quem me dera voltar a ser criança e voltar ao campo onde toda a gente se conhece. Ai, que saudades!

Carla Barreiro, Rita Rei, Duarte Cruz - 9.º B

sexta-feira, 6 de outubro de 2017

Oficina de escrita: o comentário

A CULPA É DAS ESTRELAS





A culpa é das estrelas continua a comover milhares de pessoas por todo o mundo. Uma emocionante história de amor, escrita por John Green, que já conta com vários prémios.

O romance desenrola-se entre dois jovens com cancro, Augutus  Waters e Hazel Grace. Uma história que foge ao cliché e não tem um final feliz.

Conhecem-se no Sagrado Coração de Jesus, frequentado por jovens portadores da doença, e a partir daí não se largam.

Esta obra está disponível em livro e em filme e pretende mostrar que as pessoas com doenças são pessoas como as outras, têm sentimentos e merecem ser respeitadas.


Francisca Cruz, n.º 1, 9.º B


quinta-feira, 15 de junho de 2017

Faça lá um poema

Único



Para mim é único
O prazer que tenho
De pintar, desenhar
Não desistir e continuar.

Nada nem ninguém
Me vai fazer parar.
Vou continuar e
Continuar a imaginar!

Sinto – me leve
Quando pinto,
Gosto de desabafar no papel,
Falar com o pincel.                                                                                                                                                                                            


Sara Pedro, 7.ºA, n.º18

quarta-feira, 14 de junho de 2017

Faça lá um poema

Sou uma criança        




Sou ainda uma criança
Mas eu sei!
Eu sei que a pessoa
Que eu quero ser vai crescer
E vai crescer dentro de mim.
É como a flor
Que eu cuido com amor no meu jardim.                                                                                                
E que, um dia, irá florescer.
Sou ainda uma criança
Mas eu sei!
Eu sei que, por muito que eu saiba
E que por muito que eu aprenda,
Muito mais há para saber,
Muito mais há para aprender.
Sou ainda uma criança
Mas eu sei!
Eu sei que, por mais difícil que seja lá chegar,
Por mais longínquos que estejam de alcançar,
Os sonhos comandam a vida
E mais a vida de uma criança.
Sou ainda uma criança
Mas eu sei!
Eu sei que há o bem e o mal,
O feio e o belo
E que o belo se torna feio,
Quando alguém faz o mal.
Sou ainda uma criança
Mas eu sei!

Eu sei que sou apenas uma criança,
Mas uma criança que sonha
E que vive e cresce por sonhar!




                                                             Maria Stela Cruz Fernandes, n.º14, 5.ºB

terça-feira, 13 de junho de 2017

A ler...



Mataram o Rei! – Caminho




Os livros desta coleção e, em particular, o que te apresentamos desta vez, vão permitir "refrescar-te" a memória histórica do nosso país através de uma abordagem leve e lúdica, mas rigorosa da História. Assim, irá cativar-te, desde as primeiras páginas, transportando-te com entusiasmo e curiosidade para reviveres outras épocas, culturas e locais.

Resumo do livro


Neste livro, Orlando leva Ana e João na máquina do tempo à procura de um criminoso muito perigoso, conhecido por “o Toupeira”, e sabe disfarçar-se assumindo personalidades distintas conforme o caso. Isso embaraça e muito a perseguição. Mas o grupo não se dá por vencido e nunca desiste. Todos os indícios apontam para Lisboa no ano de 1908 e certos sinais levam a pensar que se relacionam com uma agradável família onde há três lindas raparigas. A melhor forma de o apanhar será estabelecerem uma amizade com elas. Assim, instalam-se na casa vizinha e passam a ir às festas, aos passeios e até os bailes que o rei dá no Palácio da Pena, em Sintra. No entanto, sempre que julgam estar prestes a desmascará-lo, notam que afinal a pessoa de quem suspeitavam não é o Toupeira. As voltas e semivoltas levam João a misturar-se sem querer com um grupo de revolucionários que se preparam para assassinar o rei D. Carlos...
Se quiseres saber como tudo realmente se passou… aproveita e lê o livro!
         Paulo Sá

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Escrita criativa

Numa ilha deserta




Um dia, numa chuvosa e aborrecida manhã de inverno, o tempo apanhou de surpresa o jovem Moreira, que caminhava sussurrando na rua dos Clérigos, no Porto, uma rua coberta pela escuridão da manhã e a humidade da chuva.

De repente, o vento abriu a boca, soprou, soprou e soprou... o seu poder era tão forte que o levou pelo ar. Muito assustado, ele gritava sem parar, enquanto passava por cima dos telhados das casas. As nuvens choravam continuamente e as sua lágrimas encharcavam as roupas de seda do pobre homem. Foram minutos e minutos, horas e horas a voar nas asas do vento Norte. Lá em baixo, nas entradas dos prédios, viam-se tamanhos mares de água. O viajante passou por muitas cidades, até que o vento parou de soprar e as nuvens de chorar. Foi então que, de repente, ele caiu numa camada de areia macia, fina e límpida. Estava numa ilha, a salvo da chuva e do vento. Com enorme entusiasmo, saltava de alegria! No entanto, um pensamento veio perturbar aquele momento de felicidade: não sabia onde estava e não tinha como voltar. Além disso a sua roupa estava molhada.

Procurou acalmar-se: tudo se havia de resolver! Começou a andar e viu palmeiras cheias de fruto, um lago de águas cristalinas e um tronco enorme que lhe poderia servir de abrigo. Pôs a roupa a secar, bebeu daquela água e comeu uns cocos que encontrou. E, quando já se preparava para ali ficar, avistou ao longe um barco que o levaria de regresso a casa.


                                                                                               Maria Stela Fernandes, 5.º B

quarta-feira, 31 de maio de 2017

Escrita criativa

As flores



Grandes ou pequeninas,
muito belas elas são.
Algumas parecem campainhas
e outras, decerto, não.



Em todas as estações,
floresce uma linda flor.
Há belas canções
e também um tenor.



Umas mais altas,
outras mais baixas.
Algumas no campo
outras, distintas, em caixas. 






Tantas velhinhas de bengala
também novatas e crianças
há bebezinhas cantantes
e singulares autoras de danças.




Quando o sol nasce,
Toda a natureza desperta assim:
Os pássaros da rua acordam
e florescem as rosas do jardim.


As margaridas invejosas,
põem-se logo a comentar:
Que bonitas são as rosas,
 que bonito o seu brilhar!


                                                                                                           Maria Stela Fernandes, 5.ºB

terça-feira, 30 de maio de 2017

A ler...

Um cheirinho de canela - viagens no tempo – Caminho





Os livros desta coleção e, em particular, o que te apresentamos desta vez, vão permitir "refrescar-te" a memória histórica do nosso país através de uma abordagem leve e lúdica, mas rigorosa da História. Assim, irá cativar-te, desde as primeiras páginas, transportando-te com entusiasmo e curiosidade para reviveres outras épocas, culturas e locais.

Resumo do livro


Esta história começa quando o cientista Orlando e os irmãos Ana e João, embarcam numa viagem no tempo, através de uma máquina especial sem ter a certeza, e sem fazer a mínima ideia para onde vão! Quando aterram e chegam ao destino, estavam no século XVI, dentro de uma cave recheada de riquezas vindas do Oriente e acabam por descobrir que se encontravam na Casa da Índia, local que proibia a entrada a estranhos! Rapidamente tentam fugir, mas Ana é apanhada pelos guardas do rei D. Manuel e atirada para uma prisão muito suja e sem quaisquer condições. Ali, conhece a bruxa Guiomar. Entretanto, João e Orlando escondem-se na hospedaria de Narigudo e fazem amizade com um indivíduo estranho chamado Mafaldo, que tem muito medo do mar. Contudo, acaba por se revelar muito corajoso, pois oferece-lhes ajuda para libertar a Ana. Será que vão conseguir libertá-la?

Se quiseres saber como tudo realmente se passou… aproveita e lê o livro!


         Paulo Sá

terça-feira, 25 de abril de 2017

História a várias mãos

... a ler


Esta história resulta de um projeto curricular dos professores do Grupo de Ano os quais pretendem desenvolver com os alunos a escrita e a criatividade. 

Nela participaram todos os alunos do 2.º ano das EB1 de Balsas, Corticeiro de Cima, Covões, Febres, Fontinha, S. Caetano e Vilamar.

Os alunos de cada escola escreveram e ilustraram uma parte desta história, no conjunto cheia de atitudes e valores.


terça-feira, 11 de abril de 2017

Sonhos com asas


NAVEGANDO NA LEITURA é um projeto de promoção do livro e da leitura em implementação pelos professores do 1.º CEB do Agrupamento de Escolas Lima-de-Faria, Cantanhede. Parte desse projeto é realizado em articulação com o Serviço das Bibliotecas Escolares (SBE), com sessões realizadas nas escolas.


No mês de fevereiro de 2017, as atividades dinamizadas pela equipa do SBE dirigiram-se aos alunos do 3.º e do 4.º anos e tiveram, entre outros, o objetivo de levar os alunos a pensar criticamente sobre o que é a liberdade.


O ponto de partida foi a leitura do livro “Sonhos com asas”, de Teresa Marques, com ilustrações de Fátima Afonso, numa edição da Kalandraka. 


Seguiu-se um período de debate orientado, no qual participaram todos os alunos, seguido de uma reflexão escrita sobre o trabalho realizado.


Neste livro, estão reunidos alguns dos textos elaborados pelos alunos.



segunda-feira, 10 de abril de 2017

Um livro para todos os dias


NAVEGANDO NA LEITURA é um projeto de promoção do livro e da leitura em implementação pelos professores do 1.º CEB do Agrupamento de Escolas Lima-de-Faria, Cantanhede.


Parte desse projeto é realizado em articulação com o Serviço das Bibliotecas Escolares (SBE), com sessões realizadas nas escolas.


No mês de janeiro de 2017, as atividades dinamizadas pela equipa do SBE dirigiram-se aos alunos do 1.º e do 2.º anos e tiveram, entre outros, o objetivo de levar os alunos a refletir e a expressar-se criativamente a partir da leitura.


O ponto de partida foi “Um livro para todos os dias”, de Isabel Minhós Martins, com ilustrações de Bernardo Carvalho da Planeta Tangerina.

Todos os dias são diferentes. Alegres e tristes. Curiosos e sensaborões. Para esquecer ou para lembrar. Cada dia lido foi o ponto de partida para uma pequena reflexão e, em seguida, foi solicitado aos alunos que pensassem num dia, para um outro livro para todos os dias, e efetuassem a respetiva ilustração.

Neste livro, estão reunidos 20 dos desenhos elaborados pelos alunos.





quinta-feira, 6 de abril de 2017

Boletim Bibliográfico | Primavera

... a ler


Boletim Bibliográfico organizado a partir do fundo documental da Biblioteca Escolar da EB Carlos de Oliveira.

 

quarta-feira, 29 de março de 2017

 Texto de opinião


Achei o Auto da Barca do Inferno bastante interessante porque é um texto dramático que tem como finalidade tanto instruir e corrigir, como divertir o público. Gil Vicente soube denunciar e ridicularizar os defeitos e vícios da sociedade de uma forma sarcástica e, simultaneamente, cómica.

Se eu tivesse que escolher uma personagem para interpretar, escolheria, sem dúvida, o Parvo porque é uma figura ingénua, simples e «pobre de espírito» sendo considerado “tolo”. Gil Vicente utiliza-o para poder dizer tudo o que quer e condenar vícios sociais.

Se o julgamento de cada personagem deste auto dependesse de mim, mudaria, sem dúvida, o destino dos Cavaleiros, pois eles morreram para expandir a fé cristã, mas sobretudo para obter bases económicas, principalmente para o clero e, por isso, a Igreja aprovava os cruzados e a guerra, por mais repugnante que fosse aos olhos de Deus.

Em meu entender, todas as críticas foram justas, principalmente as dirigidas ao Corregedor e ao Procurador, pois foram corruptos, desonestos e parciais no exercício das suas funções.

Recomendo a qualquer pessoa a leitura deste texto dramático.

Trabalho feito por:
Ana Gabriela Alves Marcelino
Nº 3 9.º A


terça-feira, 28 de março de 2017

A Aia







Prós: A eficácia da sua organização.
Contras: Nenhum.

O conto A Aia, de Eça de Queirós, é uma espécie de presente em forma de livro para qualquer pessoa, pois este está repleto de características ligadas à História.

 Esta narrativa retrata, com expressividade e rigor, o ambiente social da corte na Idade Média onde existiam aias cujo trabalho era educar os filhos do Rei, amando-os e instruindo-os.

Além disso, as lutas entre irmãos eram muito comuns, visto que eles invejavam os herdeiros ao trono real evidenciando ódio e raiva, podendo até levar a pensamentos mais obscuros. Eça de Queirós ilustrou, com muita clareza, dois contrastes neste conto – o ódio e o amor, a cobiça e a lealdade.

Admiro, também, a capacidade descritiva deste escritor evidenciada, por exemplo, ao descrever as diferenças dos bebés - o príncipe e o filho da aia - através do material que compunha os berços que lhes pertenciam.

Em suma, recomendo a leitura deste conto, porque despertou as minhas emoções, mas também pelo seu final controverso, inesperado e humanista.
Daniela Silvano


A Aia
Eça de Queirós
Contos, Porto Editora, 2011

€ 13,99 

segunda-feira, 27 de março de 2017

A ler…


Viagem à Índia - viagens no tempo – Caminho



Os livros desta coleção representam uma abordagem rigorosa da História, embora seja feita de forma lúdica. As viagens no tempo são o tema desta coleção que apresenta vinte e um livros e que nos leva até aos grandes momentos da nossa História. Assim, os leitores acabam por revelar grande entusiasmo ao serem catapultados para outras épocas, que lhes permitem conviver com personagens históricas.
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Resumo do livro

Neste livro, Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada transportam-nos ao tempo da expansão marítima e dos navegadores portugueses.

Assim, os nossos amigos desta vez viajaram até à Índia. Nesta perigosa viagem marítima, Orlando e os seus amigos Ana e João, tiveram de superar muitos perigos ao longo da sua viagem. Os nossos amigos conseguiram enfrentar incêndios, tempestades, discórdias, deslealdades e os mais variados perigos ao lado dos grandes marinheiros que acompanharam Vasco da Gama. Por outro lado, os nossos amigos também experimentaram e tiveram a satisfação de fazerem grandes descobertas.

Se quiseres saber como tudo realmente se passou… aproveita e lê o livro!

Paulo Sá

terça-feira, 28 de fevereiro de 2017

Boletim Bibliográfico n.º 27 | Sentimentos




A ler...

Os sentimentos exprimem a felicidade, fazem sorrir. A análise dos sentimentos exprime a felicidade; faz sorrir. Aqueles elevam a alma, independentemente do espaço, do tempo, até à conceção da humanidade considerada em si mesma, nos seus membros ilustres! Esta eleva a alma, independentemente do tempo, do espaço, até à conceção da humanidade considerada na sua mais alta expressão, a vontade! Aqueles tratam dos vícios, das virtudes; esta trata apenas das virtudes. Os sentimentos choram quando lhes é preciso, tanto como quando lhes não é. A análise dos sentimentos não chora. Possui uma sensibilidade latente, que apanha desprevenido, arrasta por cima das misérias, ensina a dispensar guia, fornece uma arma de combate. Os sentimentos, sinal da fraqueza, não são o sentimento! A análise dos sentimentos, sinal da força, engendra os sentimentos mais magníficos que conheço.

Isidore de Lautréamont, Poesias (adaptado).


segunda-feira, 23 de janeiro de 2017

A ler

A ler…




A Terra será redonda? - viagens no tempo – Caminho



Os livros desta coleção representam uma abordagem rigorosa da História, embora seja feita de forma lúdica. As viagens no tempo são o tema desta coleção que apresenta quinze livros e que nos leva até aos grandes momentos da nossa História. Assim, os leitores acabam por revelar grande entusiasmo ao serem catapultados para outras épocas, que lhes permitem conviver com personagens históricas. 

Resumo do livro

Neste livro, Ana Maria Magalhães e Isabel Alçada transportam-nos ao tempo da expansão marítima e dos navegadores portugueses. Quando descobriram que era possível navegar para sul do cabo Bojador, os homens desta época tinham muitas dúvidas sobre a forma da terra. Seria plana ou redonda?

Assim, os nossos amigos viajaram até esta época dos descobrimentos e Orlando teve o cuidado de lembrar ao João, que ele não podia fornecer informações aos homens desta época. No entanto, João acabou por não resistir e disse a verdade ao seu amigo Pedro Afonso. Depois de ter feito esta asneira, João só não foi expulso da AIVET porque tanto ele como a irmã tiveram grande coragem quando chegou a altura de recuperar o tesouro roubado a um simpático chefe africano.

Se quiseres saber mais… aproveita e lê o livro!

Paulo Sá