segunda-feira, 16 de março de 2015

Mulatos não de raças, mas de existências


Boletim Bibliográfico Leituras em Rede n.º 5 │ Multiculturas
Amim Malouf, escritor e jornalista de origem libanesa, diz-nos que há duas formas de entender a cultura: como árvore, que nos dá as raízes, ou como estrada, que nos abre os horizontes e nos obriga a ser pelo caminho.
Mas, da mesma forma que se aprende a ser numa cultura, a ser árvore, também se aprende a ser no caminho, a construir uma identidade cultural no convívio e confronto com a diferença, com outras culturas.
A aprendizagem da compreensão e da tolerância da diferença faz-se na reflexão sobre a possibilidade de valores universais (leituras informativas e formativas), no caminho ao longo da estrada (literatura de viagens) e na expressão do outro (a poesia, a narrativa, o romance…). Dizem-nos estudos científicos que a leitura nos torna mais empáticos, com maior capacidade de compreender o outro...
Boas Leituras!

sábado, 14 de março de 2015

O dia do Pi

... porque a matemática também é cultura


O Dia do Pi é comemorado anualmente, desde 1988, no dia 14 de março. O Pi é uma constante matemática representada pela letra grega π (adotado a partir da palavra grega para perímetro - "περίμετρος") e tem origem na relação entre o perímetro e o diâmetro de uma circunferência, isto é, se dividirmos o valor do perímetro de uma circunferência pelo valor do seu diâmetro, obteremos o número Pi. (Fica o desafio de desenhar uma circunferência e, usando um pedaço de corda, medir o tamanho do perímetro e o tamanho de um diâmetro e dividir esse valor. Seja qual for a circunferência, obterá sempre o mesmo valor).

O Pi trata-se de uma constante que faz parte do conjunto dos números irracionais, sendo infinita, ou seja, não é possível escrevê-la na sua totalidade, aproximando-se normalmente para 3,14. Não teríamos espaço suficiente no Universo para o escrever, uma vez que foram descobertos até hoje mais de 2 triliões de dígitos do Pi!

Foi escolhido este dia porque nos Estados Unidos, como é normal usar-se para designação de uma data o modelo MM/DD (mês/dia), escolheu-se o dia 14 de março (3/14). Curiosamente, também é comemorado a 14 de março o nascimento de Albert Einstein, um dos maiores matemáticos e cientistas de sempre.

Fig.1 – Imagem alusiva à “infinidade'' do Pi
A descoberta deste número já remonta à Antiguidade, sendo já referido, segundo alguns estudiosos, na Bíblia. Povos como Egípcios, Babilónios ou mesmo homens ilustres como Arquimedes: todos se admiraram por esta fantástica relação matemática. Se estiver interessado, visita esta gina para ver uma tabela cronológica sobre o Pi.

O Pi tem várias aplicações práticas, tais como nos cálculos da área de um círculo, do perímetro de uma circunferência e da área da superfície de uma esfera. Desviando-nos um pouco da “matemática pura” e passando para a física e a química, é utilizado nos movimentos de rotação de alguns astros, nos campos magnética e elétricos, etc. É utilizado também no fabrico de pneus e na otimização de recursos no fabrico de latas de refrigerante, por exemplo.

É normal que, no Dia do Pi, se façam tartes com o desenho do Pi porque, em inglês, tarte (pie) e Pi leem-se da mesma forma.

Fig.2 – “Pi Pie”
A nossa escola costuma comemorar o Dia do Pi. Há uns anos, foi pedido a todos os alunos de matemática para desenharem um algarismo específico do pi, que seria colocado no chão do átrito do bloco par, em forma de caracol. Foi uma atividade bastante interessante!
                                                                                                          Afonso Marques, 12º CT3

Referências bibliográficas
Calendarr. (s/d). “Dia do Pi”. Disponível em http://www.calendarr.com/portugal/dia-do-pi/
Wikipedia. (21 de dezembro de 2014). “Dia do Pi”. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Dia_do_Pi
Wikipedia. (7 de fevereiro de 2015). “Pi”. Disponível em http://pt.wikipedia.org/wiki/Pi

Instituto de Educação da Universidade de Lisboa. (s/d). “História do Pi”. Disponível em http://www.educ.fc.ul.pt/icm/icm98/icm11/historiadopibotao.htm

sexta-feira, 6 de março de 2015

Nós e os Outros

Boletim Bibliográfico n.º 16 │ Série BECO


Aprender a ser é um percurso de múltiplos caminhos. Saber, antes de mais, quem somos e quem queremos ser.

Conseguir pensarmo-nos começa, antes de mais, por nos compreendermos no interior da família, o primeiro núcleo onde cada um de nós sofre o confronto entre o eu e os outros.
Mas nem nós, nem a família, existimos no vazio. Cada um de nós se define, se constrói nas relações sociais que se estabelecem com os vizinhos, os amigos, os colegas, os professores e, no limite, com todos aqueles que constituem o que chamamos de sociedade. Somos em sociedade.


Os livros aqui selecionados pretendem ser uma pequena ajuda para pensar sobre tudo isto, o que significa Nós e os outros.
Boas Leituras!


domingo, 1 de março de 2015

Where is the Hadrian Wall?



Fig. 1 - Hadrian's Wall Country has been declared by UNESCO as a world heritage site

Hadrian's Wall Country has been declared by UNESCO as a world heritage site.  This Wall starts in the north of England in the Cumbrian Roman coastal defenses in the west coast of Britain and stretches across England countryside towards Newcastle upon Tyne. It is a vivid symbol of Roman rule in the island of Great Britain.

Fig.2 - Hadrian' Wall Country it is a vivid symbol of Roman rule in the island of Great Britain

Running for more than 100km, the Wall is estimated to have been between three and four and half metres tall. Amongst its ranks the Roman army had highly skilled architects, mason builders and carpenters, whose talents are expressed in the magnificence of the Wall and the forts that were built along the Wall.

Fig. 3 - The Wall is estimeted to have been between three ande four half metres tall.

Seeing as Hadrian's rule is described by historians as a period of consolidation and not a period of expansion of the Roman Empire, the main function of the Wall, rather than having a military function, was intended to patrol movement, this explains the numerous gateways that border the Wall.

“The Wall was not designed to prevent movement, but rather to control it, as can be seen in the numerous gateways or milecastles which, as their names suggests, were placed at regular mile intervals along the length of the Wall.”

Fig. 4 - The main function of the Wall was intended to patrol movement, this explains the numerous gateways that border the Wal

Hadrian's Wall was made of locally-available materials. “Running for forty-five miles from the east, the Wall was built of stone. The stone Wall had two outer faces of dressed stone, containing a centre of rubble. The remaining thirty-one miles of the Wall in the west was built of turf. The turf Wall, constructed from turf blocks, was built either from the prepared ground or upon a bed of cobbles.”

Fig. 5 - Walking the Hadrian Wall is now a popular outdoor activity

Walking the Hadrian Wall is now a popular outdoor activity that allows twenty-first century citizens to embrace memories and go back in time. 

A true inspiring experience…
Ilda Camarneira

Referências bibliográficas: 
BBC News. (s/d) Hadrian Wall. Disponível em http://www.bbc.co.uk/history/the_gunpowder_plot

Hadrian’s Wall. (s/d). Disponível em http://www.visithadriansWall.co.uk/