sexta-feira, 30 de janeiro de 2015

Beatrix Potter

[leituras]


“Once upon a time there were four little Rabbits, and their names were – Flopsy, Mopsy, Cotton-tail and Peter.” 
Beatrix Potter, The Tale of Peter Rabbit


Beatrix Potter (1866 –1943) was an English author, illustrator, natural scientist and conservationist having published over 23 books.

“Flopsy, Mopsy, and Cotton-tail, who were good little bunnies, went down the lane across the field and through the wood together to gather blackberries…”

As it seems Beatrix lived a happy childhood. Being of artistic nature, her parents fostered her interest in nature and her curiosity.  As children, Beatrix and her brother had many animals as pets which they closely observed and drew endlessly, such close contact to nature most certainly made Beatrix even more keen on nature.

Beatrix studied languages, science and history, but it was her artist talent that was early recognized. Her drawings of animals, insects, fossils, archaeological artifacts, and fungi expressed the utmost imaginative skills. Although she enjoyed art lessons from a very early age, Beatrix developed her own artistic style.

Fig. 1 - Desenhos de Beatrix Potter

Beatrix is best known for her ingenious and creative children's books, featuring farm animals such as those portrayed in The Tale of Peter Rabbit.
Besides the simple stories, these books celebrated the English landscape and the English country life.

Having spent most of her summer holidays in the English Lake District, Beatrix developed a love of the natural world and grew fond of the inspiring landscape. The region is indeed one of the most breathtaking regions of Britain...its landscape is absolutely stunning. A real treasure.



Besides her soft colour illustrations and her quaint children’s stories, Beatrix Potter is known as a defender of one of the most beautiful regions in England: the Lake District.

The proceeds from her books allowed Beatrix to buy Hill Top Farm in a tiny village in the English Lake District near Windermere. In the following decades, she became keenly interested in land preservation.

She died of pneumonia and heart disease in 1943 at her home in near Sawrey (Lancashire) at the age of 77, leaving almost all her property to the National Trust.

She is credited with preserving much of the land that now comprises the Lake District National Park, one of England most unique region. 
Ilda Camarneira

References:
BBC News. (s/d) Lake District. Disponível em http://news.bbc.co.uk/2/hi/uk_news/england/cumbria/7167680.stm

BBC News. (s/d) Beatrix Potter. Disponível em http://news.bbc.co.uk/2/hi/entertainment/1708750.stm

Lake District. (s/d) The Lake District. Disponível em http://www.lakedistrict.gov.uk


Peter Rabbit. (s/d) Disponível em http://www.peterrabbit.com

quarta-feira, 28 de janeiro de 2015

leituras...

[uma apreciação de Meu pé de laranja lima de José Mauro de Vasconcelos]


Na minha opinião, os aspetos mais marcantes da obra Meu Pé de Laranja Lima são a sensibilidade de Zézé – a personagem principal, uma criança de cinco anos –; a sua bondade, em contraste com as traquinices que fazia, e o carinho que ele tinha com o seu irmão mais novo e com o Portuga.

Fig. 1 - Cenas do filme Meu pé de laranja lima, uma adaptação da obra homónima

Acima de tudo, este menino era uma criança muito prestável e inteligente. Sentia sempre necessidade de ajudar. Além disso, sempre que reconhecia ter feito algo errado, trabalhava para o corrigir. Por fim, acho que sofria muito pelas outras pessoas. Por exemplo, sentia angústia pela situação do pai, por este estar desempregado, ansioso e frustrado, ou pelo irmão por não ter tido prenda de Natal.

Apesar de tudo, o Zézé, como qualquer criança, fazia as suas traquinices, o que é normal, mas tentava sempre redimir-se.

Fig. 2 - Cenas do filme de 1970, a primeira adaptação da obra ao cinema

Era também carinhoso e afável, qualidades evidenciadas pela paciência e cumplicidade que tinha com o irmão mais novo, e pela amizade e confiança que depositou na figura de Manuel Valadares, a quem, carinhosamente chamava de Portuga.

É na evolução psicológica da personagem Zézé que, para mim, está o mais importante da obra: os valores humanos sobrepõem-se a qualquer bem material. Zézé ensina-nos a humildade, o perdão, o valor do dar a quem nos ama e a importância do afeto na construção do indivíduo.


Rafael de Oliveira Patarra, 9.ºB

terça-feira, 27 de janeiro de 2015

leituras...

[a propósito de Meu pé de laranja lima]


A obra Meu Pé de Laranja Lima marcou-me bastante, pois ela conta a história de um menino pobre que não recebe afeto dos pais, mas que o encontra num amigo, o Portuga, e num pé de laranja lima que se torna seu confidente e companheiro. Passa fome e usa sempre a mesma roupa, pois não tem dinheiro para mais.

Fig. 1 - capa do livro

No início, a obra é um pouco enfadonha, pois está escrita na variedade brasileira do português. A ação narrada nas primeiras páginas não nos motiva muito para a leitura do livro. Contudo, quando chegamos ao episódio do dia de Natal e percebemos que a criança não recebe nenhuma prenda, apesar de todo o seu esforço, aí ficamos emocionados e a história ganha interesse. Daí em diante, quando este menino de cinco anos começa a aprender como a vida é realmente cruel, nós só queremos continuar a ler. A falta de carinho dos pais ainda nos emociona mais. Apesar de tudo, como nem tudo na vida é mau, esta criança ganha um amigo, o Portuga, de quem recebe carinho e afeto, como se fossem pai e filho. Porém este sofre um acidente e morre.

Fig. 2 - Cena do filme resultante da adaptação da obra ao cinema

Zezé fica doente e à beira da morte. Nós quase choramos. É então que seu pai arranja emprego e tudo fica bem, exceto para Zezé que perdeu os seus melhores amigos, o Portuga e o pé de laranja lima. Sofre com a dor da perda e da saudade.

Fig. 3 - Cena do filme resultante da adaptação da obra ao cinema
Gostei desta obra, não foi tão má quanto eu pensava. Não podemos julgar o livro pela capa, nem pelas primeiras páginas.
Elsa Teixeira Silvestre, 9.ºB

quinta-feira, 15 de janeiro de 2015

A insustentável leveza dos ideais

… a propósito da liberdade de expressão


O Zé

O Zé, Ser e seres de paz,
De bons modos e fazedor
De coisas, bom rapaz,
Perdera-se por amor.

Um amor sem limites
Nem restrições nem idade
Que vale por que grites
Chamado de liberdade

Um dia, desses dias
Em que as ideias voam em missivas,
Como aves rapaces, Águias
Predadoras, impetuosas e agressivas

Surgem das sombras caçadores,
Portadores de armas de toda a sorte,
Peritos em destruir os amores,
Construídos no amanhecer do leito,
E o “zé” sentiu o medo no peito
E a sombra negra da morte.

O Zé, bom rapaz fazedor,
perdendo a jovem idade,
morreu, dizem, por amor
e com ele a liberdade

Tocaram a rebate, os sinos,
Com o ribombar da emoção,
Todos em uníssono entoaram hinos,
Menos o Zé... todos não.

Fernando Catarino


quarta-feira, 14 de janeiro de 2015

a ler...

... Boletim Bibliográfico n.º 14 [Artistas]



Porque a beleza pode ser mais importante do que a verdade, sugerimos os diferentes recursos sobre arte e artistas que existem na Biblioteca Escolar Carlos de Oliveira.

sábado, 3 de janeiro de 2015

Nas páginas da história: lembrar o passado, pensar o presente



A vida quotidiana durante o tempo da 1ª Guerra Mundial 

 

                               




         Durante os conflitos da Primeira Guerra Mundial (1914-1918),a Alemanha aliou-se ao império Austro-Húngaro e à Itália formando a tríplice Aliança. Por outro lado, a França aliou-se à Rússia e mais tarde também à Inglaterra formando a Tríplice Entente. Os soldados, os seus familiares, a imprensa e os governos dos vários países pensaram que a guerra acabaria rapidamente. Assim, acreditavam que os soldados envolvidos na guerra regressariam às suas casas o mais breve possível, o que acabou por ser um grande engano. A guerra que à partida seria rápida durou de 1914 a 1918.
        Entre 1915 e 1918, nenhum dos dois blocos conseguiu vencer a guerra e foi adotada a estratégia das trincheiras (longas valas, que eram protegidas por arame farpado). As trincheiras geralmente eram feitas por soldados tanto da Tríplice Entente quanto da Tríplice Aliança. As trincheiras tinham como principal objetivo o ataque e a proteção dos exércitos dos dois blocos.







Trincheiras da Guerra


       Durante a Primeira Guerra mundial as trincheiras não foram construídas em linhas retas para assim poderem garantir uma maior proteção aos soldados, ao lado de uma trincheira principal normalmente eram construídas outras trincheiras que serviam de suporte para os soldados. Assim, enquanto alguns descansavam, outros dormiam e se alimentavam nessas valas de suporte. As trincheiras tinham como objetivo proteger os soldados das batalhas em campo aberto. No entanto, essa proteção não foi tão eficaz como se esperava, pois, muitas trincheiras foram atingidas quase sempre por bombas e granadas que explodiam e matavam milhares de soldados.
      A vida quotidiana na 1ª guerra mundial nas trincheiras era muito difícil, muitos soldados combatentes morriam com as doenças espalhadas pelos ratos com quem dividiam os espaços, os alimentos e a água. Assim, quando alguns combatentes morriam dentro das trincheiras, muitas vezes não era possível retirá-los, portanto, vários corpos se decompunham nas valas e o cheiro tornava-se insuportável para os soldados.
       O dia-a-dia dos soldados nas trincheiras era composto sempre por enormes dificuldades: as grandes valas constantemente cheias de águas das chuvas, as doenças causadas pela falta de higiene, as más condições atmosféricas e a deficiente alimentação causaram muitas dificuldades durante a Primeira Guerra Mundial. Assim, milhões de soldados perderam as suas vidas dentro das trincheiras durante esta guerra, não importa se eram soldados alemães, ingleses, franceses, o que realmente é importante e triste foi o grande número de vidas que foram perdidas.



Paulo Sá


Referências bibliográficas:

http://www.portugal1914.org/portal/pt/programa/item/6731-portugal-centenario-da-grande-guerra-1914-1918

http://www.europeana.eu/